terça-feira, 22 de setembro de 2009

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

DESAFIO - 6º ANO

COMO SÃO FORMADAS AS PREPOSIÇÕES PELO E PELA?

domingo, 5 de abril de 2009

9° ANO (8ª SÉRIE) O CASAMENTO

Conforme combinado as respostas deverão ser postadas até dia 08 de abril de 2009 (quarta-feira) às 18h30m


Bom trabalho a todos.



1-) A filha comunica ao pai seu desejo de casar-se de modo tradicional. Ele acha ótimo. Considerando-se o papel que o pai da noiva tem no casamento tradicional, levante hipóteses: Por que ele gosta da idéia?


2-) A filha quer ter um casamento tradicional, mas com algumas novidades.

a-) O que ela imagina no lugar do órgão e da música de Mendelssohn?

b-) Na sua opinião, o que verdadeiramente há de tradicional nesse casamento?


3-) Repare agora nestes dois comentários do pai:

"— Eu sei que não é da minha conta. Afinal, eu sou só o pai da noiva. Um nada. Na recepção vão me confundir com um garçom."
"— Desculpe. Eu sou apenas o pai. Um inseto. Me esmigalha. Eu mereço."

Por esses comentários, é correto dizer que o pai:

a-) se faz de vítima e quer maior atenção.

b-) ficou decepcionado com o tipo de casamento que a filha deseja fazer e, por isso, se menospreza.

c-) está feliz e orgulhoso com a idéia de participar do casamento da filha, mesmo que seja um casamento diferente dos convencionais.


4-) Observe o que o pai diz, referindo-se ao futuro genro e à filha:

• "— Eu não estou implicando. Eu gosto dele. Eu até o beijaria na testa se algum dia tirasse aquele capacete de motoqueiro."
• "— Mas que implicância? É um ótimo rapaz. Tem uma boa cabeça. Pelo menos eu imagino que seja cabeça o que ele tem debaixo do capacete."
•"É como se fosse um filho. Eu às vezes fico esperando que ele me peça uma mesada."
•"Por um estranho processo de degeneração genética, eu sou pai de uma gatona."
•"Varum e Gatona, a dupla dinâmica, está neste momento, sozinha, no meio do mato."

a-) Que contradição se verifica na primeira e na segunda fala do pai?

b-) Em todas essas falas, com que tipo de postura o pai se refere ao rapaz?
• irônica •compreensiva •amiga

c-) Com base nessas falas, conclua: O rapaz é o genro ideal, aquele que o pai da moça esperava ter? Que comportamentos do pais justificam sua resposta?


5-) Varum e Gatona se preparam para acampar. O pai fica preocupado, mas todos dizem que não há perigo.

a-) Qual é a verdadeira preocupação do pai da Gatona?

b-) Isso revela que os valores do pai, quanto a relacionamento amoroso, são liberais ou conservadores?


6-) O pai vai conversar com o Padre Osni a respeito da cerimônia.

a-) Na sua opinião, qual é a provável intenção dele ao procurar o padre?

b-) A expectativa do pai é atendida? Por quê?


7-) Padre Osni também surpreende o sogro de Varum. Com base nas idéias do padre, no seu apelido, nasua linguagem e no boné que ele usa na cerimônia, conclua:

a-) O padre provavelmente é jovem ou idoso? Justifique.

b-) O padre revela ter sobre o casamento uma concepção liberal ou conservadora? Justifique.


8-) O sogro mostra-se o mais conservador de todos nessa história. Contudo, nem sempre foi assim. Quefatos de sua juventude comprovam que ele também foi um jovem de comportamento ousado?


9-) O narrador não descreve como foi o casamento. Mas, por meio da conversa entre o sogro e o genro,é possível conhecer alguns detalhes da cerimônia.

a-) Considerando sua resposta à questão 8, responda: O comportamento do sogro surpreende? Por quê?

b-) O desfecho da história faz crer que o comportamento do sogro na cerimônia não ocorreu por acaso, mas é resultado de um processo de mudanças que ele vinha assimilando aos poucos. Dos trechos a seguir, identifique aquele que comprova isso e, em seguida, explique por quê.

• "— Como, não tem perigo? Um homem e uma mulher, dentro de uma tenda, no meio do mato?"
• "— Não, Padre Tuco. É que a Ga... A Maria Helena me disse que ela pretende entrar dançando na igreja."
•"— Acampar? Só vocês dois?"


10-) O texto enfoca uma situação em que se chocam valores de duas gerações. Sobre esse choque, responda:

a-) A diferença de valores é vista como uma barreira intransponível para o relacionamento familiar entre pais e filhos? Justifique.

b-) De acordo com o texto, os valores das pessoas são fixos e imutáveis ou podem mudar como resultado de novas experiências? Comprove sua resposta com dados do texto.


11-) Os versos que seguem são um trecho de uma música do grupo Legião Urbana. Leia-os:

Você me diz que seus pais não entendem
Mas você não entende seus pais.
Você culpa seus pais por tudo
E isso é absurdo.
São crianças como você.
O que você vai ser
Quando você crescer?

(Dado Villa-Lobos, Renato Russo e Marcelo Bonfá)

Comparando os versos com o texto lido, aponte:

a-) uma semelhança entre eles;

b-) uma diferença entre eles.

8° ANO (7ª SÉRIE) RELATO DE OCORRÊNCIA EM QUE QUALQUER SEMELHANÇA NÃO É MERA COINCIDÊNCIA

Conforme combinado as respostas deverão ser postadas até dia 08 de abril de 2009 (quarta-feira) às 18h



Bom trabalho a todos.



1-) O texto lido é um conto e se chama "Relato de ocorrência em que qualquer semelhança não é mera coincidência". A expressão relato de ocorrência faz lembrar outra bastante utilizada no meio policial: boletim de ocorrência ou B.O. Na parte inicial do texto, até determinado parágrafo, vários elementos da linguagem aproximam o conto da notícia policial.

a-) Identifique ao menos três elementos do texto que sejam comuns na linguagem da notícia policial.

b-) A partir de qual parágrafo o texto passa a ter feições diferentes da notícia policial?


2-) Considerando os fatos inicialmente narrados e o rumo que a narrativa toma após o envolvimento das personagens Elias, Lucília, Marcílio e Ivonildo, nota-se que há uma quebra de expectativa no texto.

a-) O que se esperava que o texto fosse relatar em primeiro plano? Por quê?

b-) Que fato ganha o primeiro plano na narrativa?


3-) Releia o 6° e o 7° parágrafos, observando as ações e o estado emocional de Elias.

a-) Como está Elias emocionalmente nesses parágrafos?

b-) Que comportamento repetitivo de Elias confirma esse estado emocional?

c-) Quando Elias pede um facão à mulher, é criada outra expectativa que não se cumpre. Conside­rando o contexto e o estado emocional da personagem, levante hipóteses: O leitor é levado a supor que Elias pede o facão com que finalidade?

d-) Qual das seguintes frases do texto confirma a resposta dada ao item acima?
• "Elias cospe no chão várias vezes, com força, até que a sua boca seca."
• "Elias segura o facão na mão, como se fosse um punhal"
• "Bom dia, diz Elias entre dentes, olhando pros lados."

4-) Observe as frases seguintes, ditas por Elias a Marcílio e Ivonildo no momento em que a polícia está embaixo da ponte, resgatando os mortos:

"A situação não anda boa não"
"Se eu pudesse eu também era rico"

a-) Essas frases são incoerentes com o contexto da tragédia. Por quê?

b-) Considerando que, em seguida, Elias começa a descarnar a vaca, essas frases passam a ter relação com o novo contexto? Por quê?


5-) Além dos moradores da região em que ocorreu o acidente, outras pessoas se aproximam da vaca e também tentam tirar proveito da situação. Levante hipóteses:

a-) Por que, na sua opinião, as personagens não permitem que o açougueiro e seus dois ajudantes participem?

b-) Por que o motorista do carro da polícia recebe autorização e até uma faca para pegar carne?

c-) Levante hipóteses: Por que o motorista é o único que nada diz ao açougueiro?

6-) Embora o texto focalize as ações ocorridas sobre a ponte, fica implícito um paralelismo, isto é, uma correspondência entre essas ações e as que estão ocorrendo embaixo da ponte. Nos dois espaços, há morte e sangue.

a-) Compare as ações das personagens em cima da ponte com as prováveis ações dos policiais embaixo da ponte. Em que se assemelham?

b-) Embaixo da ponte, os policiais deparam com a morte, e isso certamente lhes provoca tristeza. Que significado tem a morte para as persona­gens em cima da ponte?

c-) Que circunstância relacionada com a mulher de Elias se associa à vida?


7-) Os textos de Rubem Fonseca às vezes produzem no leitor um sentimento de grande perplexidade, devido ao absurdo de certas situações, que levam as personagens a perder completamente os sentimentos e o senso de humanidade e a quase se tornar animais.

a-) Que atitudes e comportamentos das personagens revelam brutalidade, animalização e perda de sentimentos e do senso de humanidade?

b-) Com base nos fatos do texto, qual a causa desse embrutecimento do ser humano?


8-) O conto é um gênero literário que tem algumas semelhanças com a crônica: é curto e apresenta tempo, espaço e número de personagens limitados. O conto, porém, costuma ser mais denso e profundo, com personagens trabalhadas psicologicamente. Tais características se verificam no conto lido? Justifique.


9-) Considere o título do conto. Você já deve ter visto certos filmes ou novelas de TV que trazem nos letreiros finais uma observação deste tipo: "Esta é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com fatos ou pessoas conhecidas é mera coincidência". Por meio desse aviso, os produtores dos filmes ou novelas procuram garantir que a obra não se baseia em pessoas ou acontecimentos reais. No conto de Rubem Fonseca:

a-) Há preocupação em associar o texto a uma obra de ficção?

b-) Por que a linguagem policial — própria dos boletins de ocorrência —, empregada na 1ª parte do texto, contribui para dar realismo ao acontecimento relatado?

c-) Conclua: Provavelmente, para o autor, qual é o papel social da literatura?

7º ANO (6ª SÉRIE) O PRECONCEITO RACIAL

Conforme combinado as respostas deverão ser postadas até dia 08 de abril de 2009 (quarta-feira) às 17h30m


Bom trabalho a todos.



1-) No texto I, Cinthya conta a experiência que teve ao querer comprar uma blusa. Releia a explicação que a gerente deu a Cinthya.

a-) Na sua opinião, os funcionários da loja agiriam da mesma forma com uma pessoa branca, mas vestida com roupas simples?

b-) O preconceito manifestado pelas pessoas dessa loja é social, racial ou dos dois tipos?


2-) No texto II, Augusto sentia-se humilhado por causa do preconceito que sofria. O hipismo, porém, mudou a vida dele. Por que você acha que isso aconteceu?


3-) A atriz Zezé Mota conta que o contato com os negros americanos, em 1968, foi para ela uma espécie de batismo. Que sentido tem essa palavra nesse contexto.


4-) No depoimento do jogador Marcelinho Carioca, há exemplo de pessoas preconceituosas e exemplos de pessoas sem preconceito.

a-) Quais são os exemplos de pessoas sem preconceito?

b-) De acordo com o texto, a ausência de preconceitos pode aproximar as pessoas? Justifique sua resposta.

c-) Pelo que conta o jogador, o preconceito leva a vítima ao isolamento? Por quê?


5-) De acordo com o depoimento do cantor Netinho, a revolução entre os negros começou pela estética.Mas o texto acaba revelando outro tipo de revolução.

a-) O que o cantor quer dizer com a palavra estética?

b-) Qual é o outro fator importante que acabou dando mais condições aos negros de se destacarem socialmente? Por que ele é importante?


6-) Na situação vivida por Cristina Akisino em sala de aula:

a-) Você acha que a intenção da professora era magoar a aluna, debochando dela perante a classe?

b-) O comentário da professora revela preconceito racial ou não? Por quê?

6° ANO (5ª SÉRIE) IRMÃO DE ENXURRADA

Conforme combinado as respostas deverão ser postadas até dia 08 de abril de 2009 (quarta-feira) às 17h


Bom trabalho a todos.



1-) Quem narra a história é o irmão mais velho. Que idade provavelmente ele tem? Justifique sua resposta.


2-) No início do texto, o irmão mais velho descreve o irmão mais novo como "coisica", montinho", "uma sementinha viva".

a-) Por que, na sua opinião, ele ficava horas olhando-o no berço?

b-) Que tipo de sentimento, provavelmente, ele tinha pelo irmão?


3-) A partir do segundo parágrafo do texto, o menino passa a chamar o irmão de "pancada", "um saco","meleca", "bostinha" e "burro".

a-) Que sentimento, na sua opinião, o irmão mais velho revela, agora, em relação ao irmão mais novo?

b-) Por que seu sentimento mudou?


4-) Sempre que um irmão sente ciúme do outro, achando que está em segundo plano quanto ao carinho dos pais, a tendência é ele ver a situação de modo exagerado e se fazer de vítima. Você acha que esse é o caso do irmão mais velho? Por quê?

5-) No final da história, o comportamento do irmão mais velho surpreende o leitor.

a-) Qual é esse comportamento?

b-) Na sua opinião, qual é a razão dessa mudança de comportamento?

6-) O irmão mais novo não conta à mãe a história da enxurrada.
Por que, na sua opinião, ele escondeu essa história de irmão de enxurrada?


7-) O irmão mais velho, ao contar a Augusto a história que inventou, termina dizendo que gosta dele, mesmo ele sendo "irmão de enxurrada", expressão que é o título do texto. Por que, nessa situação, ele chama Augusto desse modo?


8-) Leia este trecho:

"Lembra outro dia, a gente ficou sentado no meio-fio lá de casa, com o pé numa água que descia a rua... Fize­mos barquinho com formiga dentro, lembra?"

Considerando esse contexto, que outro sentido, figurado, ganha a expressão "irmão de enxurrada"?

quinta-feira, 26 de março de 2009

9º ano (8 série) - TEXTO

Conforme combinado as respostas deverão ser postadas até dia 01 de abril de 2009 (quarta-feira) às 17h30m


Bom trabalho a todos.



1-) Flávio Gikovate, médico psiquiatra, discute nesse texto um problema relacionado ao jovem adolescente. No 1° parágrafo, várias vezes é empregada a 1ª pessoa do plural, como em "Temos que nos comportar como adultos [...]". A quem o autor se refere, ao empregar a 1ª pessoa?

2-) Com o emprego repetido do verbo ter, o 1° parágrafo passa a impressão de que cada um de nós tem de apresentar uma série de comportamentos exigidos pela sociedade. Observe alguns deles, enumerados pelo autor:

• Comportar-se como adulto. • Mostrar autoconfiança sexual. • Ter ousadia e coragem.
• Ser forte e independente. • Formar um juízo de si mesmo.

Por que esses comportamentos são exigidos socialmente?

3-) Releia este trecho:

"Frente a tantas incertezas, acabamos seguindo os modelos sugeridos pela própria cultura. Passa¬mos a imitar nossos heróis, 'travestindo-nos' de super-homens e de mulheres maravilha."

Com base no 2° e no 3° parágrafos, responda:

a-) Que relação o autor estabelece entre o sentimento de onipotência do jovem e os modelos culturais?

b-) Como é, para os familiares, conviver com um jovem que vive em "estado de graça"? Por quê?
4-) No 4° parágrafo, o autor afirma que "ninguém teria nada contra a onipotência, se ela correspondesse à realidade". Com esse comentário, Gikovate quer dizer que a sensação de onipotência é positiva ou negativa? Explique por quê.


5-) No 5° parágrafo, no trecho "Alguns jovens, onipotentes e filhos diletos dos deuses [...]", o autor faz uso da ironia — uma figura de linguagem que leva à inversão do sentido comum das palavras — ao empregar a expressão filhos diletos dos deuses. Que efeito de sentido essa ironia causa no texto?

6-) Observe e compare estes dois trechos:

"Pode montar o cavalo mais selvagem com a certeza absoluta de que não cairá em hipótese alguma." (3° parágrafo)

"Caíram do cavalo. Eles também são mortais! [...] Eles não conseguiram domar o cavalo selva¬gem e foram derrubados no chão. Terão que aprender a cair e se levantar. Terão que aprender a respeitar mais os cavalos!" (último parágrafo)

Em ambos os trechos, o autor usa a mesma imagem: a do cavalo e do cavaleiro.

a-) Em qual deles a imagem tem sentido denotativo e em qual tem sentido conotativo?

b-) No trecho conotativo, além do sentido comum, que outros sentidos ganham:

• o cavalo selvagem?

• a queda do cavalo?

• o respeito ao cavalo?


7-) No último parágrafo, o autor compara a vida a uma viagem, na qual um dia todos nós acordamos de em sonho e saímos do "estado de graça" em que nos achávamos.

a-) É fácil para o viajante abandonar o "estado de graça"? Por quê?

b-) De acordo com o texto, qual é o requisito fundamental para fazer a "viagem da vida" de modo tranquilo?


8-) O texto foi publicado em Claudia, uma revista dirigida principalmente ao público formado por mulheres adultas.

Considerando o público a que se destina a revista, indique qual dos itens a seguir expressa a finalidade principal do texto:

a-) orientar os pais sobre como envelhecer e como lidar com os filhos que chegam à maturidade.

b-) explicar psicologicamente o que ocorre com o jovem adolescente na transição para a maturidade e orientar os pais sobre como lidar com os filhos nessa fase.

c-) Informar cientificamente o que ocorre com os jovens durante a transição para a maturidade e orientá-los sobre como aproveitar melhor os aspectos positivos dessa fase.

d-) Instruir pais e filhos sobre como devem agir durante esse período em que os jovens se sentem onipotentes.

8º ano (7ª série) - TEXTO

Conforme combinado as respostas deverão ser postadas até dia 31 de março de 2009 (terça-feira) às 17h30m


Bom trabalho a todos.


1-) O autor faz uma contraposição entre dois tipos de prazer: o prazer gratuito e o prazer comprado.

a-) Segundo o ponto de vista dele, quais dos itens seguintes definem o prazer gratuito?

• O prazer é físico, relaciona-se com o corpo.
• O prazer está em ter um corpo bonito.
• O prazer é feito de coisas simples.
• O prazer consiste em descansar, desligar-se e relaxar.

b-) De acordo com esse conceito, uma pessoa pobre pode ter prazer? Por quê?

c-) Qual dos dois tipos de prazer é mais valorizado socialmente? E por que isso ocorre, segundo o texto?


2. Segundo o texto, o prazer comprado não é espontâneo, mas induzido.
a-) Qual é o papel dos meios de comunicação na promoção dos "prazeres comprados"?

b-) Por que, na opinião do autor, o prazer comprado está ligado ao narcisismo e à competição?
c-) Quais são os três exemplos citados pelo texto como "prazeres narcisistas"?


3-) O autor afirma que vivemos numa cultura atroz, que nos impõe padrões de beleza. Contudo, afirma que não vivemos a "ditadura do corpo", mas o "massacre da indústria e do comér¬cio". De acordo com o texto:

a-) Quando são transmitidos padrões de beleza física, existe uma preocupação com a saúde das pessoas? Por quê?


b-) Você vê diferença entre ser vítima da "ditadura do corpo" e vítima o "massacre da indústria e do comércio"?

4-) Compare estes trechos do texto:

• "Relaxar, descansar, despreocupar-se, desligar-se da competição, da áspera luta pela vida — isso é prazer."
• "Estamos preocupados em marcar a diferença, em afirmar uma hierarquia social, em ser distintos da massa."

Os dois trechos, direta ou indiretamente, tratam da relação entre competição social e prazer.

a-) Qual desses trechos se refere à competição como obstá¬culo ao prazer?

b-) Qual deles sugere que o prazer está na própria competi¬ção?


5-) Observe, agora, os trechos destacados nestes dois fragmentos:

• "O único valor coerente que essa cultura apresenta é o narcisismo. Vivemos voltados para dentro, à procura de mundos interiores (ou mesmo vidas anteriores)."
• "Estamos atrás de uma beleza frenética, de um padrão externo, fabricado"

No 1° trecho, o autor enfatiza a busca de "mundos interiores" e, no 2°, de um "padrão externo". Há contradição nas afirmações do autor? Explique por quê.


6-) No último parágrafo, o autor afirma que a relação entre beleza e ócio (a negação do trabalho) é
histórica. De acordo com o texto:

a-) Por que as mulheres gordinhas eram consideradas bonitas no Renascimento (século XVI)?

b-) Por que as mulheres brancas e pálidas eram consideradas o ideal de beleza no Romantismo (século XIX)?

c-) E hoje qual é o ideal de beleza feminina?

d-) Qual é a relação entre esse ideal de beleza e o ócio, hoje?

7-) Leia estes fragmentos:

• "Precisam da nossa impotência, da nossa insegurança, da nossa angústia."
• "O que se vende não é um sonho, mas um fracasso, uma angústia, uma derrota."

De acordo com esses fragmentos, qual das seguintes afirmações é correta?

a-) A indústria da vaidade não apenas interfere nos comportamentos e modismos, mas também acaba influenciando a condição psicológica das pessoas.

b-) A indústria da beleza realiza o sonho daqueles que, por falha da natureza, são desprovidos de beleza.

c-) Se a indústria da beleza tem tantos consumidores, é porque ela tem atendido aos interesses deles satisfatoriamente.

d-) O autor se refere à nossa cultura como atroz porque os fracassos de nossos "sonhos de beleza" são a sustentação da indústria da vaidade.


8-) Qual dos itens abaixo sintetiza melhor as idéias do texto?

a-) O texto faz uma crítica ao narcisismo.

b-) O texto discute e critica os comportamentos narcisistas de uma sociedade competitiva.

c-) O texto denuncia a manipulação dos meios de comunicação, que criam necessidades de consumo relacionadas a padrões de beleza.

d-) O texto faz uma crítica à mentalidade narcisista, consumista e competitiva da sociedade — largamente difundida pelos meios de comunicação —, que tem transformado o prazer comprado na única forma válida de prazer.

7º ano (6ª série) - TEXTO

Conforme combinado as respostas deverão ser postadas até dia 31 de março de 2009 às 17h (terça-feira)


Bom trabalho a todos.


1-) A crônica discute vários aspectos da vida social moderna; contudo, um deles se destaca. Das palavras seguintes, qual traduz o assunto central do texto?

• comportamento • moda • casamento • beleza


2-) As três frases a seguir expressam a reação da esposa e da filha diante do comportamento do dentista:

"Passado o susto, a mulher e a filha sorriram com fingida tolerância."
"— O que é isso? — perguntou a mulher depois da salada, sorrindo menos."
"A mulher impacientou-se."

a-) De uma frase para outra, nota-se que o narrador, para demonstrar o processo de irritação da esposa e da filha, empregou o recurso da gradação. Esse recurso consiste em criar um movimen¬to crescente ou decrescente, que acontece aos poucos, em graus. Comparando as partes destaca¬das nas frases, observa-se uma gradação crescente ou decrescente?

b-) A partir de que momento o comportamento bem-humorado da mãe e da filha começa a se modificar?


3-) Observe esta descrição que o narrador faz do dentista:

"Era um dentista respeitadíssimo. [...] Um homem sério, sóbrio, sem opiniões surpreendentes, mas de uma sólida reputação como profissional e cidadão."

Compare-a, agora, com estes pensamentos da esposa:

"Uma carreira brilhante, uma reputação, um nome, uma família perfeita"

a-) Em algum momento esses fragmentos demonstram os sentimentos e desejos do dentista como pessoa? Justifique.

b-) De acordo com o texto, o que é mais importante para a sociedade: o que o indivíduo realmente é ou o que ele parece ser?


4-) O mundo do dentista, até o episódio do nariz postiço, resumia-se a dois elementos básicos: a família esposa e filha) e a profissão (incluindo aí seus clientes e sua secretária).

a-) Que comportamento têm essas pessoas quando ele insiste em agir de modo diferente?

b-) De modo geral, tal qual ocorreu no caso do dentista, pode-se dizer que a sociedade reserva um único destino a todos aqueles que ousam ser diferentes. Qual é esse destino?


5-) A esposa suspeita que o marido tenha enlouquecido, os amigos o aconselham a procurar um psiquia¬tra. O psiquiatra conclui que ele está bem, apesar de apresentar um "comportamento estranho".

a-) Que argumentos contrários o dentista apresenta diante da opinião do psiquiatra sobre seu comportamento?

b-) No final da crônica, o narrador afirma que o dentista continua a usar o nariz: "agora não é mais uma questão de nariz. Agora é uma questão de princípios". Qual a diferença entre uma questão de nariz e uma questão de princípios?


6-) O dentista diz ao psiquiatra: "Quer dizer que eu não sou eu, eu sou o meu nariz?". E o psiquiatra responde: "É... [...] Talvez você tenha razão...". E o narrador nos propõe uma questão: "O que é que você acha, leitor? Ele tem razão?".

Então dê sua opinião: O que é ser diferente? Somos o que somos ou o que parecemos ser?

7-) Você já ouviu a canção a seguir, de Rita Lee e Arnaldo Baptista, que fez sucesso na voz de Ney Matogrosso?
BALADA DO LOUCO
Dizem que sou louco
Por pensar assim [...]
Eu juro que é melhor
Não ser um normal
Se eu posso pensar
Que Deus sou eu.
Sim, sou muito louco
Não vou me curar
Já não sou o único
Que encontrou a paz
Mais louco é quem me diz
E não é feliz
Eu sou feliz.

Nessa letra de música, o eu lírico — isto é, a voz que se expressa no texto e que não é necessariamente o autor — nega-se a se "curar" e diz ter encontrado a paz?

a-) Você acha que o dentista também encontrou a paz?

b-) Releia os três últimos versos da Balada do louco. Você acha que ser diferente pode trazer felicidade?

6º ano (5ª série) - TEXTO:

Conforme combinado as respostas deverão ser postadas até dia 31 de março de 2009 às 16h30m (terça-feira)


Bom trabalho a todos.


1-) No texto I, a narradora afirma que vai contar sua própria historia. Portanto, de onde provêm os fatos que serão narrados?

a-) de sua imaginação c) das experiencias dos seus pais

b-) de sua memoria d) da experiencia do irmão


2-) No 3° parágrafo do texto I, a narradora fala dos parentes que deixou na Itália. Todos estavam sepultados, mas com uma diferença. O que difere o padre Cherubino e vovô Vincenzo dos outros — o pai, vovô Leone e vovó Catarina?


3-) A narradora diz que "tinha vindo 'fazer a América'" e que iria "crescer, deitar ramos, flores e frutos, como uma árvore da Saracena, desarraigada e replantada em terra alheia".

a-) No contexto, o que significa a expressão "fazer a América"?

b-) O que significa, no contexto, "deitar ramos, flores e frutos, como uma árvore da Saracena, desarraigada e replantada em terra alheia"?


4-) No texto II, Vincenzo, o padrasto de Fortunata, conta um pouco de sua vida à menina.

a-) Por que, segundo a narradora, ele "mergulhou nas ondas de um passado naufragado"?

b-) Por que, durante seu relato, Vincenzo enxuga tantas vezes o nariz com o lenço?


5-) Quando Vincenzo chegou pela primeira vez ao Brasil, não pôde desembarcar no Rio de Janeiro e ficou numa ilha, até regressar à Itália.

a-) Por que isso aconteceu?

b-) O que é quarentena? Por que você acha que as autoridades brasileiras obrigavam os imigrantes a ficar de quarentena?


6-) Enquanto Vincenzo narrava sua história, Fortunata contava o dinheiro que a família tinha conseguido trabalhando. Explique o que a narradora quer dizer neste trecho: "eu contava notas e moedas, pensando que aquele dinheiro não tinha o peso do ouro, não. Tinha o peso da vida".


7-) Ao final do relato de Vincenzo, Fortunata passou a ver o padrasto de modo diferente, isto é, passou a com¬preendê-lo.

a-) Por que, de acordo com a compreensão que ela passou a ter, o padrasto não era enjoado para co¬mer?

b-) Por que, para ela, agora seria fácil chamar o pa¬drasto de pai?


8-) Quando Fortunata vivia na Itália, não compreendia por que a mãe e o padrasto tinham deixado as duas crianças com os avós. Com a narrativa de Vincenzo, ele compreendeu a razão do procedimento da mãe e do padrasto. Qual foi essa razão?

sexta-feira, 20 de março de 2009

8° ANO (7ª SÉRIE) TEXTO: O ESTRANHO PROCEDIMENTO DE DONA DOLORES

Conforme combinado, seguem as questões para serem respondidas até terça-feira (24/03/2009) às 18h



Bom trabalho a todos.



1-) O "problema" de dona Dolores se manifesta à mesa, quando a família está almoçando. Todos fican chocados com os sorrisos, com o tom de voz de dona Dolores e com as frases ditas por ela.


a-) O que há de estranho no procedimento de dona Dolores?


b-) A que tipo de linguagem se assemelham as frases de dona Dolores?


c-) Que meios de comunicação veiculam mensagens desse tipo?


d-) Os sorrisos e o tom de voz apresentados nas falas de dona Dolores também são comuns nesse tipo de mensagem? Por quê? Que idéia pretendem veicular?



2-) Releia todas as falas de dona Dolores:


a-) Quais são os produtos que ela "anuncia" e a que membro da família cada um deles se destina?


b-) Desses produtos, quantos se destinam exclusivamente a ela mesma?


c-) Pelo número de produtos destinados a ela própria, a que conclusão se chega: ela se preocupa mais consigo mesma ou com a família? Justifique.



3-) Segundo Nelly de Carvalho, especialista em linguagem publicitária, a mulher é vista pela publicidade como compradora. Veja o que a pesquisadora afirma:
"[a mulher] desempenha a função de protetora/provedora das necessidades da família e da casa, constituindo a própria imagem da domesticidade (de domus, 'casa'). Isso não significa, porém, arcar com o ôrtus material do lar, ou seja, pagar as despesas, mas com o trabalho de sair de casa, escolher e comprar, ela é a compradora oficial."
(Publicidade — A linguagem da sedução. São Paulo: Ática, 1996. p. 23-4.)

De acordo com o texto:


a-) Dona Dolores desempenha, socialmente, alguma atividade profissional?


b-) Se mulheres como dona Dolores não arcam com o ônus material do lar, isto é, com as despesas, então por que muitas campanhas publicitárias têm as donas de casa como alvo?


c-) Retire do texto ao menos duas frases que comprovem que dona Dolores é a protetora/provedora de toda a família.



4-) A linguagem pode ser compreendida como expressão da identidade do ser humano, ou seja, ela é omeio que utilizamos para expressar o que somos. Com base nessa informação, responda:


a-) Levando-se em conta que dona Dolores é uma pessoa com pensamentos e desejos próprios, o que significa o fato de ela perder a própria linguagem e substituí-la pela linguagem publicitária?


b-) Pode-se dizer que o texto critica a influência dos meios de comunicação sobre o comportamento das pessoas? Por quê?



5-) Observe as palavras destacadas nestas frases:
“- Bote esta alegria na sua mesa todos os dias."
“- Todos encontram tudo o que querem [...]"
“E agora todos aqui em casa respiram aliviados."
“[...] para que você possa descansar."
“Agora escovar os dentes é um prazer [...]"


a-) Segundo os anúncios publicitários, como passa a ser a vida quando consumimos os produtos anunciados?


b-) Qual é, então, nos anúncios publicitários, a relação existente entre "felicidade familiar" e consumo?



6-) Como conclusão, indique qual ou quais das afirmativas a seguir resumem as idéias principais do texto:


a-) Dona Dolores é uma dona de casa feliz, pois consegue desempenhar bem seu papel de organiza­dora do lar.


b-) O humor do texto provém, em grande parte, da alteração de contextos. As frases ditas por dona Dolores passam a ser engraçadas porque estão fora de seu contexto habitual — o contexto publi­citário dos meios de comunicação.


c-) De forma bem-humorada, o autor faz uma crítica aos valores da sociedade de consumo, em especial à forma como a publicidade e os meios de comunicação criam falsas ilusões nas pessoas.


d-) O objetivo central do texto é fazer uma crítica ao papel de dona de casa desempenhado pela mulher, que acaba se anulando como pessoa em benefício da família.

7° ANO (6ª SÉRIE) TEXTO: A PIPOCA

Conforme combinado, seguem as questões para serem respondidas até terça-feira (24/03/2009) às 17h30m



Bom trabalho a todos.



1-) Tuca e Rodrigo são dois amigos da escola. Rodrigo, que mora num luxuoso apartamento, vai conhecer o barraco do amigo, numa favela. No 2o parágrafo do texto, o narrador se refere ao nervosismo de Tuca.


a-) Que comportamento do menino mostra seu nervosismo?


b-) Por que, segundo o texto, havia dois Tucas dentro dele?



2-) Releia o 5o parágrafo do texto. Nele é descrito tudo o que Rodrigo vê.


a-) Pela mistura dos elementos enumera­dos, o que se pode dizer das condições de higiene daquele lugar?


b-) Por que se pode dizer que Rodrigo, até aquele dia, tinha sido ingênuo em relação ao morro?



3-) Com a frase "Uma vez o Tuca tinha contado pro Rodrigo", o narrador introduz oflash-back narrati­vo, isto é, conta fatos que ocorreram no passado. Assim, ficamos sabendo que o pai de Tuca havia sumido e que a mãe dele era doente.


a-) Que tipo de problema tem a mãe de Tuca?


b-) Que diferença há entre Tuca dizer "ela mora com a gente" e "a gente mora com ela"?


c-) Quem sustenta a casa? Retire do texto um trecho que justifique sua resposta.


d-) Quem cuida da organização da casa?



4-) Rodrigo é convidado para ir comer pipoca na casa de Tuca; mas a pipoca é apenas uma desculpa para eles se conhecerem melhor e estreitarem a amizade.


a-) Por que Tuca, em casa, fica nervoso e deseja descer o morro antes mesmo de comerem a pipoca?


b-) Que sentimento Tuca revela sentir no momento em que abre a porta do quarto?



5-) Tuca desce o morro em disparada. Em certo momento, Rodrigo diz: "assim não dá. Você quase me mata nessa des...".


a-) Provavelmente, do que Rodrigo iria reclamar? Por quê'


b-) O que Tuca supôs que Rodrigo estivesse pensando sobre a Situação?


c-) Por esse episódio, pode-se dizer que a discussão que existia dentro de Tuca, no começo do texto, continua agora? Por quê?



6-) No final do texto, Tuca joga Rodrigo na lama. Um pouco antes, sentira um cheiro de talco no amigo.


a-) A que se associa o talco?


b-) A que se associa a lama?


c-) Se Tuca vive num ambiente de lama e Rodrigo cheira a talco, por que, na sua opinião, Tuca teria forçado Rodrigo a cair na lama?



7-) "O Tuca levantou devagar. E de cabeça baixa foi subindo o morro de volta pra casa."


a-) O que as expressões devagar e de cabeça baixa revelam quanto ao estado emocional de Tuca?


b-) O que você acha que ele devia estar pensando, enquanto subia o morro?


c-) E Rodrigo, enquanto voltava para seu apartamento?



8-) No contato com Tuca, Rodrigo — um garoto até certo ponto ingênuo — aprendeu muitas coisas.


a-) Em algum momento, Rodrigo manifestou preconceito em relação à pobreza de Tuca? Se não, o que sentiu?


b-) Você acha que, depois dessa experiência, os dois vão continuar a ser amigos?

quarta-feira, 18 de março de 2009

6º ANO (5ªSÉRIE) TEXTO: GAROTO LINHA-DURA

Conforme combinado, seguem as questões para serem respondidas até segunda-feira (23/03/2009) às 16h


Bom trabalho a todos.


1-) Depois que quebrou a vidraça jogando bola, Pedrinho sumiu até a hora do jantar "com medo de ser espinafrado pelo pai". Na sua opinião, o menino realmente estava com medo? Justifique sua resposta.


2-) O texto mostra uma situação familiar em que os pais desejam repreender uma falta do filho. A mãe sabia que Pedrinho tinha quebrado a vidraça, mas preferiu esperar o pai chegar. Por que você acha que ela própria não repreendeu o filho?


3-) A forma como os pais educam os filhos varia muito, mas é possível dizer que existem dois modelos básicos de educação: um tradicional e outro moderno.
No modelo tradicional, os pais são mais duros com os filhos e dialogam pouco; o pai é a figura principal. Como você imagina que seja o modelo de educação moderno?


4-) O pai de Pedrinho, ao saber da aprontação do menino, conversou com ele e disse:
"— Pedrinho, quem foi que quebrou a vidraça, meu filho? [...] Meu filhinho, pode dizer quem foi que eu prometo não castigar você."


a-) Por esse trecho, pode-se dizer que o pai estava procurando seguir um modelo tradicional ou um modelo moderno de educação?


b-) Por essa fala do pai de Pedrinho, pode-se concluir que ele já sabia quem era o culpado? Por quê?


c-) O pai de Pedrinho inicialmente chamou o filho de "meu filho" e depois de "meu filhinho". O que o pai pretendia com isso?


5-) Com a insistência de Pedrinho, "o pai se queimou e disse que, acabado o jantar, os dois iriam aovizinho esclarecer tudo". Depois, "chateadíssimo", pegou o filho pela mão e "rumou para a casa do vizinho".


a-) Qual o sentido de se queimou nesse contexto?


b-) Por que, na sua opinião, o pai, mesmo antes de ir, já estava chateadíssimo?


6-) Pedrinho, prevendo que o filho do vizinho o desmentiria, deu um conselho ao pai.
Por que, na sua opinião, podemos dizer que, em vez do vizinho, Pedrinho é que era um subversivo?


7-) Quanto ao modelo de educação adotado pelos pais de Pedrinho, podemos tirar algumas conclusões.


a-) Ele é tradicional (linha-dura), moderno (baseado no diálogo) ou uma mistura dos dois? Por quê?


b-) Na sua opinião, que método o pai iria experimentar depois de sair da casa do vizinho? Por quê?

9º ANO (8ªSÉRIE) - TEXTO: QUANDO SE É JOVEM E FORTE

Conforme combinado, seguem em anexo as questões para serem respondidas até terça-feira (24/03/2003) às 17h30m


Bom trabalho a todos.


CARPE DIEM: APROVEITE O DIA


A consciência de que a vida é breve e de que o tempo é irreversível gera, natu­ralmente, o desejo de aproveitar a vida, de viver intensamente cada momento que ela oferece. Esse tema foi muito explora­do na poesia de várias épocas e recebeu o nome de carpe diem (expressão latina que significa "aproveite o dia"). No filme Sociedade dos poetas mortos, o professor de literatura (representado pelo ator Ro­bin Williams) dá uma bela aula sobre o assunto, mostrando aos seus alunos a fo­tografia de antigos alunos do colégio, então todos mortos, e dizendo a eles "car­pe diem, carpe diem...".


1-) Todo o texto se estrutura a partir de uma frase que o narrador ouviu, segundo conta, de certa mulher quando ele era jovem. Qual é essa frase?


2-) No 4° parágrafo, o narrador comenta: "Aquela frase me fez olhá-la de onde ela falava: do lugar da não-juventude". De acordo com o texto:


a-) A mulher é caracterizada como uma pessoa idosa? Jus­tifique sua resposta.


b-) Considerando-se que o texto reflete sobre a passagem do tempo e sobre as fases da vida, o que significa colo­car-se propositadamente "no crepúsculo"?


c-) Na comparação das fases da vida com a trajetória do sol durante o dia, a que etapa do sol corresponderia a fase da juventude do ser humano?


3-) As palavras da mulher produzem no narrador a impressão de que ele, como os demais jovens, tinha o cetro na mão, embora não tivesse consciência disso.


a-) Por que a fase da juventude é associada à situação de realeza?


b-) Considerando a história pessoal do narrador, você acha que a afirmação de que ele não tinha consciência de sua força era verdadeira? Por quê?


4-) Embora a frase dita pela mulher tenha iluminado o nar­rador, ela ficou adormecida por vários anos, até que fosse despertada pela presença das filhas do amigo. Diz o nar­rador que a frase "ficou bela e adormecida muitos séculos, encastelada".


a-) As expressões bela, adormecida e encastelada remetem a um conto de fadas. Qual é ele?


b-) Em que a condição da personagem principal desse conto de fadas e a condição dessa frase na memória do narrador se assemelham?


5-) O narrador exemplifica o que é, para ele, ser jovem: é ter a beleza jovial das três filhas do amigo e a descontração dos estudantes da universidade. E compara o deslumbramento provocado pela ju­ventude ao deslumbramento que se tem diante de um bebê, ou diante da perfeição de um artista no auge de sua técnica, ou diante da beleza máxima de uma flor na sua curta existência.


a-) Na sua opinião, as filhas do amigo ou os jovens universitários retratados pelo texto demonstram consciência da "força que têm"? Por quê?


b-) Ao comparar a juventude com a flor, o narrador afirma que a flor, depois do momento máximo em que "potencializa toda a sua vida", nunca mais será a mesma. E com as pessoas, isso também acontece? Por quê?


6-) No 16° parágrafo, o narrador afirma que os jovens universitários agem como se dissessem: "eu tenho a juventude, o saber vem por acréscimo". Em seguida afirma: "Infelizmente não vem". De acordo com o texto:


a-) Qual seria, então, o preço que se paga para obter o saber?


b-) Você acha que esse saber envolve apenas o saber universitário? Justifique sua resposta.


c-) Apesar de seus aspectos negativos, que consequências positivas a perda da juventude traz?


7-) O narrador distingue "jovens que são foscos e velhos" de "velhos que são radiosos adolescentes". Em seguida acrescenta: "Não é disto que falo".


a-) Qual é a diferença entre um jovem velho e um velho adolescente?


b-) De que juventude, então, fala o narrador?


8-) Traçando um movimento circular, o texto termina como se inicia. Estando agora no lugar da não-juventude, é o narrador quem diz às filhas a mesma frase que há tempos ouvira de uma mulher.


a-) Essa frase tem, para ele, o mesmo significado de antes? Por quê?


b-) O texto retrata uma contradição inevitável da vida, existente na relação entre juventude e maturidade. Por que essa relação é contraditória?


9-) A frase dita pela mulher, depois de ficar adormecida muitos anos na memória do narrador, renasce com outra importância e significado. "Gostaria de doá-la a alguém", pensa ele. É possível dizer que o narrador conseguiu realizar esse desejo? Por quê?

terça-feira, 10 de março de 2009

1ª PIZZANGLO - 14 DE MARÇO (SÁBADO)

Senhores Pais e Alunos,


No próximo dia 14/03 (sábado) faremos a 1ª Pizzanglo com o intuito de reverter o lucro obtido na área de informática, jogos pedagógicos e livros de literatura infantil e infanto juvenil...
Contamos com a parceria, confiança e credibilidade que demonstram conosco a cada momento.


Atenciosamente,


Direção.

Aos interessados, favor procurar a recepção do Colégio Anglo.

segunda-feira, 9 de março de 2009

TODAS AS SÉRIES DO ENSINO FUNDAMENTAL II

Caros alunos e responsáveis,


Em virtude de o Simulado Anglo, que será realizado no dia 14 de março de 2009, esta semana não haverá atividades no blog.


Na semana posterior retornaremos com novas discussões acerca dos textos.



Obrigado,



Bom estudo a todos.




Professor Anderson José de Paula e Coordenadora Pedagógica Adriana Marréga

quinta-feira, 5 de março de 2009

8° ANO (7ª SÉRIE) - TEXTO - HUMOR E CRÍTICA

Conforme combinado seguem as questões para serem respondidas e postadas até dia 10/03/2009 às 16h


Bom trabalho a todos.

1-) Como é comum nos textos teatrais, o desenvolvimento dos fatos e o conhecimento sobre as personagens se dão por meio dos diálogos.

Compare as falas a seguir e associe-as aos locutores:

"Lúcio [...] depois você me liga para dizer como é que resolveu por hoje."
“Lúcio [...] você causou o problema, agora resolva você, ora."
"Sílvia [...] A saída da Dulce é um problema nosso e não apenas meu."
"Sílvia [...] É um problema da nossa casa. a ser resolvido, portanto, conjuntamente."

a-) Como Lúcio se posiciona diante do problema que surgiu naquele dia?

b-) Pela reação de Lúcia, o que ela não quer mais?


2-) No confronto de interesses entre os dois, o casal acaba discutindo sobre a vida profissional de cada um.

a-) Que argumento básico Lúcio utiliza para convencer Sílvia de que o trabalho dele é mais impor­tante do que o dela?

b-) Para rebater o argumento do marido, Sílvia cita o exemplo da mãe dele. O que você acha que pode ter ocorrido com os pais de Lúcio?


3. Releia estes trechos:

"[...] você ficou três meses aqui, só amamentando..."
"O meu trabalho pesa mais que o seu porque ele que é para valer..."
■ ■

a-) Que opinião Lúcio revela ter sobre a amamentação e sobre o trabalho de Sílvia?

b-) Quais das afirmações a seguir confirmam sua resposta anterior?

• "O que você faz no escritório e o que você faz nesta casa são coisas valiosíssimas...”
• "você não passa de uma secretária de luxo..."
• "Eu digo para as pessoas: 'Minha mulher é advogada', e sinto orgulho."
• "É hoje que será resolvido se vamos ou não para os Estados Unidos."

4-) Releia esta fala de Sílvia:

"É que me divido tanto, são tantos os meus papéis, que chego a ficar confusa. É um absurdo... como é que eu pude me confundir tanto assim? (Vai até a janela e diz em voz baixa, para si mesma.) Aquilo lá é fuga, o importante está aqui, sou eu mesma, o meu trabalho..."

a-) Levante hipóteses: De que papéis Sílvia está falando?

b-) No teatro, o pensamento precisa ser falado para que o público tome conhecimento dele. Assim, Sílvia "pensa alto" ao dizer para si mesma: "Aquilo lá é fuga, o importante está aqui, sou eu mesma, o meu trabalho...". Interprete: O que ela quer dizer com essa afirmação?


5-) Considerando a carreira profissional das duas personagens, Sílvia e Lúcio estão em situações diferentes.

a-) Qual e a situação de Lucio em sua vida profissional?

b-) E a de Sílvia?
c-) O que significa o caso Teixeira Leite para ela?

6. Compare estes trechos:

"Sílvia Sempre de braços dados com alguma referência, 'a mulher de", 'a mãe de' [...]. E eu, Sílvia, onde é que estou, o que é que eu sou?"
"Lúcio (perplexo) Não... não pode ser... Essa daí não é você..."

a-) Ao dizer "onde é que estou, o que é que eu sou?", em que Sílvia pensa, na verdade?

b-) Como Lúcio reage diante da nova Sílvia que vê à sua frente?


7-) Lúcio atribui as mudanças da esposa ao feminismo e à novela das sete. Releia este trecho:

"Acho que é por isso que eu quis ser advogada, para tentar colocar de novo essa palavra [justiça] no dicionário..."

Considerando quem é Sílvia, a profissão que ela exerce e a vida que tem levado ao lado de Lúcio, você acha que suas mudanças são fruto apenas da influência da TV? Por quê?

8-) O movimento feminista internacional alcançou ex­pressão no século XX, principalmente a partir da década de 1960. Encenada entre 1986 e 1989, a peça Lua nua põe em discussão a situação da mu­lher moderna, no lar e no trabalho.

a-) Pelo que se vê no texto, a libertação feminina, nesse momento, era um problema do passado?

b-) E hoje? Você acha que a mulher atual ainda vive problemas semelhantes aos de Sílvia? Por quê?


9. Lua nua foi traduzida para o inglês e, nessa língua, recebeu o nome de The sun of the naked moon (O sol da lua nua). Leilah Assunção, a autora, explica assim a alteração do título: "Porque toda mulher transparente, exposta, verdadeiramente nua, tem um sol dentro de si".

Associe as atitudes de Sílvia, no texto, ao comentário de Leilah Assunção. O que a autora chama de sol, nesse contexto?

9º ANO (8ªSÉRIE) - TEXTO - O NÃO, O SIM E A FELICIDADE

Conforme combinado seguem as questões para serem respondidas e postadas até dia 10/03/2009 às 16h


Bom trabalho a todos.


1-) O texto põe em discussão a mudança de atitudes e valores que ocorreu nas últimas décadas, opondo duas gerações: a geração de quarenta anos atrás, quando o narrador era jovem, e a geração dos jovens de hoje.
Observe o título do texto. Qual é a geração do "sim" e qual é a do "não"?


2-) Nos primeiros parágrafos do texto, o autor descreve como era a educação familiar no passado. Nos parágrafos seguintes, compara-a com a educação atual. Comente as diferenças nas situações vividas pelos jovens quanto aos seguintes aspectos:

a-) horário para voltar e acesso a casa após saídas à noite;

b-) dinheiro dado pelos pais;

c-) consumo de coisas proibidas, como cigarro;

d-) forma de tratar os pais;

e-) uso de palavrões na linguagem.


3-) Segundo o narrador, no passado o relacionamento entre pais e filhos era difícil e autoritário, e o jovem tinha pouca liberdade. Apesar disso, o narrador, hoje, não vê apenas o lado negativo daquele tipo de relacionamento. Releia estes trechos:

• "Totalitarismo? Em parte sim, em parte não." (6º parágrafo)

• "Era ruim para nós? Era. Uma camisa-de-força, um cerco apertado constituído por nãos. Era bom? Era." (7° pará­grafo)

De acordo com as idéias gerais do texto, explique:

a-) Por que era ruim aquele tipo de educação familiar?

b-) E por que era bom?


4-) Muitas vezes, o não gerava a mentira e a hipocrisia.

a-) Com que finalidade se mentia naquela época?

b-) Nesse contexto, mentir era bom ou ruim?


5-) Segundo o texto, os jovens de hoje sabem de muitas coisas e "perguntam para os pais e professores coisas que fariam um jovem — não de 13, mas de 18 — ser expulso de casa no nosso tempo (ao menos, espera-se que não cometam erros infantis)".

Levante hipóteses: O que possivelmente são, para o narrador, "erros infantis"?


6-) No penúltimo parágrafo, o narrador opõe as angústias dos jovens de antes às dos jovens de hoje e afirma que, no passado, essas angústias eram mais bem definidas e concretas. Por que o narrador vê as angústias dos jovens atuais como mais complexas que as dos jovens do passado?


7-) No mesmo parágrafo, o narrador afirma que o futuro era a grande preocupação dos jovens: "Vão dar certo nossos sonhos? Era a grande pergunta, porque havia sonhos".

a-) Qual é o ponto de vista do narrador a respeito dos sonhos dos jovens atuais?

b-) Em contraposição aos sonhos, alimentados pela geração de antes, qual é o projeto da geração atual, segundo o narrador?

c-) Comparada à geração atual, que qualidade o narrador vê nos jovens da sua geração?


8-) Para o narrador, "confundiu-se liberdade com permissividade". Qual é a diferença entre elas?


9-) Ao afirmar "O não que nos traumatizou, nos conduziu a dizer um sim complexo para nossos filhos", o narrador revela estar seguro ou inseguro quanto ao modo como os pais de hoje têm educado os filhos?


10-) O texto põe em discussão duas formas de educar os filhos e, em vez de apresentar respostas na sua conclusão, termina com perguntas: "Uma geração teve o não. A outra teve o sim. Somos felizes? Nossos filhos serão?”.

a-) O narrador deixa clara sua posição sobre qual a melhor maneira de educar os jovens?

b-) O fato de o texto ser encerrado com perguntas confirma ou nega sua resposta anterior?

c-) Observe o título do texto. De acordo com as idéias gerais apresentadas pelo narrador, que sentido ele tem.

7º ANO (6ªSÉRIE) - TEXTO - HERÓI: O BEM CONTRA O MAL

Conforme combinado seguem as questões para serem respondidas e postadas até dia 09/03/2009 às 16h


Bom trabalho a todos.


1-) As ações e atitudes de Teseu demonstram que ele é diferente dos homens comuns. Que fatos ocor­ridos no encontro entre Teseu e Minos comprovam essa afirmação?



2-) Leia o boxe abaixo, que fala da origem de Teseu.


a-) Que informação do boxe explica por que Teseu é tão bem recebido por Possêidon?


b-) Qual é, então, a razão de Teseu ser tão diferente dos homens comuns?


A VERDADEIRA ORIGEM DE TESEU
O Teseu de ouro (1880), H.J. Draper.Havia muitos anos Egeu era casado, mas não conseguia ter filhos com sua esposa.
Desesperado, pede ajuda à feiticeira Medéia, que lhe promete um filho sob algumas condições.
Depois disso, certa noite Egeu vai visitar Piteu, rei de Trezena, e se embebeda com vinho que o amigo lhe oferece.
Na manhã seguinte, quando acorda, percebe que passara a noite com Etra, filha de Piteu, e acredita que é ela a escolhida para lhe dar um filho.
De fato, nove meses depois Etra dá à luz Teseu. Porém a criança era, na verdade, filha de Etra e Possêidon, deus do mar, pois Egeu realmente não podia ter filhos.


3-) Nas religiões cristã, judaica e muçulmana, Deus é considerado um ser que está acima dos homens e não se mistura com eles nem se envolve diretamente em seus problemas. Observe o comportamento dos deuses da mitologia grega citados no texto: Possêidon, Afrodite, Eros e Zeus.
Esses deuses gregos têm comportamento semelhante ao que tem o Deus das religiões cristã, judaica e muçulmana? Justifique sua resposta com exemplos do texto.


4-) Ariadne se apaixona por Teseu ao conhecê-lo.


a-) Que qualidade de Teseu atraiu a atenção de Ariadne?


b-) Por que os sentimentos de Ariadne a colocam numa situação difícil?


5-) Teseu, vendo-se em dificuldades, pede ajuda à deusa Afrodite. De fato, ele é ajudado, e a ajuda vem por meio de Ariadne, que lhe dá o novelo de linha. Porém, essa ajuda tem uma conseqüência.


a-) Qual é a conseqüência da ajuda providenciada por Afrodite?


b-) Que qualidades de Ariadne chamaram a atenção do herói?


6-) Vencer o Minotauro era uma tarefa impossível para um homem comum. Nem mesmo os golpes de espada de Teseu faziam o monstro se abalar. Entretanto, não podendo vencê-lo pela força, o herói usou uma técnica que o levou à vitória.


a-) Qual foi essa técnica?


b-) Veja este conjunto de qualidades que os heróis geralmente apresentam:


valentia
honra
força
astúcia
liderança


A técnica utilizada por Teseu é exemplo de qual dessas qualidades?


c-) As demais qualidades também se aplicam a Teseu? Justifique.

6º ANO (5ªSÉRIE) - TEXTO: PECHADA

Conforme combinado seguem as questões que deverão ser respondidas e postadas até dia 09/03/2009 às 16h.


Bom trabalho a todos.



1-) Rodrigo, o aluno novo, logo recebe o apelido de Gaúcho quando entra naquela escola.


a-) O que os colegas mais estranham em Rodrigo?


b-) Essa escola fica no Rio Grande do Sul ou em outro Estado brasileiro? Por quê?



2-) Dos colegas da sala, o gordo Jorge era o que mais insistia em rir e debochar de Rodrigo. Por que você acha que ele agia desse modo?



3-) Quando Rodrigo, ao contar por que chegou atrasado, diz "Nós vinha...", a professora o interrompe dizendo "Nós vínhamos". Por que você acha que ela disse isso?



4-) Rodrigo conta que seu pai "atravessou a sinaleira e pechou". A professora não conhecia a palavra pechar, mas conseguiu descobrir o sentido dela.


a-) Como foi que ela descobriu o significado da palavra?


b-) Qual é a origem dessa palavra, que hoje também pertence ao português?




5-) A professora ensina à classe que, apesar de o país inteiro falar português, de um lugar para o outro existem muitas variações.



a-) Que palavras a professora provavelmente usaria em lugar de tu, sinaleira e auto?


b-) Na sua região, as palavras coincidem com as usadas pela professora ou com as usadas por Rodrigo?


6-) Rodrigo acabou sofrendo preconceito em razão de falar português de modo diferente do falado pela maioria. Você já viveu ou presenciou uma situação parecida com essa? Comente-a.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Final SOLETRANGLO 2008: a arte de soletrar palavras

Será realizada nas dependências do Colégio Anglo a final do SOLETRANGLO 2008.

O evento contou com a participação dos alunos de 6º ao 9º.

O intuito desta atividade é despertar no aluno o interesse pelas palavras da Língua Portuguesa, bem como sua grafia, pois a língua é tida por muitos como difícil ou complicada.


DATA: 05/12/2008 às 19h

LOCAL: Colégio Anglo


Gostaria que todos os alunos que participaram deste projeto postassem suas experiências nele afim de avaliarmos a atividade.

Obrigado

Luau 2008

Destinado a alunos do 5º ao 9º anos e amigos, o Luau deste ano será promovido pela Escola Dinâmica - Colégio Anglo com Teatro e Show musical.

Encerrando as atividades do ano de 2008, o Colégio Anglo promove esta integração entre seus educandos, pois "estudar no Anglo faz a diferença"

Dessa forma, participem e postem comentários sobre o evento aqui. Fiquem a vontade para comentarem e sugerirem mudanças para que sempre possamos melhorar em nossos eventos.


DATA: 28/11/2008 - das 19h às 23h

LOCAL: Colégio Anglo

Corujão 2008

Destinado a alunos de 8º, 9º e Ensino Médio e amigos, o CORUJÃO deste ano será promovido pelos professores do Ensino Médio com "Aulas SHOW" e Show musical.

Encerrando as atividades do ano de 2008, o Colégio Anglo promove esta integração entre seus educandos, pois "estudar no Anglo faz a diferença"

Assim, participem e postem comentários sobre o evento aqui. Fiquem a vontade para comentarem e sugerirem mudanças para que sempre possamos melhorar em nossos eventos.


DATA: 27/11/2008 - das 19h às 24h

LOCAL: Colégio Anglo

Vídeo: para refletir - Todas as séries

Um vídeo para reflexão.

Que todos tenham uma excelente semana de avaliação.


video

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

9º ano ( 8ª série) - TEXTO: QUEM SÃO ELS?

Conforme combinado as respostas poderão ser postadas até quinta-feira 20/11/2008 às 19h


Bom trabalho a todos.


1. Esses textos narram a trajetória de vida de quatro pessoas.


a) O que elas têm em comum?


b) Qual das personagens citadas você já conhecia? Por quê?


c) Com qual você mais se identificou? Por quê?


2. Releia o texto sobre a vida de Mílton Santos.


a) O que as informações revelam sobre a personalidade desse homem?


b) Que características da personalidade de Milton Santos podem ser comprovadas em seu depoimento?


3. Com relação a Anita Garibaldi, responda.


a) Que fato promoveu uma mudança radical em sua vida?


b) Que motivo a tornou uma heroína no Brasil e na Itália?


c) Que fatos a transformaram em um mito?


d) Observando a seleção de informações e a escolha dos adjetivos empregados no texto, o que podem revelar sobre a visão do autor em relação à Anita Garibaldi?


4. Analisando a vida de Maria das Graças Marsal, “a dama que veio do lixo”, e a de Anita Garibaldi, o que se observa de semelhante quanto à personalidade de ambas?


5. O texto sobre Renato Russo contém opiniões, característica que não aparece nos demais textos.


a) Estabeleça uma hipótese para justificar o acréscimo das opiniões de amigos do artista à seu respeito.


b) Identifique, no texto, pelo menos uma expressão que revele a opinião do jornalista sobre o cantor.


6. Observe o veículo de publicação de cada um dos textos lidos e, com base neles, responda.


a) A que público-alvo cada texto se dirige?


b) Que estratégias cada um dos textos emprega para a transmissão de informação ao leitor?

domingo, 16 de novembro de 2008

8º ano (7ª série) - TEXTO: BRASIL, QUAL É A TUA CARA?

Conforme combinado as respostas poderão ser postadas até quinta-feira 20/11/2008 às 18h


Bom trabalho a todos.


Antes de responder às questões, na primeira folha do xerox há alguns questionamentos, abaixo do título. Faça as respostas deles por meio de um pequeno parágrafo entre 05 e 10 linhas. Pode orientar-se pelas perguntas e responder em forma de texto.


1. As três personalidades expressam seus pontos de vista sobre o que é identidade nacional. Com qual das opiniões você mais se identificou? Por quê?


2. Os textos, cujos autores são pessoas de referência no cenário artístico nacional, foram publicados numa revista dirigida a um público específico. Com que finalidade essas opiniões podem ter sido publicadas nessa revista?


3. Para formular sua opinião, a cantora Beth Carvalho utiliza a frase “O brasileiro é antes de tudo um forte”, que nos remete à frase “O sertanejo é antes de tudo um forte”, expressa por Euclides da Cunha, grande escritor brasileiro, no livro Os sertões.


a) Que sentidos podem ser atribuídos ao emprego dessa frase pela autora?


b) Você concorda com o emprego dessa frase para referir-se ao povo brasileiro? Justifique sua resposta com exemplos de situações observadas, conhecidas ou vividas por você.


4. O artista Emanoel Araújo revela, ao emitir sua opinião sobre a identidade nacional, um certo tom de indignação.


a) O que ele considera como inaceitável?


b) Que exemplos históricos ele utiliza para justificar a sua indignação diante dessas idéias?


c) Quais são as características que, segundo ele, identificam o povo brasileiro?


d) Você concorda ou discorda da opinião do artista plástico? Comprove sua resposta com exemplos de situações do cotidiano observadas em sua cidade, região, comunidade etc.


5. O comediante Renato Aragão afirma que “às vezes o Brasil parece ser um país de Primeiro Mundo. Às vezes, o de último.”

a) Em que aspectos, na sua opinião, o nosso país parece pertencer ao Primeiro Mundo?


b) Como embaixador da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), a que questões dos país Renato Aragão se refere quando emprega a palavra último?


c) Que conseqüência essa incerteza traz à formação da identidade do povo brasileiro?


6. O final de cada texto apresenta uma afirmação do posicionamento dos autores e um estímulo à reação do leitor.


a) O que todos eles afirmam?


b) De que forma a publicação do posicionamento dessas pessoas pode interferir na opinião do leitor?

6º ano (5ª série) - TEXTO: LUCAS PESCADOR

Conforme combinado as respostas poderão ser postadas até quinta-feira 20/11/2008 às 17h


Bom trabalho a todos.


1. O texto traz as experiências do narrador, Daniel Munduruku, e de Lucas na comunidade indígena Munduruku.


a) O que mais lhe impressionou nessa historia?


b) Que informação, no primeiro parágrafo, expõe um aspecto da cultura indígena?


2. Como o próprio título revela, nessa história Lucas é um pescador.


a) O que chamou a atenção de Tawé sobre Lucas durante a pescaria?


b) Que expressão empregada pelo narrador contradiz a reação de Lucas durante a pescaria? O que você entendeu sobre essa expressão?


3. De acordo com o narrador, a impaciência de Lucas deve-se ao fato de que as pessoas da cidade têm outro tempo.


a) Como é o tempo das pessoas da cidade, segundo o narrador?


b) A partir dessa explicação dada pelo narrador, o que é possível inferir (concluir) sobre o que marca o tempo na comunidade indígena?


4. Embora existam tantas diferenças entre a vida das pessoas na cidade e a vida na comunidade indígena, qual é a grande semelhança entre os dois modos de vida, segundo os meninos indígenas?


5. Durante a pescaria, Tawé leva o peixe à altura da boca e fala com ele.


a) Qual a crença expressa nesse gesto de Tawé?


b) O que é possível concluir sobre a cultura indígena a partir desse gesto?


6. De acordo com a questão anterior, por que você acha que Lucas passou a fazer a mesma coisa?


7. Na sua opinião, que tipo de conseqüência a pressa, os afazeres e os compromissos diários que as pessoas repetem sem refletir podem gerar na natureza, no meio ambiente?


8. Releia o trecho em que Lucas faz uma constatação sobre a sociedade em que vive: “Na cidade as pessoas costumam evitar a dor, o sofrimento, porque acham que sofrer não é bom pra elas, para os filhos, para a sociedade”.


a) Como a comunidade indígena encara o sofrimento?

domingo, 28 de setembro de 2008

8ª série (9ºano) - Resposta Exercícios de Fixação - Orações Subordinadas Adverbiais

Páginas 314 e 315

1. a) Brincava, era.

b) Duas orações.

2. (d) tempo.

3. a) Causa

b) Condição.

4. a) Que o pai, quando pequeno, não tivesse jogado ioiô.

b) Que não acha que a geração de seu pai seja exemplo para a sua.

Página 315 e 316

1. a) Porque fui precavido(a), levei o guarda-chuva.

b) Fiquei na sua festa porque quis ser camarada, mas estava morto de sono.

c) Embora a filha desobedecesse, a mãe continuou avisando.

d) Jogaremos a fim de vencer.

e) Quando anoitecer, discutiremos o roteiro de viagem.

2. a) Conseqüência.

b) Finalidade.

Páginas 317 e 318

1. a) condição.

b) tempo.

c) concessão.

d) proporção.

e) Concessão.

2. a) ... enquanto aguardava a minha vez.

b) À medida que o tempo passava, ...

c) ... ainda que ele não venha.

d) Caso ele apareça, ...

3. a) “Se sua casa é um espetáculo.”

b) Condição.

c) Elas atribuem aos móveis de piscina certa grandiosidade e imponência como têm os teatros com camarotes.

4. a) A partir do 3º quadrinho.

b) No último.

5. a) Se houvesse monstros debaixo da minha cama.

b) Oração Subordinada Adverbial Condicional.

6. MÃEE!

Página 319

1. V, I, II, III, IV

2. a) ... conforme havíamos previsto.

b) ... para que o bolo fosse feito.

c) ... que desmaiei.

d) ... como se estivesse em um lindo filme.

3. a) Oração Subordinada Adverbial Condicional

b) Oração Subordinada Adverbial Final

c) Oração Subordinada Adverbial Causal

4. (b)

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

6º ano (5ª série)

Seguem abaixo as questões referentes ao texto: A cidade e os bichos


Conforme combinado as respostas poderão ser postadas até terça-feira 19 de agosto.


1. O cronista inicia explicando para o leitor os motivos que o levam a retomar o assunto da última crônica.

a) Qual é o assunto retomado pelo cronista?

b) Qual o motivo de sua preocupação?


2. No segundo parágrafo, o cronista expõe o seu ponto de vista sobre o assunto.

a) O que ele defende?

b) Que exemplos da realidade urbana são empregados para confirmar o ponto de vista do cronista?


3. O cronista afirma que determinados animais recusam-se a ser expulsos da cidade, mesmo quando o ambiente lhes é desfavorável.

a) Na sua opinião, o que causa a expulsão dos animais dos grandes centros urbanos?

b) Quem pode ser o responsável pela ação de expulsar os animais da cidade?

c) Segundo o cronista, quais as conseqüências desse afastamento para as pessoas que vivem nas grandes cidades?

d) Estabeleça uma condição para que seja possível uma boa integração entre os animais e os centros urbanos.


4. O que torna o desfecho do texto surpreendente e original?


5. O que a apresentação desse fato permite concluir sobre a relação de algumas pessoas com os animais?


6. Na sua opinião, qual a importância de o cronista afirmar que n ambiente urbano há meninos que nunca viram um frango vivo e só conhecem alguns animais como personagens de desenho animado?


7. A crônica foi publicada no suplemento de uma revista que circula em um grande cetro urbano – a cidade de São Paulo. Considerando os leitores a quem o texto é dirigido, você acha adequado o assunto tratado pelo cronista?


8. O cronista expõe os argumentos de forma subjetiva (pessoal) ou de forma objetiva (impessoal)?


9. Que sentido você atribui ao subtítulo da crônica (“Esforços para tornar menos dura a vida animal na metrópole”)?

7º ano (6ª série)

Seguem em abaixo as questões referentes ao texto: Uma brasileirinha que voa


Conform combinado as respostas poderão ser postadas até 19 de agosto, terça-feira.


1. A reportagem, publicada em uma revista de circulação nacional, traz informações sobre a trajetória da ginasta gaúcha Daiane dos Santos.

a) Que informação sobre a atleta você achou importante e mereceu ser veiculada na reportagem? Por quê?

b) Que fato, provavelmente, motivou a produção dessa reportagem?


2. De acordo com o texto, inicialmente muitos técnicos duvidaram que Daiane conseguisse competir com atletas europeus.

Que relação, na sua opinião, pode ser estabelecida entre o título A brasileirinha que voa e essas dificuldades iniciais de sua trajetória?


3. Segundo o texto, são muitas as exigências para quem pratica essa modalidade esportiva, tais como: treinamentos intensivos, dieta alimentar rigorosa, convívio com a dor etc. O que essas exigências realçam (aumentam) sobre Daiane?


4. O texto da reportagem se inicia com a descrição do salto-mortal desenvolvido pela atleta e praticado em competições.

a) Na sua opinião, o que essa forma de iniciar o texto pode provocar no leitor?

b) O que a comparação feita entre o tempo da acrobacia e o tempo gasto na leitura ressalta sobre a atleta?

c) A que essa descrição inicial pode ser relacionada?


5. Na seqüência dos fatos apresentados pela reportagem, aborda-se a vida pessoal de Daiane dos Santos.

a) Faça um levantamento das principais dificuldades enfrentadas pela ginasta no início da carreira.

b) Escreva duas razões que, na sua opinião, possam levar um jovem a ser atleta.


6. Em uma reportagem, é possível encontrar alguma interpretação do jornalista que produz a matéria.

a) Reescreva as frases destacando o trecho que reflete o pensamento do jornalista.

“Daiane, felizmente, não os ouviu.”

“Sugeriam, movidos também pelo preconceito, que ela largasse tudo e tentasse o atletismo.”

“Ao contrário da maior parte de suas colegas de seleção, Daiane tem um namorado.”

b) Que recurso de pontuação destaca a opinião do fato em si?

8º ano (7ª sére)

Seguem em anexo as questões referentes ao texto: Delírios de Honestidade

Conforme combinado as respostas poderão ser postadas até 19 de agosto, terça-feira.


1. Nessa crônica, o narrador-personagem imagina algumas situações que aconteceriam a partir de uma suposição, uma condição.

a) Que suposição o faz imaginar tais situações que desencadeiam a narrativa?

b) Com base nessa suposição, o que o narrador-personagem, provavelmente, pensa sobre a sinceridade das pessoas?


2. No texto, as situações são apresentadas ao leitor por meio de diálogos entre narrador-personagem e seus interlocutores imaginários.

a) Em sua opinião, por que esse recurso foi utilizado?

b) Qual dos diálogos apresentados, em sua opinião, é o mais improvável de acontecer na vida real?


3. Para ilustrar o ponto de vista defendido na crônica, o narrador-personagem imagina-se numa churrascaria de luxo, pedindo um bife ao garçom.

a) Que expressão o garçom usa para referir-se ao bife?

b) Essa expressão é uma metáfora. Qual o seu significado no texto?

c) Ao mostrar-se preocupado com o preço dos pratos, o que fica implícito (escondido) sobre o garçom?


4. Ao correr à casa de chocolates, o narrador-personagem se depara com uma mocinha que se recusa a atendê-lo.

a) O que revelam os argumentos da mocinha sobre o produto?

b) O que dá o tom humorístico à fala da personagem?

c) Há uma crítica implícita nesse trecho. O que está sendo criticado?


5. Outra situação imaginada pelo narrador-personagem é a da mulher à procura de um cirurgião plástico.

a) Qual palavra é empregada para referir-se à mulher que quer fazer plástica?

b) A partir dessa palavra, o que fica subentendido sobre a opinião do autor a respeito de cirurgia plástica?


6. O autor do texto trata com humor e ironia a inversão dos papéis entre consumidor e vendedor. Que efeito esse recurso provoca no leitor?

7. Releia o último parágrafo do texto. Depois de imaginar essas situações do cotidiano, a que conclusão chega o narrador-personagem? Você concorda com essa conclusão? Por quê?

9º ano (8ªsérie)

Segue em anexo as questões referentes ao texto: Índio com diploma não é mais índio?

Conforme combinado as respostas poderão ser postadas até as 17h de terça-feira, 19 de agosto de 2008.

1. No texto, o autor defende o ponto de vista de que o índio deve ter acesso a uma formação especializada.

a) O que você pensa a respeito desse assunto? Justifique.

b) Quem é o autor e que lugar ocupa na sociedade?
c) Tomando como base o veículo de publicação, a que tipo de leitor o texto é dirigido?
d) Que posição o autor assume ao imprimir as idéias apresentadas no texto?

2. Para expressar o seu ponto de vista, o autor constrói o seu texto estruturando-o em sete parágrafos.
a) Por que ele intitula o texto com uma pergunta?
b) Observe que, além do questionamento que aparece no título, existem outros dentro do texto. Que efeito é pretendido com o uso desse recurso lingüístico?
c) Quem responde a essas perguntas? Onde é possível encontrar as respostas para elas?

3. No primeiro parágrafo, o autor expõe a tese principal.
a) O que ele defende?
b) Você concorda ou discorda do ponto de vista defendido pelo autor?

4. No desenvolvimento do texto, o pensamento da sociedade de que o índio não precisa estudar é de ordem histórica.
a) Segundo o texto, que argumento é empregado para justificar tal pensamento?
b) Que frase funciona como um contra-argumento a essa forma de pensar?
c) Como você explica essa frase?

5. Ainda no desenvolvimento do texto, o terceiro, quarto e quinto parágrafos apresentam diferenças entre educação indígena e a educação escolar tradicional.
a) A educação indígena valoriza o cotidiano, as histórias e as crenças da comunidade. O que a educação escolar, segundo o texto, valoriza?
b) Ao estabelecer essa comparação entre os dois tipos de educação, o que o autor quer enfatizar?

6. Levando em conta a sociedade em que vivemos e as exigências do mercado de trabalho, estabeleça hipóteses que justifiquem o fato de o índio necessitar de uma educação escolar indígena.

7. No último parágrafo do texto, o autor propõe uma solução para o problema exposto na introdução.
a) O que ele propõe?
b) Na sua opinião, essa proposta é viável ou inviável para a realidade educacional brasileira? Justifique.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

7º ano (6ªsérie) - Texto: Blusão da Moda

Seguem a seguir as questões referentes ao texto.


Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até 22/06/2008 às 18h.

Questões retiradas do livro: Novo Diálogo, Língua Portuguesa, 6ª série, Eliana Beltrão e Tereza Gordilho, FTD

1. A crônica, geralmente, trata de fatos do cotidiano das pessoas. Nessa crônica, o narrador conta, em 1ª pessoa, a tentativa de comprar um blusão numa loja.

a) A quem o narrador-personagem se dirige ao entrar na loja?

b) O que acontece quando o narrador pede para ver o blusão?


2. No terceiro parágrafo, o narrador-personagem descreve o dono da loja e a si mesmo.

a) Especifique os adjetivos que se referem:

Ao dono da loja;

Ao narrador-personagem;

b) O que o narrador evidencia com essa maneira de construir a descrição?


3. O narrador-personagem, no quarto parágrafo, torce para que o blusão, de que tanto gostou, caiba nele...

a) Que ação do dono da loja surpreende o narrador?

b) Por que, nesse parágrafo, foram empregadas aspas em “que pena, é muito grande”?


4. A crônica pode explorar a crítica, o humor, a ironia.

a) Copie a(s) frase(s) que, de acordo com o texto, apresenta(m) um tom irônico.

“Vejo um blusão de lã e me agrado dele.”

“Fico torcendo para que o número seja o meu [...].”

“Um cidadão cortês, prestativo, interessantíssimo na minha humilde pessoa.”

“_ Está bom demais: é blusão pra mim e meus quatro filhos...”

b) Explique o que dá o tom de ironia às frases escolhidas por você.


5. O narrador-personagem emprega diferentes termos para referir-se ao dono da loja.

a) Faça uma lista desses termos na ordem em que eles aparecem na crônica.

b) Com base nesses termos, o que fica subentendido sobre o que o narrador-personagem sente em relação ao dono da loja?


6. Releia o trecho do terceiro parágrafo, que descreve como age o comerciante ao saber do interesse do narrador pelo blusão exposto na vitrine.

a) Como age o comerciante nesse momento?

b) Que recursos lingüísticos empregados nesse trecho ajudam o leitor a construir a imagem descrita?


7. Com base no desfecho da crônica, responda: O que é possível concluir sobre o comportamento do vendedor, personagem do texto, em relação ao consumidor?

terça-feira, 17 de junho de 2008

AVISO A TODOS

Desculpem-me pelo transtorno, mas é que houve um pequeno problema técnico. Contudo, já foi sanado e as questões já estão disponíveis para serem respondidas e postadas.

Obrigado,


Professor Anderson José de Paula.

9º ANO) 8ª SÉRIE: TEXTO ADOLESCENTES

Seguem em anexo as questões referentes ao texto.


Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até dia 21/06/2008 às 19h30m


1. Nesses textos o autor apresenta para os leitores as transformações que ocorrem na fase da adolescência com os garotos e com as garotas.
Que recurso lingüístico permite identificar a quem cada texto se dirige?


2. A partir dos subtítulos Garotos – De repente... eles existem! / Garotas – De repente... elas existem!, o que pode ser entendido sobre a atitude do adolescente em relação ao sexo oposto?


3. Nas partes iniciais dos dois textos, o autor explicita a diferença entre o jeito de pensar dos garotos e das garotas. Veja.

· Elas: “Mas o que passa pela cabeça dos garotos? (Se é que passa alguma coisa... )”.
· Eles: “[...] o que as garotas querem? (Será que elas sabem?)”.

a) O que se pode observar nas relações entre garotas após a descoberta do sexo oposto?

b) Qual a percepção das meninas sobre os meninos, segundo o autor?

c) E qual a percepção dos meninos sobre as meninas?

d) Que recurso o autor utiliza para expressar essas dúvidas dos adolescentes em relação ao sexo oposto?


4. Segundo o texto, tanto garotos quanto garotas têm de arrumar o quarto, só que as garotas não gostam, mas arrumam, e os garotos não gostam e não arrumam.

a) O que pode determinar esse comportamento dos meninos e das meninas?

b) Você concorda com essas diferenças apontadas pelo autor? Justifique.


5. As cartas a seguir foram publicadas no livro Sexo para adolescentes, de Marta Suplicy. Leia-as

ELE:

Querida Marta,

Eu faço bastante esporte, mas as minhas pernas não ficam fortes e grossas como as de jogadores de futebol. Às vezes penso em desistir. Para azar total [...] tenho muitos pêlos nas costas. Como você pode me ajudar?

Ricardo
P.S.: Na escola me gozam e eu não tiro mais a camisa


ELA:

Querida Marta,

Eu me sinto muito feia, nada parece dar certo para mim: eu queria ter o corpo de uma miss, mas acho que nunca vou ter. Existe alguma coisa que eu possa fazer para melhorar?

Beijão da Vera Helena
(Marta Suplicy. Sexo para adolescentes. São Paulo, FTD, 1998)


a) Que aspectos causam insegurança nesses jovens?

b) O que você diria a esses jovens que pudesse ajudá-los a pensar diferente?


6. No texto Adolescentes, o autor expressa suas opiniões e também apresenta dados que podem ser comprovados cientificamente.

a) Indique, entre os itens que seguem, os que expressam opinião e os que se baseiam em dados e estudos científicos.

“Antigamente, quando as mulheres não tinham muitas perspectivas profissionais, casavam-se muito cedo, por volta de 14 ou 15 anos, e logo tinham filhos.”

“Todos (meninos e meninas) são inseguros, têm pais que os perturbam, têm de ir à escola, arrumar o quarto (o que a maioria não gosta de fazer).”

“De uma hora para a outra os adolescentes (meninos e meninas) espicham, engordam e emagrecem,”

“Mas o que passa pela cabeça dos garotos? (Se é que passa alguma coisa...).”

b) Releia os itens identificados como opinião do autor. Você concorda com ele? Justifique sua resposta com argumentos.

c) No primeiro item desta questão, a palavra antigamente determina de forma vaga a época em que o fato acontecia. É possível determinar em que época as mulheres não tinham muitas perspectivas profissionais?

8º ANO (7ªSÉRIE) TEXTO: CORDEL ADOLESCENTE, Ó XENTE!

Seguem em anexo as questões referentes ao texto.

Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até dia 21/06/2008 às 19h


1. O cordel, uma narrativa em versos, é um tipo de texto elaborado para ser declamado ou cantado.

a) O texto que você leu se inicia com uma apresentação. Quem se apresenta ao leitor/ouvinte? Qual o seu nome e o que faz?

b) Qual é a estratégia empregada pela cordelista para atrair a atenção das pessoas para o seu cordel?

c) Qual é o tema do cordel?


2. Na 4ª estrofe, a narradora começa a contar a história da garota que amava um cangaceiro.

a) Que aspectos do cangaceiro são ressaltados nessa estrofe?

b) Que expressão tipicamente nordestina é usada para qualificar o cangaceiro?

c) Transcreva a expressão da linguagem oral empregada pela narradora. Que significado ela adquire no contexto?


3. Ao referir-se à mocinha da história, na 5ª e 6ª estrofes, a narradora não a identifica claramente. Por que ela utiliza esta estratégia?


4. A primeira vez que Bertulina viu o cangaceiro, algo aconteceu.

a) Que imagem representa o despertar do amor em Bertulina?

b) Que verso expressa a emoção incontida desse momento?

c) Que efeito de sentido é decorrente dessa escolha?


5. O cangaceiro é caracterizado na 9ª estrofe.

a) Que versos mostram o seu jeito de ser?

b) O que esse trecho revela sobre as características do cangaceiro?


6. A 11ª estrofe narra o momento em que explode a paixão de Bertulina.

a) Que substantivos empregados nessa estrofe podem ser associados às sensações vividas por Bertulina?

b) Que sentido os substantivos empregados nessa estrofe atribuem ao momento narrado e consequentemente ao sentimento de Betulina?


7. Na 13ª estrofe, Bertulina, após o beijo, afirma estar assustada.

a) Qual a preocupação dela em relação ao beijo?

b) Na fala de Bertulina, o que as reticências podem revelar?


8. Doralice e Bertulina são a mesma pessoa.

a) Que pistas, no texto, podem levá-lo a concluir isso?

b) Com que objetivo a narradora pode ter usado essa estratégia na sua história.



Sugestões:


Assistiam aos filmes:


“Um lugar chamado Nottig Hill” ou “Lisbela e o prisioneiro”


São filmes que retratam amores impossíveis.


Bom trabalho a todos.

6º ANO (5ª SÉRIE) TEXTO: O MISTÉRIO DACASA MAL ASSOMBRADA

Seguem em anexo as questões referentes ao texto.


Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até dia 21/06/2008 às 18h



1. Em O mistério da casa abandonada, as ações das personagens e a maneira como elas são caracterizadas ajudam a compor o clima de suspense e de aventura da narrativa.


a) Que ações do narrador-personagem e de seus companheiros ajudam na construção desse clima?

b) Qual é o papel assumido pelo narrador-personagem e por seus companheiros nessa aventura?


2. Uma missão secreta de investigação a uma casa abandonada é o tema da narrativa.


a) Qual o termo usado, isto é, como era chamado, quando o narrador-personagem se refere:

Ao grupo de amigos

A Fernando, Mariana, Hindemburgo e Pastoff


Aos nomes Odnanref e Anairam

À casa abandonada

b) Encontre no texto o emprego de outros termos relacionados à situação de investigação e mistério dessa narrativa.

c) Se você fosse escrever uma história cujo tema fosse uma aventura na selva, que palavras escolheria para compor o clima de sua narrativa?


3. De acordo com a narrativa, o casarão é tido como mal-assombrado. A descrição que se faz dele no texto destaca exatamente os aspectos sinistros do lugar.

a) Releia o trecho em que o casarão é descrito e escreva as características de cada parte destacada.

As paredes

O portão

A fachada
A varanda

O telhado

As janelas

b) Na sua opinião, que impressões a descrição do casarão provoca no leitor?


4. Escreva o nome ODNANREF em uma folha de papel. Coloque-o na frente de um espelho e leia nome que aparece.

a) Que relação pode ser estabelecida entre o nome do autor do livro e o do menino que narra a história.


5. Nas narrativas, a ação – os acontecimentos da história – é organizada em uma seqüência chamada enredo. Observe a seguir cada uma das partes em que podemos dividir o enredo.

Apresentação ou Situação Inicial: parte inicial da história, em que se apresentam as personagens, os primeiros acontecimentos e as circunstâncias em que a história se desenvolverá.

Complicação ou Desenvolvimento: parte em que o conflito se inicia, isto é, quando surgem as complicações, os problemas, que serão resolvidos ao longo da história.

Clímax: parte culminante da história; é o momento de maior tensão, quando o conflito chega a seu ponto máximo.

Desfecho ou Situação Final: parte final da narrativa, que pode ser surpreendente, trágica, engraçada, feliz, intrigante etc. É o momento em que o conflito se resolve.

Agora, leia alguns acontecimentos da história e identifique a que parte do enredo eles pertencem:

a) A luz do quarto se acendeu e surgiu um velho horrendo, que avançou sobre as crianças; elas gritaram de pavor e conseguiram escapar com a ajuda do cão, deixando cair na fuga uma vela acesa.

b) O casarão incendiou; a polícia e os bombeiros foram chamados pelos vizinhos, permitindo a prisão do velho, um ladrão perigoso que usava a casa abandonada para esconder objetos roubados.

c) As crianças decidiram investigar um casarão abandonado com o objetivo de descobrir um tesouro escondido.

d) Na calada da noite, as crianças conseguiram invadir, por uma janela, o casarão abandonado e começaram a investigação.

6. Ao entrarem no primeiro quarto, no andar superior, algo surpreendeu os agentes secretos. Releia o trecho que corresponde a essa passagem – do 21º parágrafo ao 26º em voz alta, de maneira que o tom da fala da personagem seja coerente com a situação descrita e a intenção de surpreender, ameaçar, assustar as crianças.

a) Para transmitir o tom ameaçador da personagem e aumentar a tensão da narrativa, que recurso foi empregado no texto?

b) Que outras informações sobre a personagem ajudam a transmitir a tensão do momento?

c) A aparência e a voz dessa personagem podem nos remeter a que outras personagens de história de ficção?


7. Por que será que as crianças ficaram quietas e nem se encontraram no dia seguinte ao do episódio narrado? Levante hipóteses.


8. Dim-Dom!!! é um jogo de coragem. Cada um dos quatro caminhos possíveis o (a) levará a uma situação diferente. Participe do jogo, que está na última página.

Depois de jogar, escreva resumidamente as partes do enredo de sua aventura, de acordo com o ponto de partida e os caminhos que escolheu.

Apresentação ou Situação Inicial
Complicação ou Desenvolvimento
Clímax
Desfecho ou Situação Final

sexta-feira, 16 de maio de 2008

ECLUSA DA USINA DE NOVA AVANHANDAVA-SP E BARCO ODISSÉIA DE BURITAMA-SP

Pessoal gostaram do passeio? Acredito que sim, pois nos divertimos e vimos na prática o que aprendemos teoricamente nas aulas de Geografia.


Partindo disso, gotaria que vocês comentassem como foi presenciar algo que haviam estudado teoricamente ou que ainda vão estudar. Como foi andar de barco em pleno rio Tietê e ver que toda aquela poluição, que há nela em São Paulo - Capital -, não vemos no interior.

Assim, gostaria que postassem, aqui, os pontos mais importantes deste ótimo passeio, coordenado pela Coordenadora Ejania e idealizado pelo Professor de Geografia Adeilton. Aderido por vocês, alunos. Contando, também, com a participação dos pais Ana Paula e Milton; e
minha Professor Anderson.


Obrigado.


Comentários recebidos até 23-05-2008.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

AVISO A TODOS OS PAIS E ALUNOS.

Senhores pais e alunos,

Na semana de 21 a 30/05/2008, não haverá textos para serem comentados no blog em virtude da semana de avaliação mensal da Escola Dinâmica Anglo, por isso dediquem-se ao estudo diário, pois "aula dada hoje, é aula estudada hoje".

Após a semana de avaliação, retornaremos aos trabalhos.

Obrigado.

Professor Anderson J. de Paula.

9º ano (8ª série) - Texto: Quero

Prezados amigos, seguem as questões para interpretação do texto.


Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até 20/05/08 até às 18h.


1. O poema mostra como o eu-lírico se sente diante da paixão, do amor. Que estrofe do poema você “diria”, “declararia”, “declamaria” à pessoa amada? Transcreva-a


2. No poema, a descoberta do amor não determina ao eu-lírico a certeza de sua realização.


a) Como o eu-lírico se mostra em todo o poema?

b) O que representa a pessoa amada para o eu-lírico?


3. O título Quero transmite um tom incisivo (insistente) ao poema e se repete três vezes ao longo do texto.


a) O que essa repetição indica em relação ao comportamento do eu-lírico?

b) A primeira estrofe revela o desejo intenso do eu-lírico de ovir “eu te amo”. Como é transmitida essa intensidade?

c) O tom incisivo do “quero” permanece em todo o poema? Justifique.


4. Na segunda e terceira estrofes, o eu-lírico declara sua insegurança quanto ao que o ser amado sente.


a) Em que momento essa insegurança desaparece?

b) Que recuso lingüístico é empregado na terceira estrofe para evidenciar a idéia de exaustão a que o eu-lírico se refere?


5. Na quarta estrofe, o eu-lírico torna-se ainda mais incisivo e objetivo.


a) Identifique a forma verbal que leva a essa conclusão.

b) Observa-se também o emprego do pronome isto três vezes. O que o uso desse recurso indica sobre o jeito de o eu-lírico ver o amor?


6. O desfecho do poema nos remete a uma situação de dependência do eu-lírico em relação ao que o outro sente.


a) Como você interpreta o verso “Eu te amoamoamoamoamo”?

b) O que sugere a ligação entre as palavras no verso “Eu te amoamoamoamoamo” sobre o momento vivido pelo eu-lírico?


7. Em sua opinião, o que a disposição, número de sílabas e o número irregular dos versos nas estrofes, enfatizam sobre o sentido do texto?




Bom trabalho e bons estudos para as avaliações mensais.

8º ano (7ªsérie) - Texto: A transformação.

Prezados amigos, seguem as questões para interpretação do texto.


Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até 20/05/08 até as 17h30m.


1. Algumas transformações que ocorrem na adolescência são o tema desse texto.


a) Dentre as afirmações a seguir, transcreva a que melhor apresenta o assunto abordado no texto.

“Banho só na base de muita ameaça.”
“Mudanças estranhas estão acontecendo com meu filho.”
“Jamais se preocupou com o aniversário de ninguém, a não ser com os de “Magic Johnson e de Michael Jordan.”


b) Que exemplos o narrador apresenta para comprovar essa afirmação?


2. Leia o verbete metamorfose.


Metamorfose s.f. 1. Transformação de um ser ou de uma coisa. 2. Mudança de forma. [...] 6. (Fig.) Modificação considerável no estado ou no caráter de uma pessoa.

Adriano da Gama Kury. Minidicionário Gama Kury da língua portuguesa. São Paulo, FTD, 2002, p. 700

a) De acordo com o texto, qual é a metamorfose vivida pelo adolescente?

b) Que mudanças no comportamento do adolescente foram observadas a partir destas passagens do texto?

“Nunca ia a festas, não dançava [...].”

“[...] não ligava para roupas.”

“Jamais se preocupou com o aniversário de ninguém [...].”

Não atendia ao telefone.

“[...] jogava bola o dia inteiro [...].”


3. No segundo parágrafo, o narrador percebe uma mudança no comportamento do filho.


a) O que pode ser percebido sobre o estado de espírito em que se encontra o adolescente?

b) O que indicam as reticências empregadas no final do parágrafo?


4. O filho diz ao pai que quer uma camisa nova (preta) para ir ao aniversário de uma colega.


a) Como ele se refere à colega que irá fazer aniversário?

b) Por que, ma sua opinião, o garoto dirige-se ao pai dessa maneira?


5. No diálogo entre pai e filho aparecem trechos dentro de parênteses. Por que foram usados os parênteses nesses trechos?


6. Num determinado momento do diálogo, o pai pergunta diretamente ao filho se ele está namorando. Por que a expressão “sua colega” foi colocada entre aspas?


7. No diálogo entre o narrador-personagem e o filho, é possível observar traços da oralidade, como no trecho abaixo. Reproduza oralmente esse diálogo, observando a entonação e o ritmo da fala das personagens.

“__ Fala direito, cara, oxen!
__ Poxa, meu pai, é aniversário “de minha colega” e eu tenho que ir.
__ Ah, bem legal, e aí?”

Agora responda: o que é possível inferir (entender) sobre a relação entre pai e filho?




Bom trabalho a todos e bons estudos para as avaliações mensais!!