Páginas 314 e 315
1. a) Brincava, era.
b) Duas orações.
2. (d) tempo.
3. a) Causa
b) Condição.
4. a) Que o pai, quando pequeno, não tivesse jogado ioiô.
b) Que não acha que a geração de seu pai seja exemplo para a sua.
Página 315 e 316
1. a) Porque fui precavido(a), levei o guarda-chuva.
b) Fiquei na sua festa porque quis ser camarada, mas estava morto de sono.
c) Embora a filha desobedecesse, a mãe continuou avisando.
d) Jogaremos a fim de vencer.
e) Quando anoitecer, discutiremos o roteiro de viagem.
2. a) Conseqüência.
b) Finalidade.
Páginas 317 e 318
1. a) condição.
b) tempo.
c) concessão.
d) proporção.
e) Concessão.
2. a) ... enquanto aguardava a minha vez.
b) À medida que o tempo passava, ...
c) ... ainda que ele não venha.
d) Caso ele apareça, ...
3. a) “Se sua casa é um espetáculo.”
b) Condição.
c) Elas atribuem aos móveis de piscina certa grandiosidade e imponência como têm os teatros com camarotes.
4. a) A partir do 3º quadrinho.
b) No último.
5. a) Se houvesse monstros debaixo da minha cama.
b) Oração Subordinada Adverbial Condicional.
6. MÃEE!
Página 319
1. V, I, II, III, IV
2. a) ... conforme havíamos previsto.
b) ... para que o bolo fosse feito.
c) ... que desmaiei.
d) ... como se estivesse em um lindo filme.
3. a) Oração Subordinada Adverbial Condicional
b) Oração Subordinada Adverbial Final
c) Oração Subordinada Adverbial Causal
4. (b)
domingo, 28 de setembro de 2008
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
6º ano (5ª série)
Seguem abaixo as questões referentes ao texto: A cidade e os bichos
Conforme combinado as respostas poderão ser postadas até terça-feira 19 de agosto.
1. O cronista inicia explicando para o leitor os motivos que o levam a retomar o assunto da última crônica.
a) Qual é o assunto retomado pelo cronista?
b) Qual o motivo de sua preocupação?
2. No segundo parágrafo, o cronista expõe o seu ponto de vista sobre o assunto.
a) O que ele defende?
b) Que exemplos da realidade urbana são empregados para confirmar o ponto de vista do cronista?
3. O cronista afirma que determinados animais recusam-se a ser expulsos da cidade, mesmo quando o ambiente lhes é desfavorável.
a) Na sua opinião, o que causa a expulsão dos animais dos grandes centros urbanos?
b) Quem pode ser o responsável pela ação de expulsar os animais da cidade?
c) Segundo o cronista, quais as conseqüências desse afastamento para as pessoas que vivem nas grandes cidades?
d) Estabeleça uma condição para que seja possível uma boa integração entre os animais e os centros urbanos.
4. O que torna o desfecho do texto surpreendente e original?
5. O que a apresentação desse fato permite concluir sobre a relação de algumas pessoas com os animais?
6. Na sua opinião, qual a importância de o cronista afirmar que n ambiente urbano há meninos que nunca viram um frango vivo e só conhecem alguns animais como personagens de desenho animado?
7. A crônica foi publicada no suplemento de uma revista que circula em um grande cetro urbano – a cidade de São Paulo. Considerando os leitores a quem o texto é dirigido, você acha adequado o assunto tratado pelo cronista?
8. O cronista expõe os argumentos de forma subjetiva (pessoal) ou de forma objetiva (impessoal)?
9. Que sentido você atribui ao subtítulo da crônica (“Esforços para tornar menos dura a vida animal na metrópole”)?
Conforme combinado as respostas poderão ser postadas até terça-feira 19 de agosto.
1. O cronista inicia explicando para o leitor os motivos que o levam a retomar o assunto da última crônica.
a) Qual é o assunto retomado pelo cronista?
b) Qual o motivo de sua preocupação?
2. No segundo parágrafo, o cronista expõe o seu ponto de vista sobre o assunto.
a) O que ele defende?
b) Que exemplos da realidade urbana são empregados para confirmar o ponto de vista do cronista?
3. O cronista afirma que determinados animais recusam-se a ser expulsos da cidade, mesmo quando o ambiente lhes é desfavorável.
a) Na sua opinião, o que causa a expulsão dos animais dos grandes centros urbanos?
b) Quem pode ser o responsável pela ação de expulsar os animais da cidade?
c) Segundo o cronista, quais as conseqüências desse afastamento para as pessoas que vivem nas grandes cidades?
d) Estabeleça uma condição para que seja possível uma boa integração entre os animais e os centros urbanos.
4. O que torna o desfecho do texto surpreendente e original?
5. O que a apresentação desse fato permite concluir sobre a relação de algumas pessoas com os animais?
6. Na sua opinião, qual a importância de o cronista afirmar que n ambiente urbano há meninos que nunca viram um frango vivo e só conhecem alguns animais como personagens de desenho animado?
7. A crônica foi publicada no suplemento de uma revista que circula em um grande cetro urbano – a cidade de São Paulo. Considerando os leitores a quem o texto é dirigido, você acha adequado o assunto tratado pelo cronista?
8. O cronista expõe os argumentos de forma subjetiva (pessoal) ou de forma objetiva (impessoal)?
9. Que sentido você atribui ao subtítulo da crônica (“Esforços para tornar menos dura a vida animal na metrópole”)?
7º ano (6ª série)
Seguem em abaixo as questões referentes ao texto: Uma brasileirinha que voa
Conform combinado as respostas poderão ser postadas até 19 de agosto, terça-feira.
1. A reportagem, publicada em uma revista de circulação nacional, traz informações sobre a trajetória da ginasta gaúcha Daiane dos Santos.
a) Que informação sobre a atleta você achou importante e mereceu ser veiculada na reportagem? Por quê?
b) Que fato, provavelmente, motivou a produção dessa reportagem?
2. De acordo com o texto, inicialmente muitos técnicos duvidaram que Daiane conseguisse competir com atletas europeus.
Que relação, na sua opinião, pode ser estabelecida entre o título A brasileirinha que voa e essas dificuldades iniciais de sua trajetória?
3. Segundo o texto, são muitas as exigências para quem pratica essa modalidade esportiva, tais como: treinamentos intensivos, dieta alimentar rigorosa, convívio com a dor etc. O que essas exigências realçam (aumentam) sobre Daiane?
4. O texto da reportagem se inicia com a descrição do salto-mortal desenvolvido pela atleta e praticado em competições.
a) Na sua opinião, o que essa forma de iniciar o texto pode provocar no leitor?
b) O que a comparação feita entre o tempo da acrobacia e o tempo gasto na leitura ressalta sobre a atleta?
c) A que essa descrição inicial pode ser relacionada?
5. Na seqüência dos fatos apresentados pela reportagem, aborda-se a vida pessoal de Daiane dos Santos.
a) Faça um levantamento das principais dificuldades enfrentadas pela ginasta no início da carreira.
b) Escreva duas razões que, na sua opinião, possam levar um jovem a ser atleta.
6. Em uma reportagem, é possível encontrar alguma interpretação do jornalista que produz a matéria.
a) Reescreva as frases destacando o trecho que reflete o pensamento do jornalista.
“Daiane, felizmente, não os ouviu.”
“Sugeriam, movidos também pelo preconceito, que ela largasse tudo e tentasse o atletismo.”
“Ao contrário da maior parte de suas colegas de seleção, Daiane tem um namorado.”
b) Que recurso de pontuação destaca a opinião do fato em si?
Conform combinado as respostas poderão ser postadas até 19 de agosto, terça-feira.
1. A reportagem, publicada em uma revista de circulação nacional, traz informações sobre a trajetória da ginasta gaúcha Daiane dos Santos.
a) Que informação sobre a atleta você achou importante e mereceu ser veiculada na reportagem? Por quê?
b) Que fato, provavelmente, motivou a produção dessa reportagem?
2. De acordo com o texto, inicialmente muitos técnicos duvidaram que Daiane conseguisse competir com atletas europeus.
Que relação, na sua opinião, pode ser estabelecida entre o título A brasileirinha que voa e essas dificuldades iniciais de sua trajetória?
3. Segundo o texto, são muitas as exigências para quem pratica essa modalidade esportiva, tais como: treinamentos intensivos, dieta alimentar rigorosa, convívio com a dor etc. O que essas exigências realçam (aumentam) sobre Daiane?
4. O texto da reportagem se inicia com a descrição do salto-mortal desenvolvido pela atleta e praticado em competições.
a) Na sua opinião, o que essa forma de iniciar o texto pode provocar no leitor?
b) O que a comparação feita entre o tempo da acrobacia e o tempo gasto na leitura ressalta sobre a atleta?
c) A que essa descrição inicial pode ser relacionada?
5. Na seqüência dos fatos apresentados pela reportagem, aborda-se a vida pessoal de Daiane dos Santos.
a) Faça um levantamento das principais dificuldades enfrentadas pela ginasta no início da carreira.
b) Escreva duas razões que, na sua opinião, possam levar um jovem a ser atleta.
6. Em uma reportagem, é possível encontrar alguma interpretação do jornalista que produz a matéria.
a) Reescreva as frases destacando o trecho que reflete o pensamento do jornalista.
“Daiane, felizmente, não os ouviu.”
“Sugeriam, movidos também pelo preconceito, que ela largasse tudo e tentasse o atletismo.”
“Ao contrário da maior parte de suas colegas de seleção, Daiane tem um namorado.”
b) Que recurso de pontuação destaca a opinião do fato em si?
8º ano (7ª sére)
Seguem em anexo as questões referentes ao texto: Delírios de Honestidade
Conforme combinado as respostas poderão ser postadas até 19 de agosto, terça-feira.
1. Nessa crônica, o narrador-personagem imagina algumas situações que aconteceriam a partir de uma suposição, uma condição.
a) Que suposição o faz imaginar tais situações que desencadeiam a narrativa?
b) Com base nessa suposição, o que o narrador-personagem, provavelmente, pensa sobre a sinceridade das pessoas?
2. No texto, as situações são apresentadas ao leitor por meio de diálogos entre narrador-personagem e seus interlocutores imaginários.
a) Em sua opinião, por que esse recurso foi utilizado?
b) Qual dos diálogos apresentados, em sua opinião, é o mais improvável de acontecer na vida real?
3. Para ilustrar o ponto de vista defendido na crônica, o narrador-personagem imagina-se numa churrascaria de luxo, pedindo um bife ao garçom.
a) Que expressão o garçom usa para referir-se ao bife?
b) Essa expressão é uma metáfora. Qual o seu significado no texto?
c) Ao mostrar-se preocupado com o preço dos pratos, o que fica implícito (escondido) sobre o garçom?
4. Ao correr à casa de chocolates, o narrador-personagem se depara com uma mocinha que se recusa a atendê-lo.
a) O que revelam os argumentos da mocinha sobre o produto?
b) O que dá o tom humorístico à fala da personagem?
c) Há uma crítica implícita nesse trecho. O que está sendo criticado?
5. Outra situação imaginada pelo narrador-personagem é a da mulher à procura de um cirurgião plástico.
a) Qual palavra é empregada para referir-se à mulher que quer fazer plástica?
b) A partir dessa palavra, o que fica subentendido sobre a opinião do autor a respeito de cirurgia plástica?
6. O autor do texto trata com humor e ironia a inversão dos papéis entre consumidor e vendedor. Que efeito esse recurso provoca no leitor?
7. Releia o último parágrafo do texto. Depois de imaginar essas situações do cotidiano, a que conclusão chega o narrador-personagem? Você concorda com essa conclusão? Por quê?
Conforme combinado as respostas poderão ser postadas até 19 de agosto, terça-feira.
1. Nessa crônica, o narrador-personagem imagina algumas situações que aconteceriam a partir de uma suposição, uma condição.
a) Que suposição o faz imaginar tais situações que desencadeiam a narrativa?
b) Com base nessa suposição, o que o narrador-personagem, provavelmente, pensa sobre a sinceridade das pessoas?
2. No texto, as situações são apresentadas ao leitor por meio de diálogos entre narrador-personagem e seus interlocutores imaginários.
a) Em sua opinião, por que esse recurso foi utilizado?
b) Qual dos diálogos apresentados, em sua opinião, é o mais improvável de acontecer na vida real?
3. Para ilustrar o ponto de vista defendido na crônica, o narrador-personagem imagina-se numa churrascaria de luxo, pedindo um bife ao garçom.
a) Que expressão o garçom usa para referir-se ao bife?
b) Essa expressão é uma metáfora. Qual o seu significado no texto?
c) Ao mostrar-se preocupado com o preço dos pratos, o que fica implícito (escondido) sobre o garçom?
4. Ao correr à casa de chocolates, o narrador-personagem se depara com uma mocinha que se recusa a atendê-lo.
a) O que revelam os argumentos da mocinha sobre o produto?
b) O que dá o tom humorístico à fala da personagem?
c) Há uma crítica implícita nesse trecho. O que está sendo criticado?
5. Outra situação imaginada pelo narrador-personagem é a da mulher à procura de um cirurgião plástico.
a) Qual palavra é empregada para referir-se à mulher que quer fazer plástica?
b) A partir dessa palavra, o que fica subentendido sobre a opinião do autor a respeito de cirurgia plástica?
6. O autor do texto trata com humor e ironia a inversão dos papéis entre consumidor e vendedor. Que efeito esse recurso provoca no leitor?
7. Releia o último parágrafo do texto. Depois de imaginar essas situações do cotidiano, a que conclusão chega o narrador-personagem? Você concorda com essa conclusão? Por quê?
9º ano (8ªsérie)
Segue em anexo as questões referentes ao texto: Índio com diploma não é mais índio?
Conforme combinado as respostas poderão ser postadas até as 17h de terça-feira, 19 de agosto de 2008.
1. No texto, o autor defende o ponto de vista de que o índio deve ter acesso a uma formação especializada.
a) O que você pensa a respeito desse assunto? Justifique.
b) Quem é o autor e que lugar ocupa na sociedade?
c) Tomando como base o veículo de publicação, a que tipo de leitor o texto é dirigido?
d) Que posição o autor assume ao imprimir as idéias apresentadas no texto?
2. Para expressar o seu ponto de vista, o autor constrói o seu texto estruturando-o em sete parágrafos.
a) Por que ele intitula o texto com uma pergunta?
b) Observe que, além do questionamento que aparece no título, existem outros dentro do texto. Que efeito é pretendido com o uso desse recurso lingüístico?
c) Quem responde a essas perguntas? Onde é possível encontrar as respostas para elas?
3. No primeiro parágrafo, o autor expõe a tese principal.
a) O que ele defende?
b) Você concorda ou discorda do ponto de vista defendido pelo autor?
4. No desenvolvimento do texto, o pensamento da sociedade de que o índio não precisa estudar é de ordem histórica.
a) Segundo o texto, que argumento é empregado para justificar tal pensamento?
b) Que frase funciona como um contra-argumento a essa forma de pensar?
c) Como você explica essa frase?
5. Ainda no desenvolvimento do texto, o terceiro, quarto e quinto parágrafos apresentam diferenças entre educação indígena e a educação escolar tradicional.
a) A educação indígena valoriza o cotidiano, as histórias e as crenças da comunidade. O que a educação escolar, segundo o texto, valoriza?
b) Ao estabelecer essa comparação entre os dois tipos de educação, o que o autor quer enfatizar?
6. Levando em conta a sociedade em que vivemos e as exigências do mercado de trabalho, estabeleça hipóteses que justifiquem o fato de o índio necessitar de uma educação escolar indígena.
7. No último parágrafo do texto, o autor propõe uma solução para o problema exposto na introdução.
a) O que ele propõe?
b) Na sua opinião, essa proposta é viável ou inviável para a realidade educacional brasileira? Justifique.
Conforme combinado as respostas poderão ser postadas até as 17h de terça-feira, 19 de agosto de 2008.
1. No texto, o autor defende o ponto de vista de que o índio deve ter acesso a uma formação especializada.
a) O que você pensa a respeito desse assunto? Justifique.
b) Quem é o autor e que lugar ocupa na sociedade?
c) Tomando como base o veículo de publicação, a que tipo de leitor o texto é dirigido?
d) Que posição o autor assume ao imprimir as idéias apresentadas no texto?
2. Para expressar o seu ponto de vista, o autor constrói o seu texto estruturando-o em sete parágrafos.
a) Por que ele intitula o texto com uma pergunta?
b) Observe que, além do questionamento que aparece no título, existem outros dentro do texto. Que efeito é pretendido com o uso desse recurso lingüístico?
c) Quem responde a essas perguntas? Onde é possível encontrar as respostas para elas?
3. No primeiro parágrafo, o autor expõe a tese principal.
a) O que ele defende?
b) Você concorda ou discorda do ponto de vista defendido pelo autor?
4. No desenvolvimento do texto, o pensamento da sociedade de que o índio não precisa estudar é de ordem histórica.
a) Segundo o texto, que argumento é empregado para justificar tal pensamento?
b) Que frase funciona como um contra-argumento a essa forma de pensar?
c) Como você explica essa frase?
5. Ainda no desenvolvimento do texto, o terceiro, quarto e quinto parágrafos apresentam diferenças entre educação indígena e a educação escolar tradicional.
a) A educação indígena valoriza o cotidiano, as histórias e as crenças da comunidade. O que a educação escolar, segundo o texto, valoriza?
b) Ao estabelecer essa comparação entre os dois tipos de educação, o que o autor quer enfatizar?
6. Levando em conta a sociedade em que vivemos e as exigências do mercado de trabalho, estabeleça hipóteses que justifiquem o fato de o índio necessitar de uma educação escolar indígena.
7. No último parágrafo do texto, o autor propõe uma solução para o problema exposto na introdução.
a) O que ele propõe?
b) Na sua opinião, essa proposta é viável ou inviável para a realidade educacional brasileira? Justifique.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
7º ano (6ªsérie) - Texto: Blusão da Moda
Seguem a seguir as questões referentes ao texto.
Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até 22/06/2008 às 18h.
Questões retiradas do livro: Novo Diálogo, Língua Portuguesa, 6ª série, Eliana Beltrão e Tereza Gordilho, FTD
1. A crônica, geralmente, trata de fatos do cotidiano das pessoas. Nessa crônica, o narrador conta, em 1ª pessoa, a tentativa de comprar um blusão numa loja.
a) A quem o narrador-personagem se dirige ao entrar na loja?
b) O que acontece quando o narrador pede para ver o blusão?
2. No terceiro parágrafo, o narrador-personagem descreve o dono da loja e a si mesmo.
a) Especifique os adjetivos que se referem:
Ao dono da loja;
Ao narrador-personagem;
b) O que o narrador evidencia com essa maneira de construir a descrição?
3. O narrador-personagem, no quarto parágrafo, torce para que o blusão, de que tanto gostou, caiba nele...
a) Que ação do dono da loja surpreende o narrador?
b) Por que, nesse parágrafo, foram empregadas aspas em “que pena, é muito grande”?
4. A crônica pode explorar a crítica, o humor, a ironia.
a) Copie a(s) frase(s) que, de acordo com o texto, apresenta(m) um tom irônico.
“Vejo um blusão de lã e me agrado dele.”
“Fico torcendo para que o número seja o meu [...].”
“Um cidadão cortês, prestativo, interessantíssimo na minha humilde pessoa.”
“_ Está bom demais: é blusão pra mim e meus quatro filhos...”
b) Explique o que dá o tom de ironia às frases escolhidas por você.
5. O narrador-personagem emprega diferentes termos para referir-se ao dono da loja.
a) Faça uma lista desses termos na ordem em que eles aparecem na crônica.
b) Com base nesses termos, o que fica subentendido sobre o que o narrador-personagem sente em relação ao dono da loja?
6. Releia o trecho do terceiro parágrafo, que descreve como age o comerciante ao saber do interesse do narrador pelo blusão exposto na vitrine.
a) Como age o comerciante nesse momento?
b) Que recursos lingüísticos empregados nesse trecho ajudam o leitor a construir a imagem descrita?
7. Com base no desfecho da crônica, responda: O que é possível concluir sobre o comportamento do vendedor, personagem do texto, em relação ao consumidor?
Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até 22/06/2008 às 18h.
Questões retiradas do livro: Novo Diálogo, Língua Portuguesa, 6ª série, Eliana Beltrão e Tereza Gordilho, FTD
1. A crônica, geralmente, trata de fatos do cotidiano das pessoas. Nessa crônica, o narrador conta, em 1ª pessoa, a tentativa de comprar um blusão numa loja.
a) A quem o narrador-personagem se dirige ao entrar na loja?
b) O que acontece quando o narrador pede para ver o blusão?
2. No terceiro parágrafo, o narrador-personagem descreve o dono da loja e a si mesmo.
a) Especifique os adjetivos que se referem:
Ao dono da loja;
Ao narrador-personagem;
b) O que o narrador evidencia com essa maneira de construir a descrição?
3. O narrador-personagem, no quarto parágrafo, torce para que o blusão, de que tanto gostou, caiba nele...
a) Que ação do dono da loja surpreende o narrador?
b) Por que, nesse parágrafo, foram empregadas aspas em “que pena, é muito grande”?
4. A crônica pode explorar a crítica, o humor, a ironia.
a) Copie a(s) frase(s) que, de acordo com o texto, apresenta(m) um tom irônico.
“Vejo um blusão de lã e me agrado dele.”
“Fico torcendo para que o número seja o meu [...].”
“Um cidadão cortês, prestativo, interessantíssimo na minha humilde pessoa.”
“_ Está bom demais: é blusão pra mim e meus quatro filhos...”
b) Explique o que dá o tom de ironia às frases escolhidas por você.
5. O narrador-personagem emprega diferentes termos para referir-se ao dono da loja.
a) Faça uma lista desses termos na ordem em que eles aparecem na crônica.
b) Com base nesses termos, o que fica subentendido sobre o que o narrador-personagem sente em relação ao dono da loja?
6. Releia o trecho do terceiro parágrafo, que descreve como age o comerciante ao saber do interesse do narrador pelo blusão exposto na vitrine.
a) Como age o comerciante nesse momento?
b) Que recursos lingüísticos empregados nesse trecho ajudam o leitor a construir a imagem descrita?
7. Com base no desfecho da crônica, responda: O que é possível concluir sobre o comportamento do vendedor, personagem do texto, em relação ao consumidor?
terça-feira, 17 de junho de 2008
AVISO A TODOS
Desculpem-me pelo transtorno, mas é que houve um pequeno problema técnico. Contudo, já foi sanado e as questões já estão disponíveis para serem respondidas e postadas.
Obrigado,
Professor Anderson José de Paula.
Obrigado,
Professor Anderson José de Paula.
9º ANO) 8ª SÉRIE: TEXTO ADOLESCENTES
Seguem em anexo as questões referentes ao texto.
Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até dia 21/06/2008 às 19h30m
1. Nesses textos o autor apresenta para os leitores as transformações que ocorrem na fase da adolescência com os garotos e com as garotas.
Que recurso lingüístico permite identificar a quem cada texto se dirige?
2. A partir dos subtítulos Garotos – De repente... eles existem! / Garotas – De repente... elas existem!, o que pode ser entendido sobre a atitude do adolescente em relação ao sexo oposto?
3. Nas partes iniciais dos dois textos, o autor explicita a diferença entre o jeito de pensar dos garotos e das garotas. Veja.
· Elas: “Mas o que passa pela cabeça dos garotos? (Se é que passa alguma coisa... )”.
· Eles: “[...] o que as garotas querem? (Será que elas sabem?)”.
a) O que se pode observar nas relações entre garotas após a descoberta do sexo oposto?
b) Qual a percepção das meninas sobre os meninos, segundo o autor?
c) E qual a percepção dos meninos sobre as meninas?
d) Que recurso o autor utiliza para expressar essas dúvidas dos adolescentes em relação ao sexo oposto?
4. Segundo o texto, tanto garotos quanto garotas têm de arrumar o quarto, só que as garotas não gostam, mas arrumam, e os garotos não gostam e não arrumam.
a) O que pode determinar esse comportamento dos meninos e das meninas?
b) Você concorda com essas diferenças apontadas pelo autor? Justifique.
5. As cartas a seguir foram publicadas no livro Sexo para adolescentes, de Marta Suplicy. Leia-as
ELE:
Querida Marta,
Eu faço bastante esporte, mas as minhas pernas não ficam fortes e grossas como as de jogadores de futebol. Às vezes penso em desistir. Para azar total [...] tenho muitos pêlos nas costas. Como você pode me ajudar?
Ricardo
P.S.: Na escola me gozam e eu não tiro mais a camisa
ELA:
Querida Marta,
Eu me sinto muito feia, nada parece dar certo para mim: eu queria ter o corpo de uma miss, mas acho que nunca vou ter. Existe alguma coisa que eu possa fazer para melhorar?
Beijão da Vera Helena
(Marta Suplicy. Sexo para adolescentes. São Paulo, FTD, 1998)
a) Que aspectos causam insegurança nesses jovens?
b) O que você diria a esses jovens que pudesse ajudá-los a pensar diferente?
6. No texto Adolescentes, o autor expressa suas opiniões e também apresenta dados que podem ser comprovados cientificamente.
a) Indique, entre os itens que seguem, os que expressam opinião e os que se baseiam em dados e estudos científicos.
“Antigamente, quando as mulheres não tinham muitas perspectivas profissionais, casavam-se muito cedo, por volta de 14 ou 15 anos, e logo tinham filhos.”
“Todos (meninos e meninas) são inseguros, têm pais que os perturbam, têm de ir à escola, arrumar o quarto (o que a maioria não gosta de fazer).”
“De uma hora para a outra os adolescentes (meninos e meninas) espicham, engordam e emagrecem,”
“Mas o que passa pela cabeça dos garotos? (Se é que passa alguma coisa...).”
b) Releia os itens identificados como opinião do autor. Você concorda com ele? Justifique sua resposta com argumentos.
c) No primeiro item desta questão, a palavra antigamente determina de forma vaga a época em que o fato acontecia. É possível determinar em que época as mulheres não tinham muitas perspectivas profissionais?
Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até dia 21/06/2008 às 19h30m
1. Nesses textos o autor apresenta para os leitores as transformações que ocorrem na fase da adolescência com os garotos e com as garotas.
Que recurso lingüístico permite identificar a quem cada texto se dirige?
2. A partir dos subtítulos Garotos – De repente... eles existem! / Garotas – De repente... elas existem!, o que pode ser entendido sobre a atitude do adolescente em relação ao sexo oposto?
3. Nas partes iniciais dos dois textos, o autor explicita a diferença entre o jeito de pensar dos garotos e das garotas. Veja.
· Elas: “Mas o que passa pela cabeça dos garotos? (Se é que passa alguma coisa... )”.
· Eles: “[...] o que as garotas querem? (Será que elas sabem?)”.
a) O que se pode observar nas relações entre garotas após a descoberta do sexo oposto?
b) Qual a percepção das meninas sobre os meninos, segundo o autor?
c) E qual a percepção dos meninos sobre as meninas?
d) Que recurso o autor utiliza para expressar essas dúvidas dos adolescentes em relação ao sexo oposto?
4. Segundo o texto, tanto garotos quanto garotas têm de arrumar o quarto, só que as garotas não gostam, mas arrumam, e os garotos não gostam e não arrumam.
a) O que pode determinar esse comportamento dos meninos e das meninas?
b) Você concorda com essas diferenças apontadas pelo autor? Justifique.
5. As cartas a seguir foram publicadas no livro Sexo para adolescentes, de Marta Suplicy. Leia-as
ELE:
Querida Marta,
Eu faço bastante esporte, mas as minhas pernas não ficam fortes e grossas como as de jogadores de futebol. Às vezes penso em desistir. Para azar total [...] tenho muitos pêlos nas costas. Como você pode me ajudar?
Ricardo
P.S.: Na escola me gozam e eu não tiro mais a camisa
ELA:
Querida Marta,
Eu me sinto muito feia, nada parece dar certo para mim: eu queria ter o corpo de uma miss, mas acho que nunca vou ter. Existe alguma coisa que eu possa fazer para melhorar?
Beijão da Vera Helena
(Marta Suplicy. Sexo para adolescentes. São Paulo, FTD, 1998)
a) Que aspectos causam insegurança nesses jovens?
b) O que você diria a esses jovens que pudesse ajudá-los a pensar diferente?
6. No texto Adolescentes, o autor expressa suas opiniões e também apresenta dados que podem ser comprovados cientificamente.
a) Indique, entre os itens que seguem, os que expressam opinião e os que se baseiam em dados e estudos científicos.
“Antigamente, quando as mulheres não tinham muitas perspectivas profissionais, casavam-se muito cedo, por volta de 14 ou 15 anos, e logo tinham filhos.”
“Todos (meninos e meninas) são inseguros, têm pais que os perturbam, têm de ir à escola, arrumar o quarto (o que a maioria não gosta de fazer).”
“De uma hora para a outra os adolescentes (meninos e meninas) espicham, engordam e emagrecem,”
“Mas o que passa pela cabeça dos garotos? (Se é que passa alguma coisa...).”
b) Releia os itens identificados como opinião do autor. Você concorda com ele? Justifique sua resposta com argumentos.
c) No primeiro item desta questão, a palavra antigamente determina de forma vaga a época em que o fato acontecia. É possível determinar em que época as mulheres não tinham muitas perspectivas profissionais?
8º ANO (7ªSÉRIE) TEXTO: CORDEL ADOLESCENTE, Ó XENTE!
Seguem em anexo as questões referentes ao texto.
Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até dia 21/06/2008 às 19h
1. O cordel, uma narrativa em versos, é um tipo de texto elaborado para ser declamado ou cantado.
a) O texto que você leu se inicia com uma apresentação. Quem se apresenta ao leitor/ouvinte? Qual o seu nome e o que faz?
b) Qual é a estratégia empregada pela cordelista para atrair a atenção das pessoas para o seu cordel?
c) Qual é o tema do cordel?
2. Na 4ª estrofe, a narradora começa a contar a história da garota que amava um cangaceiro.
a) Que aspectos do cangaceiro são ressaltados nessa estrofe?
b) Que expressão tipicamente nordestina é usada para qualificar o cangaceiro?
c) Transcreva a expressão da linguagem oral empregada pela narradora. Que significado ela adquire no contexto?
3. Ao referir-se à mocinha da história, na 5ª e 6ª estrofes, a narradora não a identifica claramente. Por que ela utiliza esta estratégia?
4. A primeira vez que Bertulina viu o cangaceiro, algo aconteceu.
a) Que imagem representa o despertar do amor em Bertulina?
b) Que verso expressa a emoção incontida desse momento?
c) Que efeito de sentido é decorrente dessa escolha?
5. O cangaceiro é caracterizado na 9ª estrofe.
a) Que versos mostram o seu jeito de ser?
b) O que esse trecho revela sobre as características do cangaceiro?
6. A 11ª estrofe narra o momento em que explode a paixão de Bertulina.
a) Que substantivos empregados nessa estrofe podem ser associados às sensações vividas por Bertulina?
b) Que sentido os substantivos empregados nessa estrofe atribuem ao momento narrado e consequentemente ao sentimento de Betulina?
7. Na 13ª estrofe, Bertulina, após o beijo, afirma estar assustada.
a) Qual a preocupação dela em relação ao beijo?
b) Na fala de Bertulina, o que as reticências podem revelar?
8. Doralice e Bertulina são a mesma pessoa.
a) Que pistas, no texto, podem levá-lo a concluir isso?
b) Com que objetivo a narradora pode ter usado essa estratégia na sua história.
Sugestões:
Assistiam aos filmes:
“Um lugar chamado Nottig Hill” ou “Lisbela e o prisioneiro”
São filmes que retratam amores impossíveis.
Bom trabalho a todos.
Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até dia 21/06/2008 às 19h
1. O cordel, uma narrativa em versos, é um tipo de texto elaborado para ser declamado ou cantado.
a) O texto que você leu se inicia com uma apresentação. Quem se apresenta ao leitor/ouvinte? Qual o seu nome e o que faz?
b) Qual é a estratégia empregada pela cordelista para atrair a atenção das pessoas para o seu cordel?
c) Qual é o tema do cordel?
2. Na 4ª estrofe, a narradora começa a contar a história da garota que amava um cangaceiro.
a) Que aspectos do cangaceiro são ressaltados nessa estrofe?
b) Que expressão tipicamente nordestina é usada para qualificar o cangaceiro?
c) Transcreva a expressão da linguagem oral empregada pela narradora. Que significado ela adquire no contexto?
3. Ao referir-se à mocinha da história, na 5ª e 6ª estrofes, a narradora não a identifica claramente. Por que ela utiliza esta estratégia?
4. A primeira vez que Bertulina viu o cangaceiro, algo aconteceu.
a) Que imagem representa o despertar do amor em Bertulina?
b) Que verso expressa a emoção incontida desse momento?
c) Que efeito de sentido é decorrente dessa escolha?
5. O cangaceiro é caracterizado na 9ª estrofe.
a) Que versos mostram o seu jeito de ser?
b) O que esse trecho revela sobre as características do cangaceiro?
6. A 11ª estrofe narra o momento em que explode a paixão de Bertulina.
a) Que substantivos empregados nessa estrofe podem ser associados às sensações vividas por Bertulina?
b) Que sentido os substantivos empregados nessa estrofe atribuem ao momento narrado e consequentemente ao sentimento de Betulina?
7. Na 13ª estrofe, Bertulina, após o beijo, afirma estar assustada.
a) Qual a preocupação dela em relação ao beijo?
b) Na fala de Bertulina, o que as reticências podem revelar?
8. Doralice e Bertulina são a mesma pessoa.
a) Que pistas, no texto, podem levá-lo a concluir isso?
b) Com que objetivo a narradora pode ter usado essa estratégia na sua história.
Sugestões:
Assistiam aos filmes:
“Um lugar chamado Nottig Hill” ou “Lisbela e o prisioneiro”
São filmes que retratam amores impossíveis.
Bom trabalho a todos.
6º ANO (5ª SÉRIE) TEXTO: O MISTÉRIO DACASA MAL ASSOMBRADA
Seguem em anexo as questões referentes ao texto.
Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até dia 21/06/2008 às 18h
1. Em O mistério da casa abandonada, as ações das personagens e a maneira como elas são caracterizadas ajudam a compor o clima de suspense e de aventura da narrativa.
a) Que ações do narrador-personagem e de seus companheiros ajudam na construção desse clima?
b) Qual é o papel assumido pelo narrador-personagem e por seus companheiros nessa aventura?
2. Uma missão secreta de investigação a uma casa abandonada é o tema da narrativa.
a) Qual o termo usado, isto é, como era chamado, quando o narrador-personagem se refere:
Ao grupo de amigos
A Fernando, Mariana, Hindemburgo e Pastoff
Aos nomes Odnanref e Anairam
À casa abandonada
b) Encontre no texto o emprego de outros termos relacionados à situação de investigação e mistério dessa narrativa.
c) Se você fosse escrever uma história cujo tema fosse uma aventura na selva, que palavras escolheria para compor o clima de sua narrativa?
3. De acordo com a narrativa, o casarão é tido como mal-assombrado. A descrição que se faz dele no texto destaca exatamente os aspectos sinistros do lugar.
a) Releia o trecho em que o casarão é descrito e escreva as características de cada parte destacada.
As paredes
O portão
A fachada
A varanda
O telhado
As janelas
b) Na sua opinião, que impressões a descrição do casarão provoca no leitor?
4. Escreva o nome ODNANREF em uma folha de papel. Coloque-o na frente de um espelho e leia nome que aparece.
a) Que relação pode ser estabelecida entre o nome do autor do livro e o do menino que narra a história.
5. Nas narrativas, a ação – os acontecimentos da história – é organizada em uma seqüência chamada enredo. Observe a seguir cada uma das partes em que podemos dividir o enredo.
Apresentação ou Situação Inicial: parte inicial da história, em que se apresentam as personagens, os primeiros acontecimentos e as circunstâncias em que a história se desenvolverá.
Complicação ou Desenvolvimento: parte em que o conflito se inicia, isto é, quando surgem as complicações, os problemas, que serão resolvidos ao longo da história.
Clímax: parte culminante da história; é o momento de maior tensão, quando o conflito chega a seu ponto máximo.
Desfecho ou Situação Final: parte final da narrativa, que pode ser surpreendente, trágica, engraçada, feliz, intrigante etc. É o momento em que o conflito se resolve.
Agora, leia alguns acontecimentos da história e identifique a que parte do enredo eles pertencem:
a) A luz do quarto se acendeu e surgiu um velho horrendo, que avançou sobre as crianças; elas gritaram de pavor e conseguiram escapar com a ajuda do cão, deixando cair na fuga uma vela acesa.
b) O casarão incendiou; a polícia e os bombeiros foram chamados pelos vizinhos, permitindo a prisão do velho, um ladrão perigoso que usava a casa abandonada para esconder objetos roubados.
c) As crianças decidiram investigar um casarão abandonado com o objetivo de descobrir um tesouro escondido.
d) Na calada da noite, as crianças conseguiram invadir, por uma janela, o casarão abandonado e começaram a investigação.
6. Ao entrarem no primeiro quarto, no andar superior, algo surpreendeu os agentes secretos. Releia o trecho que corresponde a essa passagem – do 21º parágrafo ao 26º em voz alta, de maneira que o tom da fala da personagem seja coerente com a situação descrita e a intenção de surpreender, ameaçar, assustar as crianças.
a) Para transmitir o tom ameaçador da personagem e aumentar a tensão da narrativa, que recurso foi empregado no texto?
b) Que outras informações sobre a personagem ajudam a transmitir a tensão do momento?
c) A aparência e a voz dessa personagem podem nos remeter a que outras personagens de história de ficção?
7. Por que será que as crianças ficaram quietas e nem se encontraram no dia seguinte ao do episódio narrado? Levante hipóteses.
8. Dim-Dom!!! é um jogo de coragem. Cada um dos quatro caminhos possíveis o (a) levará a uma situação diferente. Participe do jogo, que está na última página.
Depois de jogar, escreva resumidamente as partes do enredo de sua aventura, de acordo com o ponto de partida e os caminhos que escolheu.
Apresentação ou Situação Inicial
Complicação ou Desenvolvimento
Clímax
Desfecho ou Situação Final
Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até dia 21/06/2008 às 18h
1. Em O mistério da casa abandonada, as ações das personagens e a maneira como elas são caracterizadas ajudam a compor o clima de suspense e de aventura da narrativa.
a) Que ações do narrador-personagem e de seus companheiros ajudam na construção desse clima?
b) Qual é o papel assumido pelo narrador-personagem e por seus companheiros nessa aventura?
2. Uma missão secreta de investigação a uma casa abandonada é o tema da narrativa.
a) Qual o termo usado, isto é, como era chamado, quando o narrador-personagem se refere:
Ao grupo de amigos
A Fernando, Mariana, Hindemburgo e Pastoff
Aos nomes Odnanref e Anairam
À casa abandonada
b) Encontre no texto o emprego de outros termos relacionados à situação de investigação e mistério dessa narrativa.
c) Se você fosse escrever uma história cujo tema fosse uma aventura na selva, que palavras escolheria para compor o clima de sua narrativa?
3. De acordo com a narrativa, o casarão é tido como mal-assombrado. A descrição que se faz dele no texto destaca exatamente os aspectos sinistros do lugar.
a) Releia o trecho em que o casarão é descrito e escreva as características de cada parte destacada.
As paredes
O portão
A fachada
A varanda
O telhado
As janelas
b) Na sua opinião, que impressões a descrição do casarão provoca no leitor?
4. Escreva o nome ODNANREF em uma folha de papel. Coloque-o na frente de um espelho e leia nome que aparece.
a) Que relação pode ser estabelecida entre o nome do autor do livro e o do menino que narra a história.
5. Nas narrativas, a ação – os acontecimentos da história – é organizada em uma seqüência chamada enredo. Observe a seguir cada uma das partes em que podemos dividir o enredo.
Apresentação ou Situação Inicial: parte inicial da história, em que se apresentam as personagens, os primeiros acontecimentos e as circunstâncias em que a história se desenvolverá.
Complicação ou Desenvolvimento: parte em que o conflito se inicia, isto é, quando surgem as complicações, os problemas, que serão resolvidos ao longo da história.
Clímax: parte culminante da história; é o momento de maior tensão, quando o conflito chega a seu ponto máximo.
Desfecho ou Situação Final: parte final da narrativa, que pode ser surpreendente, trágica, engraçada, feliz, intrigante etc. É o momento em que o conflito se resolve.
Agora, leia alguns acontecimentos da história e identifique a que parte do enredo eles pertencem:
a) A luz do quarto se acendeu e surgiu um velho horrendo, que avançou sobre as crianças; elas gritaram de pavor e conseguiram escapar com a ajuda do cão, deixando cair na fuga uma vela acesa.
b) O casarão incendiou; a polícia e os bombeiros foram chamados pelos vizinhos, permitindo a prisão do velho, um ladrão perigoso que usava a casa abandonada para esconder objetos roubados.
c) As crianças decidiram investigar um casarão abandonado com o objetivo de descobrir um tesouro escondido.
d) Na calada da noite, as crianças conseguiram invadir, por uma janela, o casarão abandonado e começaram a investigação.
6. Ao entrarem no primeiro quarto, no andar superior, algo surpreendeu os agentes secretos. Releia o trecho que corresponde a essa passagem – do 21º parágrafo ao 26º em voz alta, de maneira que o tom da fala da personagem seja coerente com a situação descrita e a intenção de surpreender, ameaçar, assustar as crianças.
a) Para transmitir o tom ameaçador da personagem e aumentar a tensão da narrativa, que recurso foi empregado no texto?
b) Que outras informações sobre a personagem ajudam a transmitir a tensão do momento?
c) A aparência e a voz dessa personagem podem nos remeter a que outras personagens de história de ficção?
7. Por que será que as crianças ficaram quietas e nem se encontraram no dia seguinte ao do episódio narrado? Levante hipóteses.
8. Dim-Dom!!! é um jogo de coragem. Cada um dos quatro caminhos possíveis o (a) levará a uma situação diferente. Participe do jogo, que está na última página.
Depois de jogar, escreva resumidamente as partes do enredo de sua aventura, de acordo com o ponto de partida e os caminhos que escolheu.
Apresentação ou Situação Inicial
Complicação ou Desenvolvimento
Clímax
Desfecho ou Situação Final
sexta-feira, 16 de maio de 2008
ECLUSA DA USINA DE NOVA AVANHANDAVA-SP E BARCO ODISSÉIA DE BURITAMA-SP
Pessoal gostaram do passeio? Acredito que sim, pois nos divertimos e vimos na prática o que aprendemos teoricamente nas aulas de Geografia.
Partindo disso, gotaria que vocês comentassem como foi presenciar algo que haviam estudado teoricamente ou que ainda vão estudar. Como foi andar de barco em pleno rio Tietê e ver que toda aquela poluição, que há nela em São Paulo - Capital -, não vemos no interior.
Assim, gostaria que postassem, aqui, os pontos mais importantes deste ótimo passeio, coordenado pela Coordenadora Ejania e idealizado pelo Professor de Geografia Adeilton. Aderido por vocês, alunos. Contando, também, com a participação dos pais Ana Paula e Milton; e
minha Professor Anderson.
Obrigado.
Comentários recebidos até 23-05-2008.
Partindo disso, gotaria que vocês comentassem como foi presenciar algo que haviam estudado teoricamente ou que ainda vão estudar. Como foi andar de barco em pleno rio Tietê e ver que toda aquela poluição, que há nela em São Paulo - Capital -, não vemos no interior.
Assim, gostaria que postassem, aqui, os pontos mais importantes deste ótimo passeio, coordenado pela Coordenadora Ejania e idealizado pelo Professor de Geografia Adeilton. Aderido por vocês, alunos. Contando, também, com a participação dos pais Ana Paula e Milton; e
minha Professor Anderson.
Obrigado.
Comentários recebidos até 23-05-2008.
quinta-feira, 15 de maio de 2008
AVISO A TODOS OS PAIS E ALUNOS.
Senhores pais e alunos,
Na semana de 21 a 30/05/2008, não haverá textos para serem comentados no blog em virtude da semana de avaliação mensal da Escola Dinâmica Anglo, por isso dediquem-se ao estudo diário, pois "aula dada hoje, é aula estudada hoje".
Após a semana de avaliação, retornaremos aos trabalhos.
Obrigado.
Professor Anderson J. de Paula.
Na semana de 21 a 30/05/2008, não haverá textos para serem comentados no blog em virtude da semana de avaliação mensal da Escola Dinâmica Anglo, por isso dediquem-se ao estudo diário, pois "aula dada hoje, é aula estudada hoje".
Após a semana de avaliação, retornaremos aos trabalhos.
Obrigado.
Professor Anderson J. de Paula.
9º ano (8ª série) - Texto: Quero
Prezados amigos, seguem as questões para interpretação do texto.
Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até 20/05/08 até às 18h.
1. O poema mostra como o eu-lírico se sente diante da paixão, do amor. Que estrofe do poema você “diria”, “declararia”, “declamaria” à pessoa amada? Transcreva-a
2. No poema, a descoberta do amor não determina ao eu-lírico a certeza de sua realização.
a) Como o eu-lírico se mostra em todo o poema?
b) O que representa a pessoa amada para o eu-lírico?
3. O título Quero transmite um tom incisivo (insistente) ao poema e se repete três vezes ao longo do texto.
a) O que essa repetição indica em relação ao comportamento do eu-lírico?
b) A primeira estrofe revela o desejo intenso do eu-lírico de ovir “eu te amo”. Como é transmitida essa intensidade?
c) O tom incisivo do “quero” permanece em todo o poema? Justifique.
4. Na segunda e terceira estrofes, o eu-lírico declara sua insegurança quanto ao que o ser amado sente.
a) Em que momento essa insegurança desaparece?
b) Que recuso lingüístico é empregado na terceira estrofe para evidenciar a idéia de exaustão a que o eu-lírico se refere?
5. Na quarta estrofe, o eu-lírico torna-se ainda mais incisivo e objetivo.
a) Identifique a forma verbal que leva a essa conclusão.
b) Observa-se também o emprego do pronome isto três vezes. O que o uso desse recurso indica sobre o jeito de o eu-lírico ver o amor?
6. O desfecho do poema nos remete a uma situação de dependência do eu-lírico em relação ao que o outro sente.
a) Como você interpreta o verso “Eu te amoamoamoamoamo”?
b) O que sugere a ligação entre as palavras no verso “Eu te amoamoamoamoamo” sobre o momento vivido pelo eu-lírico?
7. Em sua opinião, o que a disposição, número de sílabas e o número irregular dos versos nas estrofes, enfatizam sobre o sentido do texto?
Bom trabalho e bons estudos para as avaliações mensais.
Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até 20/05/08 até às 18h.
1. O poema mostra como o eu-lírico se sente diante da paixão, do amor. Que estrofe do poema você “diria”, “declararia”, “declamaria” à pessoa amada? Transcreva-a
2. No poema, a descoberta do amor não determina ao eu-lírico a certeza de sua realização.
a) Como o eu-lírico se mostra em todo o poema?
b) O que representa a pessoa amada para o eu-lírico?
3. O título Quero transmite um tom incisivo (insistente) ao poema e se repete três vezes ao longo do texto.
a) O que essa repetição indica em relação ao comportamento do eu-lírico?
b) A primeira estrofe revela o desejo intenso do eu-lírico de ovir “eu te amo”. Como é transmitida essa intensidade?
c) O tom incisivo do “quero” permanece em todo o poema? Justifique.
4. Na segunda e terceira estrofes, o eu-lírico declara sua insegurança quanto ao que o ser amado sente.
a) Em que momento essa insegurança desaparece?
b) Que recuso lingüístico é empregado na terceira estrofe para evidenciar a idéia de exaustão a que o eu-lírico se refere?
5. Na quarta estrofe, o eu-lírico torna-se ainda mais incisivo e objetivo.
a) Identifique a forma verbal que leva a essa conclusão.
b) Observa-se também o emprego do pronome isto três vezes. O que o uso desse recurso indica sobre o jeito de o eu-lírico ver o amor?
6. O desfecho do poema nos remete a uma situação de dependência do eu-lírico em relação ao que o outro sente.
a) Como você interpreta o verso “Eu te amoamoamoamoamo”?
b) O que sugere a ligação entre as palavras no verso “Eu te amoamoamoamoamo” sobre o momento vivido pelo eu-lírico?
7. Em sua opinião, o que a disposição, número de sílabas e o número irregular dos versos nas estrofes, enfatizam sobre o sentido do texto?
Bom trabalho e bons estudos para as avaliações mensais.
8º ano (7ªsérie) - Texto: A transformação.
Prezados amigos, seguem as questões para interpretação do texto.
Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até 20/05/08 até as 17h30m.
1. Algumas transformações que ocorrem na adolescência são o tema desse texto.
a) Dentre as afirmações a seguir, transcreva a que melhor apresenta o assunto abordado no texto.
“Banho só na base de muita ameaça.”
“Mudanças estranhas estão acontecendo com meu filho.”
“Jamais se preocupou com o aniversário de ninguém, a não ser com os de “Magic Johnson e de Michael Jordan.”
b) Que exemplos o narrador apresenta para comprovar essa afirmação?
2. Leia o verbete metamorfose.
Metamorfose s.f. 1. Transformação de um ser ou de uma coisa. 2. Mudança de forma. [...] 6. (Fig.) Modificação considerável no estado ou no caráter de uma pessoa.
Adriano da Gama Kury. Minidicionário Gama Kury da língua portuguesa. São Paulo, FTD, 2002, p. 700
a) De acordo com o texto, qual é a metamorfose vivida pelo adolescente?
b) Que mudanças no comportamento do adolescente foram observadas a partir destas passagens do texto?
“Nunca ia a festas, não dançava [...].”
“[...] não ligava para roupas.”
“Jamais se preocupou com o aniversário de ninguém [...].”
Não atendia ao telefone.
“[...] jogava bola o dia inteiro [...].”
3. No segundo parágrafo, o narrador percebe uma mudança no comportamento do filho.
a) O que pode ser percebido sobre o estado de espírito em que se encontra o adolescente?
b) O que indicam as reticências empregadas no final do parágrafo?
4. O filho diz ao pai que quer uma camisa nova (preta) para ir ao aniversário de uma colega.
a) Como ele se refere à colega que irá fazer aniversário?
b) Por que, ma sua opinião, o garoto dirige-se ao pai dessa maneira?
5. No diálogo entre pai e filho aparecem trechos dentro de parênteses. Por que foram usados os parênteses nesses trechos?
6. Num determinado momento do diálogo, o pai pergunta diretamente ao filho se ele está namorando. Por que a expressão “sua colega” foi colocada entre aspas?
7. No diálogo entre o narrador-personagem e o filho, é possível observar traços da oralidade, como no trecho abaixo. Reproduza oralmente esse diálogo, observando a entonação e o ritmo da fala das personagens.
“__ Fala direito, cara, oxen!
__ Poxa, meu pai, é aniversário “de minha colega” e eu tenho que ir.
__ Ah, bem legal, e aí?”
Agora responda: o que é possível inferir (entender) sobre a relação entre pai e filho?
Bom trabalho a todos e bons estudos para as avaliações mensais!!
Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até 20/05/08 até as 17h30m.
1. Algumas transformações que ocorrem na adolescência são o tema desse texto.
a) Dentre as afirmações a seguir, transcreva a que melhor apresenta o assunto abordado no texto.
“Banho só na base de muita ameaça.”
“Mudanças estranhas estão acontecendo com meu filho.”
“Jamais se preocupou com o aniversário de ninguém, a não ser com os de “Magic Johnson e de Michael Jordan.”
b) Que exemplos o narrador apresenta para comprovar essa afirmação?
2. Leia o verbete metamorfose.
Metamorfose s.f. 1. Transformação de um ser ou de uma coisa. 2. Mudança de forma. [...] 6. (Fig.) Modificação considerável no estado ou no caráter de uma pessoa.
Adriano da Gama Kury. Minidicionário Gama Kury da língua portuguesa. São Paulo, FTD, 2002, p. 700
a) De acordo com o texto, qual é a metamorfose vivida pelo adolescente?
b) Que mudanças no comportamento do adolescente foram observadas a partir destas passagens do texto?
“Nunca ia a festas, não dançava [...].”
“[...] não ligava para roupas.”
“Jamais se preocupou com o aniversário de ninguém [...].”
Não atendia ao telefone.
“[...] jogava bola o dia inteiro [...].”
3. No segundo parágrafo, o narrador percebe uma mudança no comportamento do filho.
a) O que pode ser percebido sobre o estado de espírito em que se encontra o adolescente?
b) O que indicam as reticências empregadas no final do parágrafo?
4. O filho diz ao pai que quer uma camisa nova (preta) para ir ao aniversário de uma colega.
a) Como ele se refere à colega que irá fazer aniversário?
b) Por que, ma sua opinião, o garoto dirige-se ao pai dessa maneira?
5. No diálogo entre pai e filho aparecem trechos dentro de parênteses. Por que foram usados os parênteses nesses trechos?
6. Num determinado momento do diálogo, o pai pergunta diretamente ao filho se ele está namorando. Por que a expressão “sua colega” foi colocada entre aspas?
7. No diálogo entre o narrador-personagem e o filho, é possível observar traços da oralidade, como no trecho abaixo. Reproduza oralmente esse diálogo, observando a entonação e o ritmo da fala das personagens.
“__ Fala direito, cara, oxen!
__ Poxa, meu pai, é aniversário “de minha colega” e eu tenho que ir.
__ Ah, bem legal, e aí?”
Agora responda: o que é possível inferir (entender) sobre a relação entre pai e filho?
Bom trabalho a todos e bons estudos para as avaliações mensais!!
7º ano (6ªsérie) - Texto: Como ensinar a dobradinha direitos-deveres.
Prezados amigos, seguem as questões para interpretação do texto.
Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até 20/05/08 até às 17h.
1. A psicóloga Rosely Sayão mostra, em seu texto, que o processo educativo de crianças e adolescentes passa obrigatoriamente pela discussão dos conceitos envolvidos na “dobradinha direito-deveres”.
a) A que tipo de público o texto está dirigido?
b) O que fica subentendido na relação entre direitos e deveres, qualificados no texto como uma “dobradinha”?
c) Que argumento a psicóloga utiliza para desenvolver esse tema em seu texto?
2. Pra exemplificar o seu ponto de vista, a autora afirma que a criança e o adolescente chegam a duas conclusões equivocadas sobre o tema.
a) O que as crianças e os adolescentes concluem sobre direitos e deveres?
b) Segundo a autora, que leva crianças e adolescentes a construírem essa idéia equivocada?
c) Você concorda ou discorda do que é afirmado pela autora? Elabore um argumento que justifique sua opinião.
3. No desenvolvimento do texto, a autora apresenta exemplos para comprovar a idéia equivocada que crianças e adolescentes têm a respeito de direitos e deveres.
a) Que situações exemplificam por que crianças e adolescentes acreditam que “o dever atrapalha o direito”?
b) Você já passou por uma situação semelhante, em que tenha cometido o mesmo equívoco? Qual?
4. A autora afirma que os pais e professores, muitas vezes, estimulam, sem perceber ou querer, a confusão entre direitos e deveres.
a) Como eles poderiam contribuir para que as crianças e os jovens tivessem uma percepção mais correta do que são direitos e deveres?
b) Cite três deveres ou obrigações que lhe sejam solicitados em casa, na escola ou na comunidade. A seguir, escreva três direitos que possam ser associados a esses deveres.
5. De acordo com a afirmação a seguir, certos deveres que temos hoje podem ser a garantia de certos direitos.
“[...] o dever de ir à escola restringe a diversão, mas está estreitamente ligado com o direito de uma vida mais digna no futuro.”
A partir dessa idéia, substitua cada * pelo direito que pode ser decorrente dos deveres citados a seguir.
a) Você tem o dever de cuidar do que é público para ter o direito *.
b) Você tem o dever respeitar o jeito de cada um ser para ter o direito *.
6. Pense sobre as questões abaixo e depois escreva sua opinião sustentando-a com um argumento.
a) Estudar é um direito ou um dever de toda criança?
b) Comportar-se de modo civilizado no trânsito é um direito ou um dever de todo cidadão, seja motorista ou pedestre?
c) Defender o meio ambiente é um direito ou um dever do cidadão?
d) Não aceitar comportamentos que revelem discriminação ou preconceito é um direito ou um dever de cada cidadão?
Bom trabalho e bons estudos para as avaliações mensais.
Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até 20/05/08 até às 17h.
1. A psicóloga Rosely Sayão mostra, em seu texto, que o processo educativo de crianças e adolescentes passa obrigatoriamente pela discussão dos conceitos envolvidos na “dobradinha direito-deveres”.
a) A que tipo de público o texto está dirigido?
b) O que fica subentendido na relação entre direitos e deveres, qualificados no texto como uma “dobradinha”?
c) Que argumento a psicóloga utiliza para desenvolver esse tema em seu texto?
2. Pra exemplificar o seu ponto de vista, a autora afirma que a criança e o adolescente chegam a duas conclusões equivocadas sobre o tema.
a) O que as crianças e os adolescentes concluem sobre direitos e deveres?
b) Segundo a autora, que leva crianças e adolescentes a construírem essa idéia equivocada?
c) Você concorda ou discorda do que é afirmado pela autora? Elabore um argumento que justifique sua opinião.
3. No desenvolvimento do texto, a autora apresenta exemplos para comprovar a idéia equivocada que crianças e adolescentes têm a respeito de direitos e deveres.
a) Que situações exemplificam por que crianças e adolescentes acreditam que “o dever atrapalha o direito”?
b) Você já passou por uma situação semelhante, em que tenha cometido o mesmo equívoco? Qual?
4. A autora afirma que os pais e professores, muitas vezes, estimulam, sem perceber ou querer, a confusão entre direitos e deveres.
a) Como eles poderiam contribuir para que as crianças e os jovens tivessem uma percepção mais correta do que são direitos e deveres?
b) Cite três deveres ou obrigações que lhe sejam solicitados em casa, na escola ou na comunidade. A seguir, escreva três direitos que possam ser associados a esses deveres.
5. De acordo com a afirmação a seguir, certos deveres que temos hoje podem ser a garantia de certos direitos.
“[...] o dever de ir à escola restringe a diversão, mas está estreitamente ligado com o direito de uma vida mais digna no futuro.”
A partir dessa idéia, substitua cada * pelo direito que pode ser decorrente dos deveres citados a seguir.
a) Você tem o dever de cuidar do que é público para ter o direito *.
b) Você tem o dever respeitar o jeito de cada um ser para ter o direito *.
6. Pense sobre as questões abaixo e depois escreva sua opinião sustentando-a com um argumento.
a) Estudar é um direito ou um dever de toda criança?
b) Comportar-se de modo civilizado no trânsito é um direito ou um dever de todo cidadão, seja motorista ou pedestre?
c) Defender o meio ambiente é um direito ou um dever do cidadão?
d) Não aceitar comportamentos que revelem discriminação ou preconceito é um direito ou um dever de cada cidadão?
Bom trabalho e bons estudos para as avaliações mensais.
terça-feira, 13 de maio de 2008
6º ano (5ª série) - Texto: Chico Bento vai ao Shopping Center
Caros amigos, seguem as questões para interpretação do texto.
Conforme combinado, as questões podem ser respondidas até 17/05/2008 às 18h.
Antes de ler o texto, na primeira página há três questões embaixo que devem ser respondidas por vocês. Para respondê-las, você lerá o primeiro, segundo e terceiro quadrinhos antes de começar a história.
Questões:
1. Na história, Chico Bento passa por situações que, por viver em um ambiente rural, são inusitadas para ele.
a) Que aspectos (elementos) do shopping chamam a atenção de Chico Bento?
b) Como as pessoas que se encontram no shopping reagem diante das ações de Chico Bento?
c) Na sua opinião, o que leva as pessoas a reagirem dessa forma diante das ações de Chico Bento?
2. As ações da personagem no shopping além de divertir o leitor, trazem uma crítica subentendida. Deduza as críticas que estão “por trás” dos comentários que Chico Bento faz:
a) em relação ao shopping.
Comentário: “Só tem gente i loja, gente i loja...”
b) em relação às lojas.
Comentário: “A fessora mi insinô a lê na língua errada!”
3. A partir desta história, o que é possível inferir (compreender) sobre Chico Bento em relação:
a) ao que gosta?
b) a como se sente na cidade e no campo?
c) ao julgamento que faz das pessoas da cidade e das pessoas do campo?
d) ao que considera ser a vida na cidade e a vida no campo?
4. Chico Bento é uma personagem pertencente ao meio rural, e seu jeito de falar, de se vestir e de ser cativa e encanta o leitor.
a) A linguagem empregada pela personagem é uma variante da linguagem oral. Ele consegue comunicar-se com as demais personagens e com o leitor? Justifique.
b) Que efeito esse jeito de dizer pretende transmitir na construção (montagem) da personagem Chico Bento?
c) Se Chico Bento usasse em sua comunicação a linguagem da norma culta, a personagem teria a mesma força comunicativa? Justifique.
5. O primo de Chico Bento, para evidenciar toda a sua irritação diante do comportamento do primo, diz: “Não precisa dar tanta bandeira que você é um bicho-do-mato, ta?”.
a) As expressões em destaque são típicas da linguagem coloquial. Com que sentido elas foram empregadas?
b) Você concorda com que o primo diz a Chico Bento? Por quê?
6. Algumas palavras e expressões também transmitem as emoções das personagens. Indique a emoção que as palavras abaixo expressam:
a) “UAU!” (Chico Bento – página 1 – quadrinho 4 )
b) “UAI!” (Chico Bento – página 2 – quadrinho 1)
c) “AI!” (homem de escada rolante – página 3 – quadrinho 6)
d) “OH-OH!” (o primo de Chico Bento – página 6 – quadrinho 5)
7. Há palavras que representam os sons como nós ouvimos: são as onomatopéias. Identifique no quadrinho 6 da página 3 a que se refere o som:
a) “TUM”
Bom trabalho a todos.
Conforme combinado, as questões podem ser respondidas até 17/05/2008 às 18h.
Antes de ler o texto, na primeira página há três questões embaixo que devem ser respondidas por vocês. Para respondê-las, você lerá o primeiro, segundo e terceiro quadrinhos antes de começar a história.
Questões:
1. Na história, Chico Bento passa por situações que, por viver em um ambiente rural, são inusitadas para ele.
a) Que aspectos (elementos) do shopping chamam a atenção de Chico Bento?
b) Como as pessoas que se encontram no shopping reagem diante das ações de Chico Bento?
c) Na sua opinião, o que leva as pessoas a reagirem dessa forma diante das ações de Chico Bento?
2. As ações da personagem no shopping além de divertir o leitor, trazem uma crítica subentendida. Deduza as críticas que estão “por trás” dos comentários que Chico Bento faz:
a) em relação ao shopping.
Comentário: “Só tem gente i loja, gente i loja...”
b) em relação às lojas.
Comentário: “A fessora mi insinô a lê na língua errada!”
3. A partir desta história, o que é possível inferir (compreender) sobre Chico Bento em relação:
a) ao que gosta?
b) a como se sente na cidade e no campo?
c) ao julgamento que faz das pessoas da cidade e das pessoas do campo?
d) ao que considera ser a vida na cidade e a vida no campo?
4. Chico Bento é uma personagem pertencente ao meio rural, e seu jeito de falar, de se vestir e de ser cativa e encanta o leitor.
a) A linguagem empregada pela personagem é uma variante da linguagem oral. Ele consegue comunicar-se com as demais personagens e com o leitor? Justifique.
b) Que efeito esse jeito de dizer pretende transmitir na construção (montagem) da personagem Chico Bento?
c) Se Chico Bento usasse em sua comunicação a linguagem da norma culta, a personagem teria a mesma força comunicativa? Justifique.
5. O primo de Chico Bento, para evidenciar toda a sua irritação diante do comportamento do primo, diz: “Não precisa dar tanta bandeira que você é um bicho-do-mato, ta?”.
a) As expressões em destaque são típicas da linguagem coloquial. Com que sentido elas foram empregadas?
b) Você concorda com que o primo diz a Chico Bento? Por quê?
6. Algumas palavras e expressões também transmitem as emoções das personagens. Indique a emoção que as palavras abaixo expressam:
a) “UAU!” (Chico Bento – página 1 – quadrinho 4 )
b) “UAI!” (Chico Bento – página 2 – quadrinho 1)
c) “AI!” (homem de escada rolante – página 3 – quadrinho 6)
d) “OH-OH!” (o primo de Chico Bento – página 6 – quadrinho 5)
7. Há palavras que representam os sons como nós ouvimos: são as onomatopéias. Identifique no quadrinho 6 da página 3 a que se refere o som:
a) “TUM”
Bom trabalho a todos.
sexta-feira, 9 de maio de 2008
9º ano (8ªsérie) Texto: Da Olivetti ao torpedo
Queridos amigos, seguem as questões referentes ao texto.
Conforme combinado, prazo de postagem até 13-05-2008 às 17h
1. A crônica aborda um tema atual: os avanços da tecnologia.
a) Que informação você desconhecia e descobriu com a leitura do texto?
b) Qual o ponto de vista apontado no texto em relação aos avanços tecnológicos?
c) Na sua opinião, com que finalidade se atribuiu um tom humorístico aos fatos narrados no texto?
2. O narrador-personagem inicia o texto referindo-se a fatos de sua infância.
a) A que ele se refere como "presente inesquecível"?
b) Quantos anos ele tinha e qual sua reação ao receber o presente?
3. Ao iniciar o curso, o narrador-personagem rapidamente aprende a usar as teclas da máquina de escrever.
a) Que expressões empregadas evidenciam essa agilidade?
b) Ele gostou muito de teclar a máquina. Que frase comprova esse sentimento do cronista?
4. A crônica também apresenta um momento glorioso vivenciado pelo narrador-personagem na 8ª série.
a) Como ele se destaca dos seus colegas?
b) Que recursos linguísticos são empregados para ressaltar a sonoridade das teclas? O que eles sugerem ao leitor?
5. De acordo com a crônica, a máquina de escrever do momento é o celular.
a) O narrador-personagem se inclui no público usuário dessa máquina? A que tipo de público epecificamente ele se refere?
b) Como ele se sente diante dessa "máquina de escrever"?
6. Na crônica são apresentados alguns argumentos que servem para justificar o ponto de vista do narrador-personagem sobre o uso do celular.
a) Que argumento é utilizado para justificar a dificuldade em digitar as teclas do celular?
b) Ao explicar por que o celular possuiu poucas teclas, o narrador faz uma crítica implícita. O que ou quem é criticado? Por quê?
Agora esta última questão refere-se a segunda parte "apliando o texto"
7. Este texto "A revolução científica" contido na parte "apliando o texto" tem como objetivo expor a evolução científica vivenciada pelo homem.
a) A finalidade desse texto é: persuadir (convencer) o leitor, transmitir dados e informações ou relatar experiências vividas por alguns cientistas?
b) Que conteúdo ele apresenta?
Bom trabalho a todos.
Conforme combinado, prazo de postagem até 13-05-2008 às 17h
1. A crônica aborda um tema atual: os avanços da tecnologia.
a) Que informação você desconhecia e descobriu com a leitura do texto?
b) Qual o ponto de vista apontado no texto em relação aos avanços tecnológicos?
c) Na sua opinião, com que finalidade se atribuiu um tom humorístico aos fatos narrados no texto?
2. O narrador-personagem inicia o texto referindo-se a fatos de sua infância.
a) A que ele se refere como "presente inesquecível"?
b) Quantos anos ele tinha e qual sua reação ao receber o presente?
3. Ao iniciar o curso, o narrador-personagem rapidamente aprende a usar as teclas da máquina de escrever.
a) Que expressões empregadas evidenciam essa agilidade?
b) Ele gostou muito de teclar a máquina. Que frase comprova esse sentimento do cronista?
4. A crônica também apresenta um momento glorioso vivenciado pelo narrador-personagem na 8ª série.
a) Como ele se destaca dos seus colegas?
b) Que recursos linguísticos são empregados para ressaltar a sonoridade das teclas? O que eles sugerem ao leitor?
5. De acordo com a crônica, a máquina de escrever do momento é o celular.
a) O narrador-personagem se inclui no público usuário dessa máquina? A que tipo de público epecificamente ele se refere?
b) Como ele se sente diante dessa "máquina de escrever"?
6. Na crônica são apresentados alguns argumentos que servem para justificar o ponto de vista do narrador-personagem sobre o uso do celular.
a) Que argumento é utilizado para justificar a dificuldade em digitar as teclas do celular?
b) Ao explicar por que o celular possuiu poucas teclas, o narrador faz uma crítica implícita. O que ou quem é criticado? Por quê?
Agora esta última questão refere-se a segunda parte "apliando o texto"
7. Este texto "A revolução científica" contido na parte "apliando o texto" tem como objetivo expor a evolução científica vivenciada pelo homem.
a) A finalidade desse texto é: persuadir (convencer) o leitor, transmitir dados e informações ou relatar experiências vividas por alguns cientistas?
b) Que conteúdo ele apresenta?
Bom trabalho a todos.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
8º ano (7ª série) - Texto: Megabytes de paixão
Queridos amigos, seguem as questões para interpretação do texto.
Conforme combinado, as respostas devem ser postadas até segunda-feira 12-05-2008 às 17h
1. Nesse texto, a narrativa se desenvolve a partir da queda do sistema de computadores num escritório.
a) Qual é o tema o texto?
b) Como as personagens se identificavam e se relacionavam até esse momento?
2. Ao levantar-se da cadeira, Vandemilson faz várias descobertas.
a) O que ele descobre sobre o seu local de trabalho?
b) O que a personagem sente ao encontrar pessoas trabalhando tão próximas?
3. O autor, ao conquistar o texto, utiliza um conjunto de palavras e expressões comuns a um determinado grupo.
a) A que grupo de leitores esse texto é mais especialmente dirigido?
b) Analisando o veículo de publicação do texto, por que o autor escolheu esse tipo de linguagem para escrever a crônica?
c) O que a linguagem empregada no texto, com tantas palavras e termos ligados à informática, pretende expressar?
d) Observe as expressões de informática utilizadas no texto. Podem-se encontrar algumas no sentido figurado? Quais são elas e em que sentido estão empregadas?
4. Releia do 14º ao 18º parágrafo. Ao se dar conta de que Natália era, definitivamente, a mulher com quem sempre sonhara, Vandemilson arriscou uma questão íntima.
a) Na conversa estabelecida entre eles, percebe-se um jogo de sentidos: o sentido real e o figurado. Qual é o sentido real, denotativo dessa conversa?
b) E qual é o sentido figurado?
c) Após ouvir as respostas de Natália, como Vandemilson se sente?
d) Que termos são empregados para descrever o modo como Vandemilson vê Nat e o que ele sente?
e) Observe a construção das falas do diálogo. São frases curtas ou longas? O que elas determinam sobre a maneira de as pessoas se relacionarem?
5. Esse texto retrata a visão do cronista sobre um tema do cotidiano. Qual o ponto de vista do cronista sobre as relações interpessoais?
6. No último parágrafo, o cronista expõe o que pensa sobre o assunto desenvolvido na crônica.
a) Levando em conta o veículo de publicação do texto e o público-alvo, qual pode ter sido o objetivo dessa crônica?
b) Que sentidos podem ser atribuídos a esse parágrafo?
Bom trabalho a todos.
Conforme combinado, as respostas devem ser postadas até segunda-feira 12-05-2008 às 17h
1. Nesse texto, a narrativa se desenvolve a partir da queda do sistema de computadores num escritório.
a) Qual é o tema o texto?
b) Como as personagens se identificavam e se relacionavam até esse momento?
2. Ao levantar-se da cadeira, Vandemilson faz várias descobertas.
a) O que ele descobre sobre o seu local de trabalho?
b) O que a personagem sente ao encontrar pessoas trabalhando tão próximas?
3. O autor, ao conquistar o texto, utiliza um conjunto de palavras e expressões comuns a um determinado grupo.
a) A que grupo de leitores esse texto é mais especialmente dirigido?
b) Analisando o veículo de publicação do texto, por que o autor escolheu esse tipo de linguagem para escrever a crônica?
c) O que a linguagem empregada no texto, com tantas palavras e termos ligados à informática, pretende expressar?
d) Observe as expressões de informática utilizadas no texto. Podem-se encontrar algumas no sentido figurado? Quais são elas e em que sentido estão empregadas?
4. Releia do 14º ao 18º parágrafo. Ao se dar conta de que Natália era, definitivamente, a mulher com quem sempre sonhara, Vandemilson arriscou uma questão íntima.
a) Na conversa estabelecida entre eles, percebe-se um jogo de sentidos: o sentido real e o figurado. Qual é o sentido real, denotativo dessa conversa?
b) E qual é o sentido figurado?
c) Após ouvir as respostas de Natália, como Vandemilson se sente?
d) Que termos são empregados para descrever o modo como Vandemilson vê Nat e o que ele sente?
e) Observe a construção das falas do diálogo. São frases curtas ou longas? O que elas determinam sobre a maneira de as pessoas se relacionarem?
5. Esse texto retrata a visão do cronista sobre um tema do cotidiano. Qual o ponto de vista do cronista sobre as relações interpessoais?
6. No último parágrafo, o cronista expõe o que pensa sobre o assunto desenvolvido na crônica.
a) Levando em conta o veículo de publicação do texto e o público-alvo, qual pode ter sido o objetivo dessa crônica?
b) Que sentidos podem ser atribuídos a esse parágrafo?
Bom trabalho a todos.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
7º ano (6ªsérie) - Texto: A carta.
Queridos amigos, seguem as questões referentes ao texto desta semana.
Prazo para postagem: Domingo - 11-05-2008 às 14h30m
1. O texto inicia-se com um conflito, em torno do qual se desenvolve toda a história.
a) Que acontecimento desencadeia (abre) o conflito da narrativa?
b) Qual é o conflito da narrativa?
2. As ações das personagens são concentradas em tempo e espaço limitados.
a) Determine o tempo de duração a partir do dia em que Marta fez plantão em frente ao edifício de Haroldo e o desfecho da narrativa.
b) Qual a expressão usada que se repete, possibilitando a marcação desse tempo? Que efeito essa repetição produz às ações da narrativa?
c) O espaço tem como função principal situar as ações das personagens. Em que lugar se concentra a ação dessas personagens?
3. No terceiro dia, o carteiro desconfia do comportamento de Marta.
a) Qual é a reação dela diante da desconfiaça do carteiro?
b) Como o carteiro se comporta diante da reação da personagem?
5. No quarto dia, Marta "ficou sabendo que o carteiro se chamava Jessé [...]"
a) Como, provavelmente, Marta obteve as informações sobre Jessé?
b) O que fica subentendido sobre o sentimento entre as personagens nesse momento?
6. Passados alguns dias, Jessé convida Marta para ir a sua casa. Identifique o item que poderia substituir as reticências do seguinte frase: "se ela não se importasse...". Depois complete-a.
Prazo para postagem: Domingo - 11-05-2008 às 14h30m
1. O texto inicia-se com um conflito, em torno do qual se desenvolve toda a história.
a) Que acontecimento desencadeia (abre) o conflito da narrativa?
b) Qual é o conflito da narrativa?
2. As ações das personagens são concentradas em tempo e espaço limitados.
a) Determine o tempo de duração a partir do dia em que Marta fez plantão em frente ao edifício de Haroldo e o desfecho da narrativa.
b) Qual a expressão usada que se repete, possibilitando a marcação desse tempo? Que efeito essa repetição produz às ações da narrativa?
c) O espaço tem como função principal situar as ações das personagens. Em que lugar se concentra a ação dessas personagens?
3. No terceiro dia, o carteiro desconfia do comportamento de Marta.
a) Qual é a reação dela diante da desconfiaça do carteiro?
b) Como o carteiro se comporta diante da reação da personagem?
5. No quarto dia, Marta "ficou sabendo que o carteiro se chamava Jessé [...]"
a) Como, provavelmente, Marta obteve as informações sobre Jessé?
b) O que fica subentendido sobre o sentimento entre as personagens nesse momento?
6. Passados alguns dias, Jessé convida Marta para ir a sua casa. Identifique o item que poderia substituir as reticências do seguinte frase: "se ela não se importasse...". Depois complete-a.
- eu vou gostar muito de recebê-la.
- em visitar uma casa simples e humilde, ele ficaria feliz.
- ele não a convidaria mais.
7. No final, o leitor é surpreendido pela decisão de Marta de mandar Jessé entregar a carta, após ficar "olhando o envelope por um longo minuto".
a) Por que, na sua opinião, ela toma essa decisão?
b) Por que esse desfecho surpreende Jessé?
Bom trabalho a todos.
6º ano (5ª série) - Texto: Mila
Queridos amigos, seguem as questões referentes ao texto desta semana.
Conforme combinado, até dia 11-05-2008 às 14h
1) Nesse texto, o cronista revela o enorme sentimento de amor entre ele e seu cão, do momento da adoção até o dia em que o levou para o sacrifício.
a) Que trecho do texto revela o primeiro e o último contato entre o cronista e seu cão?
b) Você já viveu ou vivencia experiência semelhante?
2) Com que propósito, na sua opinião, o cronista publicou essa história em um jornal?
3) É comum a idéia de que são as pessoas que escolhem os seus animais de estimação. Segundo o cronista, no momento da adoção foi Mila que o escolheu como dono.
a) Por que você acha que o cronista inverteu essa idéia?
b) Em que outro momento o cronista confirma essa idéia?
4) Leia os versos a seguir. A partir da idéia ou imagem que transmitem, estabeleça uma associação com alguma situação narrada na crônica de Cony.
Observação: para cada estrofe faça uma associação com a situação do texto, isto é, terá três associações.
a) "A estrela cadente
me caiu
ainda quente
na palma da mão.
[...]"
(Paulo Leminski)
b) "O vento está dormindo na calçada,
O vento enovelou-se como um cão...
Dorme, ruazinha... Não há nada..."
(Mário Quintana)
c) "Aquilo que ontem cantava
já não canta.
Morreu de uma flor na boca:
Não do espinho na garganta."
(Cecília Meirelles)
5) Localize, na crônica, expressões que caracterizam:
a) o narrador como carinhoso e amigo.
b) Mila como pequena e carinhosa.
Bom trabalho a todos.
Conforme combinado, até dia 11-05-2008 às 14h
1) Nesse texto, o cronista revela o enorme sentimento de amor entre ele e seu cão, do momento da adoção até o dia em que o levou para o sacrifício.
a) Que trecho do texto revela o primeiro e o último contato entre o cronista e seu cão?
b) Você já viveu ou vivencia experiência semelhante?
2) Com que propósito, na sua opinião, o cronista publicou essa história em um jornal?
3) É comum a idéia de que são as pessoas que escolhem os seus animais de estimação. Segundo o cronista, no momento da adoção foi Mila que o escolheu como dono.
a) Por que você acha que o cronista inverteu essa idéia?
b) Em que outro momento o cronista confirma essa idéia?
4) Leia os versos a seguir. A partir da idéia ou imagem que transmitem, estabeleça uma associação com alguma situação narrada na crônica de Cony.
Observação: para cada estrofe faça uma associação com a situação do texto, isto é, terá três associações.
a) "A estrela cadente
me caiu
ainda quente
na palma da mão.
[...]"
(Paulo Leminski)
b) "O vento está dormindo na calçada,
O vento enovelou-se como um cão...
Dorme, ruazinha... Não há nada..."
(Mário Quintana)
c) "Aquilo que ontem cantava
já não canta.
Morreu de uma flor na boca:
Não do espinho na garganta."
(Cecília Meirelles)
5) Localize, na crônica, expressões que caracterizam:
a) o narrador como carinhoso e amigo.
b) Mila como pequena e carinhosa.
Bom trabalho a todos.
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