quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Final SOLETRANGLO 2008: a arte de soletrar palavras

Será realizada nas dependências do Colégio Anglo a final do SOLETRANGLO 2008.

O evento contou com a participação dos alunos de 6º ao 9º.

O intuito desta atividade é despertar no aluno o interesse pelas palavras da Língua Portuguesa, bem como sua grafia, pois a língua é tida por muitos como difícil ou complicada.


DATA: 05/12/2008 às 19h

LOCAL: Colégio Anglo


Gostaria que todos os alunos que participaram deste projeto postassem suas experiências nele afim de avaliarmos a atividade.

Obrigado

Luau 2008

Destinado a alunos do 5º ao 9º anos e amigos, o Luau deste ano será promovido pela Escola Dinâmica - Colégio Anglo com Teatro e Show musical.

Encerrando as atividades do ano de 2008, o Colégio Anglo promove esta integração entre seus educandos, pois "estudar no Anglo faz a diferença"

Dessa forma, participem e postem comentários sobre o evento aqui. Fiquem a vontade para comentarem e sugerirem mudanças para que sempre possamos melhorar em nossos eventos.


DATA: 28/11/2008 - das 19h às 23h

LOCAL: Colégio Anglo

Corujão 2008

Destinado a alunos de 8º, 9º e Ensino Médio e amigos, o CORUJÃO deste ano será promovido pelos professores do Ensino Médio com "Aulas SHOW" e Show musical.

Encerrando as atividades do ano de 2008, o Colégio Anglo promove esta integração entre seus educandos, pois "estudar no Anglo faz a diferença"

Assim, participem e postem comentários sobre o evento aqui. Fiquem a vontade para comentarem e sugerirem mudanças para que sempre possamos melhorar em nossos eventos.


DATA: 27/11/2008 - das 19h às 24h

LOCAL: Colégio Anglo

Vídeo: para refletir - Todas as séries

Um vídeo para reflexão.

Que todos tenham uma excelente semana de avaliação.


video

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

9º ano ( 8ª série) - TEXTO: QUEM SÃO ELS?

Conforme combinado as respostas poderão ser postadas até quinta-feira 20/11/2008 às 19h


Bom trabalho a todos.


1. Esses textos narram a trajetória de vida de quatro pessoas.


a) O que elas têm em comum?


b) Qual das personagens citadas você já conhecia? Por quê?


c) Com qual você mais se identificou? Por quê?


2. Releia o texto sobre a vida de Mílton Santos.


a) O que as informações revelam sobre a personalidade desse homem?


b) Que características da personalidade de Milton Santos podem ser comprovadas em seu depoimento?


3. Com relação a Anita Garibaldi, responda.


a) Que fato promoveu uma mudança radical em sua vida?


b) Que motivo a tornou uma heroína no Brasil e na Itália?


c) Que fatos a transformaram em um mito?


d) Observando a seleção de informações e a escolha dos adjetivos empregados no texto, o que podem revelar sobre a visão do autor em relação à Anita Garibaldi?


4. Analisando a vida de Maria das Graças Marsal, “a dama que veio do lixo”, e a de Anita Garibaldi, o que se observa de semelhante quanto à personalidade de ambas?


5. O texto sobre Renato Russo contém opiniões, característica que não aparece nos demais textos.


a) Estabeleça uma hipótese para justificar o acréscimo das opiniões de amigos do artista à seu respeito.


b) Identifique, no texto, pelo menos uma expressão que revele a opinião do jornalista sobre o cantor.


6. Observe o veículo de publicação de cada um dos textos lidos e, com base neles, responda.


a) A que público-alvo cada texto se dirige?


b) Que estratégias cada um dos textos emprega para a transmissão de informação ao leitor?

domingo, 16 de novembro de 2008

8º ano (7ª série) - TEXTO: BRASIL, QUAL É A TUA CARA?

Conforme combinado as respostas poderão ser postadas até quinta-feira 20/11/2008 às 18h


Bom trabalho a todos.


Antes de responder às questões, na primeira folha do xerox há alguns questionamentos, abaixo do título. Faça as respostas deles por meio de um pequeno parágrafo entre 05 e 10 linhas. Pode orientar-se pelas perguntas e responder em forma de texto.


1. As três personalidades expressam seus pontos de vista sobre o que é identidade nacional. Com qual das opiniões você mais se identificou? Por quê?


2. Os textos, cujos autores são pessoas de referência no cenário artístico nacional, foram publicados numa revista dirigida a um público específico. Com que finalidade essas opiniões podem ter sido publicadas nessa revista?


3. Para formular sua opinião, a cantora Beth Carvalho utiliza a frase “O brasileiro é antes de tudo um forte”, que nos remete à frase “O sertanejo é antes de tudo um forte”, expressa por Euclides da Cunha, grande escritor brasileiro, no livro Os sertões.


a) Que sentidos podem ser atribuídos ao emprego dessa frase pela autora?


b) Você concorda com o emprego dessa frase para referir-se ao povo brasileiro? Justifique sua resposta com exemplos de situações observadas, conhecidas ou vividas por você.


4. O artista Emanoel Araújo revela, ao emitir sua opinião sobre a identidade nacional, um certo tom de indignação.


a) O que ele considera como inaceitável?


b) Que exemplos históricos ele utiliza para justificar a sua indignação diante dessas idéias?


c) Quais são as características que, segundo ele, identificam o povo brasileiro?


d) Você concorda ou discorda da opinião do artista plástico? Comprove sua resposta com exemplos de situações do cotidiano observadas em sua cidade, região, comunidade etc.


5. O comediante Renato Aragão afirma que “às vezes o Brasil parece ser um país de Primeiro Mundo. Às vezes, o de último.”

a) Em que aspectos, na sua opinião, o nosso país parece pertencer ao Primeiro Mundo?


b) Como embaixador da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), a que questões dos país Renato Aragão se refere quando emprega a palavra último?


c) Que conseqüência essa incerteza traz à formação da identidade do povo brasileiro?


6. O final de cada texto apresenta uma afirmação do posicionamento dos autores e um estímulo à reação do leitor.


a) O que todos eles afirmam?


b) De que forma a publicação do posicionamento dessas pessoas pode interferir na opinião do leitor?

6º ano (5ª série) - TEXTO: LUCAS PESCADOR

Conforme combinado as respostas poderão ser postadas até quinta-feira 20/11/2008 às 17h


Bom trabalho a todos.


1. O texto traz as experiências do narrador, Daniel Munduruku, e de Lucas na comunidade indígena Munduruku.


a) O que mais lhe impressionou nessa historia?


b) Que informação, no primeiro parágrafo, expõe um aspecto da cultura indígena?


2. Como o próprio título revela, nessa história Lucas é um pescador.


a) O que chamou a atenção de Tawé sobre Lucas durante a pescaria?


b) Que expressão empregada pelo narrador contradiz a reação de Lucas durante a pescaria? O que você entendeu sobre essa expressão?


3. De acordo com o narrador, a impaciência de Lucas deve-se ao fato de que as pessoas da cidade têm outro tempo.


a) Como é o tempo das pessoas da cidade, segundo o narrador?


b) A partir dessa explicação dada pelo narrador, o que é possível inferir (concluir) sobre o que marca o tempo na comunidade indígena?


4. Embora existam tantas diferenças entre a vida das pessoas na cidade e a vida na comunidade indígena, qual é a grande semelhança entre os dois modos de vida, segundo os meninos indígenas?


5. Durante a pescaria, Tawé leva o peixe à altura da boca e fala com ele.


a) Qual a crença expressa nesse gesto de Tawé?


b) O que é possível concluir sobre a cultura indígena a partir desse gesto?


6. De acordo com a questão anterior, por que você acha que Lucas passou a fazer a mesma coisa?


7. Na sua opinião, que tipo de conseqüência a pressa, os afazeres e os compromissos diários que as pessoas repetem sem refletir podem gerar na natureza, no meio ambiente?


8. Releia o trecho em que Lucas faz uma constatação sobre a sociedade em que vive: “Na cidade as pessoas costumam evitar a dor, o sofrimento, porque acham que sofrer não é bom pra elas, para os filhos, para a sociedade”.


a) Como a comunidade indígena encara o sofrimento?

domingo, 28 de setembro de 2008

8ª série (9ºano) - Resposta Exercícios de Fixação - Orações Subordinadas Adverbiais

Páginas 314 e 315

1. a) Brincava, era.

b) Duas orações.

2. (d) tempo.

3. a) Causa

b) Condição.

4. a) Que o pai, quando pequeno, não tivesse jogado ioiô.

b) Que não acha que a geração de seu pai seja exemplo para a sua.

Página 315 e 316

1. a) Porque fui precavido(a), levei o guarda-chuva.

b) Fiquei na sua festa porque quis ser camarada, mas estava morto de sono.

c) Embora a filha desobedecesse, a mãe continuou avisando.

d) Jogaremos a fim de vencer.

e) Quando anoitecer, discutiremos o roteiro de viagem.

2. a) Conseqüência.

b) Finalidade.

Páginas 317 e 318

1. a) condição.

b) tempo.

c) concessão.

d) proporção.

e) Concessão.

2. a) ... enquanto aguardava a minha vez.

b) À medida que o tempo passava, ...

c) ... ainda que ele não venha.

d) Caso ele apareça, ...

3. a) “Se sua casa é um espetáculo.”

b) Condição.

c) Elas atribuem aos móveis de piscina certa grandiosidade e imponência como têm os teatros com camarotes.

4. a) A partir do 3º quadrinho.

b) No último.

5. a) Se houvesse monstros debaixo da minha cama.

b) Oração Subordinada Adverbial Condicional.

6. MÃEE!

Página 319

1. V, I, II, III, IV

2. a) ... conforme havíamos previsto.

b) ... para que o bolo fosse feito.

c) ... que desmaiei.

d) ... como se estivesse em um lindo filme.

3. a) Oração Subordinada Adverbial Condicional

b) Oração Subordinada Adverbial Final

c) Oração Subordinada Adverbial Causal

4. (b)

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

6º ano (5ª série)

Seguem abaixo as questões referentes ao texto: A cidade e os bichos


Conforme combinado as respostas poderão ser postadas até terça-feira 19 de agosto.


1. O cronista inicia explicando para o leitor os motivos que o levam a retomar o assunto da última crônica.

a) Qual é o assunto retomado pelo cronista?

b) Qual o motivo de sua preocupação?


2. No segundo parágrafo, o cronista expõe o seu ponto de vista sobre o assunto.

a) O que ele defende?

b) Que exemplos da realidade urbana são empregados para confirmar o ponto de vista do cronista?


3. O cronista afirma que determinados animais recusam-se a ser expulsos da cidade, mesmo quando o ambiente lhes é desfavorável.

a) Na sua opinião, o que causa a expulsão dos animais dos grandes centros urbanos?

b) Quem pode ser o responsável pela ação de expulsar os animais da cidade?

c) Segundo o cronista, quais as conseqüências desse afastamento para as pessoas que vivem nas grandes cidades?

d) Estabeleça uma condição para que seja possível uma boa integração entre os animais e os centros urbanos.


4. O que torna o desfecho do texto surpreendente e original?


5. O que a apresentação desse fato permite concluir sobre a relação de algumas pessoas com os animais?


6. Na sua opinião, qual a importância de o cronista afirmar que n ambiente urbano há meninos que nunca viram um frango vivo e só conhecem alguns animais como personagens de desenho animado?


7. A crônica foi publicada no suplemento de uma revista que circula em um grande cetro urbano – a cidade de São Paulo. Considerando os leitores a quem o texto é dirigido, você acha adequado o assunto tratado pelo cronista?


8. O cronista expõe os argumentos de forma subjetiva (pessoal) ou de forma objetiva (impessoal)?


9. Que sentido você atribui ao subtítulo da crônica (“Esforços para tornar menos dura a vida animal na metrópole”)?

7º ano (6ª série)

Seguem em abaixo as questões referentes ao texto: Uma brasileirinha que voa


Conform combinado as respostas poderão ser postadas até 19 de agosto, terça-feira.


1. A reportagem, publicada em uma revista de circulação nacional, traz informações sobre a trajetória da ginasta gaúcha Daiane dos Santos.

a) Que informação sobre a atleta você achou importante e mereceu ser veiculada na reportagem? Por quê?

b) Que fato, provavelmente, motivou a produção dessa reportagem?


2. De acordo com o texto, inicialmente muitos técnicos duvidaram que Daiane conseguisse competir com atletas europeus.

Que relação, na sua opinião, pode ser estabelecida entre o título A brasileirinha que voa e essas dificuldades iniciais de sua trajetória?


3. Segundo o texto, são muitas as exigências para quem pratica essa modalidade esportiva, tais como: treinamentos intensivos, dieta alimentar rigorosa, convívio com a dor etc. O que essas exigências realçam (aumentam) sobre Daiane?


4. O texto da reportagem se inicia com a descrição do salto-mortal desenvolvido pela atleta e praticado em competições.

a) Na sua opinião, o que essa forma de iniciar o texto pode provocar no leitor?

b) O que a comparação feita entre o tempo da acrobacia e o tempo gasto na leitura ressalta sobre a atleta?

c) A que essa descrição inicial pode ser relacionada?


5. Na seqüência dos fatos apresentados pela reportagem, aborda-se a vida pessoal de Daiane dos Santos.

a) Faça um levantamento das principais dificuldades enfrentadas pela ginasta no início da carreira.

b) Escreva duas razões que, na sua opinião, possam levar um jovem a ser atleta.


6. Em uma reportagem, é possível encontrar alguma interpretação do jornalista que produz a matéria.

a) Reescreva as frases destacando o trecho que reflete o pensamento do jornalista.

“Daiane, felizmente, não os ouviu.”

“Sugeriam, movidos também pelo preconceito, que ela largasse tudo e tentasse o atletismo.”

“Ao contrário da maior parte de suas colegas de seleção, Daiane tem um namorado.”

b) Que recurso de pontuação destaca a opinião do fato em si?

8º ano (7ª sére)

Seguem em anexo as questões referentes ao texto: Delírios de Honestidade

Conforme combinado as respostas poderão ser postadas até 19 de agosto, terça-feira.


1. Nessa crônica, o narrador-personagem imagina algumas situações que aconteceriam a partir de uma suposição, uma condição.

a) Que suposição o faz imaginar tais situações que desencadeiam a narrativa?

b) Com base nessa suposição, o que o narrador-personagem, provavelmente, pensa sobre a sinceridade das pessoas?


2. No texto, as situações são apresentadas ao leitor por meio de diálogos entre narrador-personagem e seus interlocutores imaginários.

a) Em sua opinião, por que esse recurso foi utilizado?

b) Qual dos diálogos apresentados, em sua opinião, é o mais improvável de acontecer na vida real?


3. Para ilustrar o ponto de vista defendido na crônica, o narrador-personagem imagina-se numa churrascaria de luxo, pedindo um bife ao garçom.

a) Que expressão o garçom usa para referir-se ao bife?

b) Essa expressão é uma metáfora. Qual o seu significado no texto?

c) Ao mostrar-se preocupado com o preço dos pratos, o que fica implícito (escondido) sobre o garçom?


4. Ao correr à casa de chocolates, o narrador-personagem se depara com uma mocinha que se recusa a atendê-lo.

a) O que revelam os argumentos da mocinha sobre o produto?

b) O que dá o tom humorístico à fala da personagem?

c) Há uma crítica implícita nesse trecho. O que está sendo criticado?


5. Outra situação imaginada pelo narrador-personagem é a da mulher à procura de um cirurgião plástico.

a) Qual palavra é empregada para referir-se à mulher que quer fazer plástica?

b) A partir dessa palavra, o que fica subentendido sobre a opinião do autor a respeito de cirurgia plástica?


6. O autor do texto trata com humor e ironia a inversão dos papéis entre consumidor e vendedor. Que efeito esse recurso provoca no leitor?

7. Releia o último parágrafo do texto. Depois de imaginar essas situações do cotidiano, a que conclusão chega o narrador-personagem? Você concorda com essa conclusão? Por quê?

9º ano (8ªsérie)

Segue em anexo as questões referentes ao texto: Índio com diploma não é mais índio?

Conforme combinado as respostas poderão ser postadas até as 17h de terça-feira, 19 de agosto de 2008.

1. No texto, o autor defende o ponto de vista de que o índio deve ter acesso a uma formação especializada.

a) O que você pensa a respeito desse assunto? Justifique.

b) Quem é o autor e que lugar ocupa na sociedade?
c) Tomando como base o veículo de publicação, a que tipo de leitor o texto é dirigido?
d) Que posição o autor assume ao imprimir as idéias apresentadas no texto?

2. Para expressar o seu ponto de vista, o autor constrói o seu texto estruturando-o em sete parágrafos.
a) Por que ele intitula o texto com uma pergunta?
b) Observe que, além do questionamento que aparece no título, existem outros dentro do texto. Que efeito é pretendido com o uso desse recurso lingüístico?
c) Quem responde a essas perguntas? Onde é possível encontrar as respostas para elas?

3. No primeiro parágrafo, o autor expõe a tese principal.
a) O que ele defende?
b) Você concorda ou discorda do ponto de vista defendido pelo autor?

4. No desenvolvimento do texto, o pensamento da sociedade de que o índio não precisa estudar é de ordem histórica.
a) Segundo o texto, que argumento é empregado para justificar tal pensamento?
b) Que frase funciona como um contra-argumento a essa forma de pensar?
c) Como você explica essa frase?

5. Ainda no desenvolvimento do texto, o terceiro, quarto e quinto parágrafos apresentam diferenças entre educação indígena e a educação escolar tradicional.
a) A educação indígena valoriza o cotidiano, as histórias e as crenças da comunidade. O que a educação escolar, segundo o texto, valoriza?
b) Ao estabelecer essa comparação entre os dois tipos de educação, o que o autor quer enfatizar?

6. Levando em conta a sociedade em que vivemos e as exigências do mercado de trabalho, estabeleça hipóteses que justifiquem o fato de o índio necessitar de uma educação escolar indígena.

7. No último parágrafo do texto, o autor propõe uma solução para o problema exposto na introdução.
a) O que ele propõe?
b) Na sua opinião, essa proposta é viável ou inviável para a realidade educacional brasileira? Justifique.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

7º ano (6ªsérie) - Texto: Blusão da Moda

Seguem a seguir as questões referentes ao texto.


Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até 22/06/2008 às 18h.

Questões retiradas do livro: Novo Diálogo, Língua Portuguesa, 6ª série, Eliana Beltrão e Tereza Gordilho, FTD

1. A crônica, geralmente, trata de fatos do cotidiano das pessoas. Nessa crônica, o narrador conta, em 1ª pessoa, a tentativa de comprar um blusão numa loja.

a) A quem o narrador-personagem se dirige ao entrar na loja?

b) O que acontece quando o narrador pede para ver o blusão?


2. No terceiro parágrafo, o narrador-personagem descreve o dono da loja e a si mesmo.

a) Especifique os adjetivos que se referem:

Ao dono da loja;

Ao narrador-personagem;

b) O que o narrador evidencia com essa maneira de construir a descrição?


3. O narrador-personagem, no quarto parágrafo, torce para que o blusão, de que tanto gostou, caiba nele...

a) Que ação do dono da loja surpreende o narrador?

b) Por que, nesse parágrafo, foram empregadas aspas em “que pena, é muito grande”?


4. A crônica pode explorar a crítica, o humor, a ironia.

a) Copie a(s) frase(s) que, de acordo com o texto, apresenta(m) um tom irônico.

“Vejo um blusão de lã e me agrado dele.”

“Fico torcendo para que o número seja o meu [...].”

“Um cidadão cortês, prestativo, interessantíssimo na minha humilde pessoa.”

“_ Está bom demais: é blusão pra mim e meus quatro filhos...”

b) Explique o que dá o tom de ironia às frases escolhidas por você.


5. O narrador-personagem emprega diferentes termos para referir-se ao dono da loja.

a) Faça uma lista desses termos na ordem em que eles aparecem na crônica.

b) Com base nesses termos, o que fica subentendido sobre o que o narrador-personagem sente em relação ao dono da loja?


6. Releia o trecho do terceiro parágrafo, que descreve como age o comerciante ao saber do interesse do narrador pelo blusão exposto na vitrine.

a) Como age o comerciante nesse momento?

b) Que recursos lingüísticos empregados nesse trecho ajudam o leitor a construir a imagem descrita?


7. Com base no desfecho da crônica, responda: O que é possível concluir sobre o comportamento do vendedor, personagem do texto, em relação ao consumidor?

terça-feira, 17 de junho de 2008

AVISO A TODOS

Desculpem-me pelo transtorno, mas é que houve um pequeno problema técnico. Contudo, já foi sanado e as questões já estão disponíveis para serem respondidas e postadas.

Obrigado,


Professor Anderson José de Paula.

9º ANO) 8ª SÉRIE: TEXTO ADOLESCENTES

Seguem em anexo as questões referentes ao texto.


Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até dia 21/06/2008 às 19h30m


1. Nesses textos o autor apresenta para os leitores as transformações que ocorrem na fase da adolescência com os garotos e com as garotas.
Que recurso lingüístico permite identificar a quem cada texto se dirige?


2. A partir dos subtítulos Garotos – De repente... eles existem! / Garotas – De repente... elas existem!, o que pode ser entendido sobre a atitude do adolescente em relação ao sexo oposto?


3. Nas partes iniciais dos dois textos, o autor explicita a diferença entre o jeito de pensar dos garotos e das garotas. Veja.

· Elas: “Mas o que passa pela cabeça dos garotos? (Se é que passa alguma coisa... )”.
· Eles: “[...] o que as garotas querem? (Será que elas sabem?)”.

a) O que se pode observar nas relações entre garotas após a descoberta do sexo oposto?

b) Qual a percepção das meninas sobre os meninos, segundo o autor?

c) E qual a percepção dos meninos sobre as meninas?

d) Que recurso o autor utiliza para expressar essas dúvidas dos adolescentes em relação ao sexo oposto?


4. Segundo o texto, tanto garotos quanto garotas têm de arrumar o quarto, só que as garotas não gostam, mas arrumam, e os garotos não gostam e não arrumam.

a) O que pode determinar esse comportamento dos meninos e das meninas?

b) Você concorda com essas diferenças apontadas pelo autor? Justifique.


5. As cartas a seguir foram publicadas no livro Sexo para adolescentes, de Marta Suplicy. Leia-as

ELE:

Querida Marta,

Eu faço bastante esporte, mas as minhas pernas não ficam fortes e grossas como as de jogadores de futebol. Às vezes penso em desistir. Para azar total [...] tenho muitos pêlos nas costas. Como você pode me ajudar?

Ricardo
P.S.: Na escola me gozam e eu não tiro mais a camisa


ELA:

Querida Marta,

Eu me sinto muito feia, nada parece dar certo para mim: eu queria ter o corpo de uma miss, mas acho que nunca vou ter. Existe alguma coisa que eu possa fazer para melhorar?

Beijão da Vera Helena
(Marta Suplicy. Sexo para adolescentes. São Paulo, FTD, 1998)


a) Que aspectos causam insegurança nesses jovens?

b) O que você diria a esses jovens que pudesse ajudá-los a pensar diferente?


6. No texto Adolescentes, o autor expressa suas opiniões e também apresenta dados que podem ser comprovados cientificamente.

a) Indique, entre os itens que seguem, os que expressam opinião e os que se baseiam em dados e estudos científicos.

“Antigamente, quando as mulheres não tinham muitas perspectivas profissionais, casavam-se muito cedo, por volta de 14 ou 15 anos, e logo tinham filhos.”

“Todos (meninos e meninas) são inseguros, têm pais que os perturbam, têm de ir à escola, arrumar o quarto (o que a maioria não gosta de fazer).”

“De uma hora para a outra os adolescentes (meninos e meninas) espicham, engordam e emagrecem,”

“Mas o que passa pela cabeça dos garotos? (Se é que passa alguma coisa...).”

b) Releia os itens identificados como opinião do autor. Você concorda com ele? Justifique sua resposta com argumentos.

c) No primeiro item desta questão, a palavra antigamente determina de forma vaga a época em que o fato acontecia. É possível determinar em que época as mulheres não tinham muitas perspectivas profissionais?

8º ANO (7ªSÉRIE) TEXTO: CORDEL ADOLESCENTE, Ó XENTE!

Seguem em anexo as questões referentes ao texto.

Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até dia 21/06/2008 às 19h


1. O cordel, uma narrativa em versos, é um tipo de texto elaborado para ser declamado ou cantado.

a) O texto que você leu se inicia com uma apresentação. Quem se apresenta ao leitor/ouvinte? Qual o seu nome e o que faz?

b) Qual é a estratégia empregada pela cordelista para atrair a atenção das pessoas para o seu cordel?

c) Qual é o tema do cordel?


2. Na 4ª estrofe, a narradora começa a contar a história da garota que amava um cangaceiro.

a) Que aspectos do cangaceiro são ressaltados nessa estrofe?

b) Que expressão tipicamente nordestina é usada para qualificar o cangaceiro?

c) Transcreva a expressão da linguagem oral empregada pela narradora. Que significado ela adquire no contexto?


3. Ao referir-se à mocinha da história, na 5ª e 6ª estrofes, a narradora não a identifica claramente. Por que ela utiliza esta estratégia?


4. A primeira vez que Bertulina viu o cangaceiro, algo aconteceu.

a) Que imagem representa o despertar do amor em Bertulina?

b) Que verso expressa a emoção incontida desse momento?

c) Que efeito de sentido é decorrente dessa escolha?


5. O cangaceiro é caracterizado na 9ª estrofe.

a) Que versos mostram o seu jeito de ser?

b) O que esse trecho revela sobre as características do cangaceiro?


6. A 11ª estrofe narra o momento em que explode a paixão de Bertulina.

a) Que substantivos empregados nessa estrofe podem ser associados às sensações vividas por Bertulina?

b) Que sentido os substantivos empregados nessa estrofe atribuem ao momento narrado e consequentemente ao sentimento de Betulina?


7. Na 13ª estrofe, Bertulina, após o beijo, afirma estar assustada.

a) Qual a preocupação dela em relação ao beijo?

b) Na fala de Bertulina, o que as reticências podem revelar?


8. Doralice e Bertulina são a mesma pessoa.

a) Que pistas, no texto, podem levá-lo a concluir isso?

b) Com que objetivo a narradora pode ter usado essa estratégia na sua história.



Sugestões:


Assistiam aos filmes:


“Um lugar chamado Nottig Hill” ou “Lisbela e o prisioneiro”


São filmes que retratam amores impossíveis.


Bom trabalho a todos.

6º ANO (5ª SÉRIE) TEXTO: O MISTÉRIO DACASA MAL ASSOMBRADA

Seguem em anexo as questões referentes ao texto.


Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até dia 21/06/2008 às 18h



1. Em O mistério da casa abandonada, as ações das personagens e a maneira como elas são caracterizadas ajudam a compor o clima de suspense e de aventura da narrativa.


a) Que ações do narrador-personagem e de seus companheiros ajudam na construção desse clima?

b) Qual é o papel assumido pelo narrador-personagem e por seus companheiros nessa aventura?


2. Uma missão secreta de investigação a uma casa abandonada é o tema da narrativa.


a) Qual o termo usado, isto é, como era chamado, quando o narrador-personagem se refere:

Ao grupo de amigos

A Fernando, Mariana, Hindemburgo e Pastoff


Aos nomes Odnanref e Anairam

À casa abandonada

b) Encontre no texto o emprego de outros termos relacionados à situação de investigação e mistério dessa narrativa.

c) Se você fosse escrever uma história cujo tema fosse uma aventura na selva, que palavras escolheria para compor o clima de sua narrativa?


3. De acordo com a narrativa, o casarão é tido como mal-assombrado. A descrição que se faz dele no texto destaca exatamente os aspectos sinistros do lugar.

a) Releia o trecho em que o casarão é descrito e escreva as características de cada parte destacada.

As paredes

O portão

A fachada
A varanda

O telhado

As janelas

b) Na sua opinião, que impressões a descrição do casarão provoca no leitor?


4. Escreva o nome ODNANREF em uma folha de papel. Coloque-o na frente de um espelho e leia nome que aparece.

a) Que relação pode ser estabelecida entre o nome do autor do livro e o do menino que narra a história.


5. Nas narrativas, a ação – os acontecimentos da história – é organizada em uma seqüência chamada enredo. Observe a seguir cada uma das partes em que podemos dividir o enredo.

Apresentação ou Situação Inicial: parte inicial da história, em que se apresentam as personagens, os primeiros acontecimentos e as circunstâncias em que a história se desenvolverá.

Complicação ou Desenvolvimento: parte em que o conflito se inicia, isto é, quando surgem as complicações, os problemas, que serão resolvidos ao longo da história.

Clímax: parte culminante da história; é o momento de maior tensão, quando o conflito chega a seu ponto máximo.

Desfecho ou Situação Final: parte final da narrativa, que pode ser surpreendente, trágica, engraçada, feliz, intrigante etc. É o momento em que o conflito se resolve.

Agora, leia alguns acontecimentos da história e identifique a que parte do enredo eles pertencem:

a) A luz do quarto se acendeu e surgiu um velho horrendo, que avançou sobre as crianças; elas gritaram de pavor e conseguiram escapar com a ajuda do cão, deixando cair na fuga uma vela acesa.

b) O casarão incendiou; a polícia e os bombeiros foram chamados pelos vizinhos, permitindo a prisão do velho, um ladrão perigoso que usava a casa abandonada para esconder objetos roubados.

c) As crianças decidiram investigar um casarão abandonado com o objetivo de descobrir um tesouro escondido.

d) Na calada da noite, as crianças conseguiram invadir, por uma janela, o casarão abandonado e começaram a investigação.

6. Ao entrarem no primeiro quarto, no andar superior, algo surpreendeu os agentes secretos. Releia o trecho que corresponde a essa passagem – do 21º parágrafo ao 26º em voz alta, de maneira que o tom da fala da personagem seja coerente com a situação descrita e a intenção de surpreender, ameaçar, assustar as crianças.

a) Para transmitir o tom ameaçador da personagem e aumentar a tensão da narrativa, que recurso foi empregado no texto?

b) Que outras informações sobre a personagem ajudam a transmitir a tensão do momento?

c) A aparência e a voz dessa personagem podem nos remeter a que outras personagens de história de ficção?


7. Por que será que as crianças ficaram quietas e nem se encontraram no dia seguinte ao do episódio narrado? Levante hipóteses.


8. Dim-Dom!!! é um jogo de coragem. Cada um dos quatro caminhos possíveis o (a) levará a uma situação diferente. Participe do jogo, que está na última página.

Depois de jogar, escreva resumidamente as partes do enredo de sua aventura, de acordo com o ponto de partida e os caminhos que escolheu.

Apresentação ou Situação Inicial
Complicação ou Desenvolvimento
Clímax
Desfecho ou Situação Final

sexta-feira, 16 de maio de 2008

ECLUSA DA USINA DE NOVA AVANHANDAVA-SP E BARCO ODISSÉIA DE BURITAMA-SP

Pessoal gostaram do passeio? Acredito que sim, pois nos divertimos e vimos na prática o que aprendemos teoricamente nas aulas de Geografia.


Partindo disso, gotaria que vocês comentassem como foi presenciar algo que haviam estudado teoricamente ou que ainda vão estudar. Como foi andar de barco em pleno rio Tietê e ver que toda aquela poluição, que há nela em São Paulo - Capital -, não vemos no interior.

Assim, gostaria que postassem, aqui, os pontos mais importantes deste ótimo passeio, coordenado pela Coordenadora Ejania e idealizado pelo Professor de Geografia Adeilton. Aderido por vocês, alunos. Contando, também, com a participação dos pais Ana Paula e Milton; e
minha Professor Anderson.


Obrigado.


Comentários recebidos até 23-05-2008.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

AVISO A TODOS OS PAIS E ALUNOS.

Senhores pais e alunos,

Na semana de 21 a 30/05/2008, não haverá textos para serem comentados no blog em virtude da semana de avaliação mensal da Escola Dinâmica Anglo, por isso dediquem-se ao estudo diário, pois "aula dada hoje, é aula estudada hoje".

Após a semana de avaliação, retornaremos aos trabalhos.

Obrigado.

Professor Anderson J. de Paula.

9º ano (8ª série) - Texto: Quero

Prezados amigos, seguem as questões para interpretação do texto.


Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até 20/05/08 até às 18h.


1. O poema mostra como o eu-lírico se sente diante da paixão, do amor. Que estrofe do poema você “diria”, “declararia”, “declamaria” à pessoa amada? Transcreva-a


2. No poema, a descoberta do amor não determina ao eu-lírico a certeza de sua realização.


a) Como o eu-lírico se mostra em todo o poema?

b) O que representa a pessoa amada para o eu-lírico?


3. O título Quero transmite um tom incisivo (insistente) ao poema e se repete três vezes ao longo do texto.


a) O que essa repetição indica em relação ao comportamento do eu-lírico?

b) A primeira estrofe revela o desejo intenso do eu-lírico de ovir “eu te amo”. Como é transmitida essa intensidade?

c) O tom incisivo do “quero” permanece em todo o poema? Justifique.


4. Na segunda e terceira estrofes, o eu-lírico declara sua insegurança quanto ao que o ser amado sente.


a) Em que momento essa insegurança desaparece?

b) Que recuso lingüístico é empregado na terceira estrofe para evidenciar a idéia de exaustão a que o eu-lírico se refere?


5. Na quarta estrofe, o eu-lírico torna-se ainda mais incisivo e objetivo.


a) Identifique a forma verbal que leva a essa conclusão.

b) Observa-se também o emprego do pronome isto três vezes. O que o uso desse recurso indica sobre o jeito de o eu-lírico ver o amor?


6. O desfecho do poema nos remete a uma situação de dependência do eu-lírico em relação ao que o outro sente.


a) Como você interpreta o verso “Eu te amoamoamoamoamo”?

b) O que sugere a ligação entre as palavras no verso “Eu te amoamoamoamoamo” sobre o momento vivido pelo eu-lírico?


7. Em sua opinião, o que a disposição, número de sílabas e o número irregular dos versos nas estrofes, enfatizam sobre o sentido do texto?




Bom trabalho e bons estudos para as avaliações mensais.

8º ano (7ªsérie) - Texto: A transformação.

Prezados amigos, seguem as questões para interpretação do texto.


Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até 20/05/08 até as 17h30m.


1. Algumas transformações que ocorrem na adolescência são o tema desse texto.


a) Dentre as afirmações a seguir, transcreva a que melhor apresenta o assunto abordado no texto.

“Banho só na base de muita ameaça.”
“Mudanças estranhas estão acontecendo com meu filho.”
“Jamais se preocupou com o aniversário de ninguém, a não ser com os de “Magic Johnson e de Michael Jordan.”


b) Que exemplos o narrador apresenta para comprovar essa afirmação?


2. Leia o verbete metamorfose.


Metamorfose s.f. 1. Transformação de um ser ou de uma coisa. 2. Mudança de forma. [...] 6. (Fig.) Modificação considerável no estado ou no caráter de uma pessoa.

Adriano da Gama Kury. Minidicionário Gama Kury da língua portuguesa. São Paulo, FTD, 2002, p. 700

a) De acordo com o texto, qual é a metamorfose vivida pelo adolescente?

b) Que mudanças no comportamento do adolescente foram observadas a partir destas passagens do texto?

“Nunca ia a festas, não dançava [...].”

“[...] não ligava para roupas.”

“Jamais se preocupou com o aniversário de ninguém [...].”

Não atendia ao telefone.

“[...] jogava bola o dia inteiro [...].”


3. No segundo parágrafo, o narrador percebe uma mudança no comportamento do filho.


a) O que pode ser percebido sobre o estado de espírito em que se encontra o adolescente?

b) O que indicam as reticências empregadas no final do parágrafo?


4. O filho diz ao pai que quer uma camisa nova (preta) para ir ao aniversário de uma colega.


a) Como ele se refere à colega que irá fazer aniversário?

b) Por que, ma sua opinião, o garoto dirige-se ao pai dessa maneira?


5. No diálogo entre pai e filho aparecem trechos dentro de parênteses. Por que foram usados os parênteses nesses trechos?


6. Num determinado momento do diálogo, o pai pergunta diretamente ao filho se ele está namorando. Por que a expressão “sua colega” foi colocada entre aspas?


7. No diálogo entre o narrador-personagem e o filho, é possível observar traços da oralidade, como no trecho abaixo. Reproduza oralmente esse diálogo, observando a entonação e o ritmo da fala das personagens.

“__ Fala direito, cara, oxen!
__ Poxa, meu pai, é aniversário “de minha colega” e eu tenho que ir.
__ Ah, bem legal, e aí?”

Agora responda: o que é possível inferir (entender) sobre a relação entre pai e filho?




Bom trabalho a todos e bons estudos para as avaliações mensais!!

7º ano (6ªsérie) - Texto: Como ensinar a dobradinha direitos-deveres.

Prezados amigos, seguem as questões para interpretação do texto.


Conforme combinado, as respostas deverão ser postadas até 20/05/08 até às 17h.


1. A psicóloga Rosely Sayão mostra, em seu texto, que o processo educativo de crianças e adolescentes passa obrigatoriamente pela discussão dos conceitos envolvidos na “dobradinha direito-deveres”.


a) A que tipo de público o texto está dirigido?

b) O que fica subentendido na relação entre direitos e deveres, qualificados no texto como uma “dobradinha”?

c) Que argumento a psicóloga utiliza para desenvolver esse tema em seu texto?


2. Pra exemplificar o seu ponto de vista, a autora afirma que a criança e o adolescente chegam a duas conclusões equivocadas sobre o tema.


a) O que as crianças e os adolescentes concluem sobre direitos e deveres?

b) Segundo a autora, que leva crianças e adolescentes a construírem essa idéia equivocada?

c) Você concorda ou discorda do que é afirmado pela autora? Elabore um argumento que justifique sua opinião.



3. No desenvolvimento do texto, a autora apresenta exemplos para comprovar a idéia equivocada que crianças e adolescentes têm a respeito de direitos e deveres.


a) Que situações exemplificam por que crianças e adolescentes acreditam que “o dever atrapalha o direito”?

b) Você já passou por uma situação semelhante, em que tenha cometido o mesmo equívoco? Qual?


4. A autora afirma que os pais e professores, muitas vezes, estimulam, sem perceber ou querer, a confusão entre direitos e deveres.


a) Como eles poderiam contribuir para que as crianças e os jovens tivessem uma percepção mais correta do que são direitos e deveres?

b) Cite três deveres ou obrigações que lhe sejam solicitados em casa, na escola ou na comunidade. A seguir, escreva três direitos que possam ser associados a esses deveres.


5. De acordo com a afirmação a seguir, certos deveres que temos hoje podem ser a garantia de certos direitos.


“[...] o dever de ir à escola restringe a diversão, mas está estreitamente ligado com o direito de uma vida mais digna no futuro.”


A partir dessa idéia, substitua cada * pelo direito que pode ser decorrente dos deveres citados a seguir.


a) Você tem o dever de cuidar do que é público para ter o direito *.

b) Você tem o dever respeitar o jeito de cada um ser para ter o direito *.


6. Pense sobre as questões abaixo e depois escreva sua opinião sustentando-a com um argumento.


a) Estudar é um direito ou um dever de toda criança?

b) Comportar-se de modo civilizado no trânsito é um direito ou um dever de todo cidadão, seja motorista ou pedestre?

c) Defender o meio ambiente é um direito ou um dever do cidadão?

d) Não aceitar comportamentos que revelem discriminação ou preconceito é um direito ou um dever de cada cidadão?



Bom trabalho e bons estudos para as avaliações mensais.

terça-feira, 13 de maio de 2008

6º ano (5ª série) - Texto: Chico Bento vai ao Shopping Center

Caros amigos, seguem as questões para interpretação do texto.


Conforme combinado, as questões podem ser respondidas até 17/05/2008 às 18h.


Antes de ler o texto, na primeira página há três questões embaixo que devem ser respondidas por vocês. Para respondê-las, você lerá o primeiro, segundo e terceiro quadrinhos antes de começar a história.


Questões:

1. Na história, Chico Bento passa por situações que, por viver em um ambiente rural, são inusitadas para ele.


a) Que aspectos (elementos) do shopping chamam a atenção de Chico Bento?

b) Como as pessoas que se encontram no shopping reagem diante das ações de Chico Bento?

c) Na sua opinião, o que leva as pessoas a reagirem dessa forma diante das ações de Chico Bento?


2. As ações da personagem no shopping além de divertir o leitor, trazem uma crítica subentendida. Deduza as críticas que estão “por trás” dos comentários que Chico Bento faz:


a) em relação ao shopping.
Comentário: “Só tem gente i loja, gente i loja...”


b) em relação às lojas.
Comentário: “A fessora mi insinô a lê na língua errada!”


3. A partir desta história, o que é possível inferir (compreender) sobre Chico Bento em relação:


a) ao que gosta?

b) a como se sente na cidade e no campo?

c) ao julgamento que faz das pessoas da cidade e das pessoas do campo?

d) ao que considera ser a vida na cidade e a vida no campo?


4. Chico Bento é uma personagem pertencente ao meio rural, e seu jeito de falar, de se vestir e de ser cativa e encanta o leitor.


a) A linguagem empregada pela personagem é uma variante da linguagem oral. Ele consegue comunicar-se com as demais personagens e com o leitor? Justifique.

b) Que efeito esse jeito de dizer pretende transmitir na construção (montagem) da personagem Chico Bento?

c) Se Chico Bento usasse em sua comunicação a linguagem da norma culta, a personagem teria a mesma força comunicativa? Justifique.



5. O primo de Chico Bento, para evidenciar toda a sua irritação diante do comportamento do primo, diz: “Não precisa dar tanta bandeira que você é um bicho-do-mato, ta?”.


a) As expressões em destaque são típicas da linguagem coloquial. Com que sentido elas foram empregadas?

b) Você concorda com que o primo diz a Chico Bento? Por quê?


6. Algumas palavras e expressões também transmitem as emoções das personagens. Indique a emoção que as palavras abaixo expressam:


a) “UAU!” (Chico Bento – página 1 – quadrinho 4 )

b) “UAI!” (Chico Bento – página 2 – quadrinho 1)

c) “AI!” (homem de escada rolante – página 3 – quadrinho 6)

d) “OH-OH!” (o primo de Chico Bento – página 6 – quadrinho 5)


7. Há palavras que representam os sons como nós ouvimos: são as onomatopéias. Identifique no quadrinho 6 da página 3 a que se refere o som:


a) “TUM”


Bom trabalho a todos.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

9º ano (8ªsérie) Texto: Da Olivetti ao torpedo

Queridos amigos, seguem as questões referentes ao texto.


Conforme combinado, prazo de postagem até 13-05-2008 às 17h


1. A crônica aborda um tema atual: os avanços da tecnologia.


a) Que informação você desconhecia e descobriu com a leitura do texto?

b) Qual o ponto de vista apontado no texto em relação aos avanços tecnológicos?

c) Na sua opinião, com que finalidade se atribuiu um tom humorístico aos fatos narrados no texto?


2. O narrador-personagem inicia o texto referindo-se a fatos de sua infância.


a) A que ele se refere como "presente inesquecível"?

b) Quantos anos ele tinha e qual sua reação ao receber o presente?


3. Ao iniciar o curso, o narrador-personagem rapidamente aprende a usar as teclas da máquina de escrever.


a) Que expressões empregadas evidenciam essa agilidade?

b) Ele gostou muito de teclar a máquina. Que frase comprova esse sentimento do cronista?


4. A crônica também apresenta um momento glorioso vivenciado pelo narrador-personagem na 8ª série.


a) Como ele se destaca dos seus colegas?

b) Que recursos linguísticos são empregados para ressaltar a sonoridade das teclas? O que eles sugerem ao leitor?


5. De acordo com a crônica, a máquina de escrever do momento é o celular.


a) O narrador-personagem se inclui no público usuário dessa máquina? A que tipo de público epecificamente ele se refere?

b) Como ele se sente diante dessa "máquina de escrever"?


6. Na crônica são apresentados alguns argumentos que servem para justificar o ponto de vista do narrador-personagem sobre o uso do celular.


a) Que argumento é utilizado para justificar a dificuldade em digitar as teclas do celular?

b) Ao explicar por que o celular possuiu poucas teclas, o narrador faz uma crítica implícita. O que ou quem é criticado? Por quê?



Agora esta última questão refere-se a segunda parte "apliando o texto"


7. Este texto "A revolução científica" contido na parte "apliando o texto" tem como objetivo expor a evolução científica vivenciada pelo homem.


a) A finalidade desse texto é: persuadir (convencer) o leitor, transmitir dados e informações ou relatar experiências vividas por alguns cientistas?

b) Que conteúdo ele apresenta?



Bom trabalho a todos.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

8º ano (7ª série) - Texto: Megabytes de paixão

Queridos amigos, seguem as questões para interpretação do texto.



Conforme combinado, as respostas devem ser postadas até segunda-feira 12-05-2008 às 17h



1. Nesse texto, a narrativa se desenvolve a partir da queda do sistema de computadores num escritório.


a) Qual é o tema o texto?

b) Como as personagens se identificavam e se relacionavam até esse momento?


2. Ao levantar-se da cadeira, Vandemilson faz várias descobertas.


a) O que ele descobre sobre o seu local de trabalho?

b) O que a personagem sente ao encontrar pessoas trabalhando tão próximas?


3. O autor, ao conquistar o texto, utiliza um conjunto de palavras e expressões comuns a um determinado grupo.


a) A que grupo de leitores esse texto é mais especialmente dirigido?

b) Analisando o veículo de publicação do texto, por que o autor escolheu esse tipo de linguagem para escrever a crônica?

c) O que a linguagem empregada no texto, com tantas palavras e termos ligados à informática, pretende expressar?

d) Observe as expressões de informática utilizadas no texto. Podem-se encontrar algumas no sentido figurado? Quais são elas e em que sentido estão empregadas?


4. Releia do 14º ao 18º parágrafo. Ao se dar conta de que Natália era, definitivamente, a mulher com quem sempre sonhara, Vandemilson arriscou uma questão íntima.


a) Na conversa estabelecida entre eles, percebe-se um jogo de sentidos: o sentido real e o figurado. Qual é o sentido real, denotativo dessa conversa?

b) E qual é o sentido figurado?

c) Após ouvir as respostas de Natália, como Vandemilson se sente?

d) Que termos são empregados para descrever o modo como Vandemilson vê Nat e o que ele sente?

e) Observe a construção das falas do diálogo. São frases curtas ou longas? O que elas determinam sobre a maneira de as pessoas se relacionarem?


5. Esse texto retrata a visão do cronista sobre um tema do cotidiano. Qual o ponto de vista do cronista sobre as relações interpessoais?


6. No último parágrafo, o cronista expõe o que pensa sobre o assunto desenvolvido na crônica.


a) Levando em conta o veículo de publicação do texto e o público-alvo, qual pode ter sido o objetivo dessa crônica?

b) Que sentidos podem ser atribuídos a esse parágrafo?


Bom trabalho a todos.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

7º ano (6ªsérie) - Texto: A carta.

Queridos amigos, seguem as questões referentes ao texto desta semana.

Prazo para postagem: Domingo - 11-05-2008 às 14h30m


1. O texto inicia-se com um conflito, em torno do qual se desenvolve toda a história.


a) Que acontecimento desencadeia (abre) o conflito da narrativa?

b) Qual é o conflito da narrativa?


2. As ações das personagens são concentradas em tempo e espaço limitados.


a) Determine o tempo de duração a partir do dia em que Marta fez plantão em frente ao edifício de Haroldo e o desfecho da narrativa.

b) Qual a expressão usada que se repete, possibilitando a marcação desse tempo? Que efeito essa repetição produz às ações da narrativa?

c) O espaço tem como função principal situar as ações das personagens. Em que lugar se concentra a ação dessas personagens?


3. No terceiro dia, o carteiro desconfia do comportamento de Marta.


a) Qual é a reação dela diante da desconfiaça do carteiro?

b) Como o carteiro se comporta diante da reação da personagem?


5. No quarto dia, Marta "ficou sabendo que o carteiro se chamava Jessé [...]"


a) Como, provavelmente, Marta obteve as informações sobre Jessé?

b) O que fica subentendido sobre o sentimento entre as personagens nesse momento?


6. Passados alguns dias, Jessé convida Marta para ir a sua casa. Identifique o item que poderia substituir as reticências do seguinte frase: "se ela não se importasse...". Depois complete-a.
  • eu vou gostar muito de recebê-la.
  • em visitar uma casa simples e humilde, ele ficaria feliz.
  • ele não a convidaria mais.

7. No final, o leitor é surpreendido pela decisão de Marta de mandar Jessé entregar a carta, após ficar "olhando o envelope por um longo minuto".

a) Por que, na sua opinião, ela toma essa decisão?

b) Por que esse desfecho surpreende Jessé?

Bom trabalho a todos.

6º ano (5ª série) - Texto: Mila

Queridos amigos, seguem as questões referentes ao texto desta semana.

Conforme combinado, até dia 11-05-2008 às 14h

1) Nesse texto, o cronista revela o enorme sentimento de amor entre ele e seu cão, do momento da adoção até o dia em que o levou para o sacrifício.


a) Que trecho do texto revela o primeiro e o último contato entre o cronista e seu cão?

b) Você já viveu ou vivencia experiência semelhante?


2) Com que propósito, na sua opinião, o cronista publicou essa história em um jornal?


3) É comum a idéia de que são as pessoas que escolhem os seus animais de estimação. Segundo o cronista, no momento da adoção foi Mila que o escolheu como dono.

a) Por que você acha que o cronista inverteu essa idéia?

b) Em que outro momento o cronista confirma essa idéia?


4) Leia os versos a seguir. A partir da idéia ou imagem que transmitem, estabeleça uma associação com alguma situação narrada na crônica de Cony.
Observação: para cada estrofe faça uma associação com a situação do texto, isto é, terá três associações.


a) "A estrela cadente
me caiu
ainda quente
na palma da mão.
[...]"
(Paulo Leminski)


b) "O vento está dormindo na calçada,
O vento enovelou-se como um cão...
Dorme, ruazinha... Não há nada..."
(Mário Quintana)

c) "Aquilo que ontem cantava
já não canta.
Morreu de uma flor na boca:
Não do espinho na garganta."
(Cecília Meirelles)



5) Localize, na crônica, expressões que caracterizam:

a) o narrador como carinhoso e amigo.

b) Mila como pequena e carinhosa.



Bom trabalho a todos.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

AVISO IMPORTANTE A TODAS AS SÉRIES (6º AO 9º ANOS)

OLÁ GALERA, TUDO BEM? ESPERO QUE SIM.

NÃO SE ESQUEÇAM DAS INSCRIÇÕES PARA O SOLETRANGLO QUE SERÃO

REALIZADAS NESTA SEGUNDA-FEIRA DIA 05/05/2008 NO PERÍODO DA MANHÃ.

NÃO SE ESQUEÇAM TAMBÉM DA TAXA DE MATRÍCULA:

6º E 9º ANOS: 1 LITRO DE LEITE DE CAIXINHA

7º E 8º ANOS: I PACOTE DE BOLACHA COM TRÊS PRODUTOS DENTRO.

ESPERO CONTAR COM A PARTICIPAÇÃO EM MASSA DE TODOS, POIS ESTE PROJETO SÓ ACONTECERÁ SE HOUVER A PARTICIPAÇÃO DE VOCÊS ALUNOS.

BOM FINAL DE SEMANA.

PROFESSOR ANDERSON.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

7º ano (6ªsérie) - Texto: O diário (nem sempre) secreto de Pedro.

Queridos amigos,


Seguem as questões de interpretação do texto, conforme combinado, para serem respondidas até 03/05/2008 às 20h


1. Observe os verbos utilizados no diário e responda:


a) Em qual tempo (presente, pretérito ou futuro) encontram-se a maior parte deles?

b) Por que foram empregados principalmente nesse tempo?


2. O assunto das anotações do dia 21 de março é o descontentamento de Pedro diante de um almoço familiar. Identifique o assunto principal de cada uma das demais anotações.


3. Em relação ao problema de saúde de Pedro, quais foram as atitudes tomadas:

a) pelo tio Antônio


b) pela mãe de Pedro.


c) pelo próprio Pedro.


d) por Maristela.


O que você pensa a respeito de cada uma delas?


4. Retire do texto duas expressões coloquiais e duas gírias. Depois, procure explicar por que a autora teria utilizado esse tipo de linguagem.


5. Leia os seguintes trechos do texto:


a. "De pijama de bolinhas, com o cabelo em pé feito galã assustado, com o dente cheio de torradas"

b. "Trouxe um sequilho que ela mesma tinha feito com a mãe"


A palavra feito aparece nos dois trechos. Ela foi empregada com o mesmo sentido em cada um deles. Explique.

9º ano (8ª série) - Texto: Eu sei, mas não devia

Queridos amigos,

Conforme combinado, seguem as questões para interpretação do texto para serem respondidas até 03/05/2008 às 19h30m.


1. A crônica apresenta uma questão relacionada ao cotidiano do homem urbano na atualidade.


a) Qual é essa questão?

b) Que situações, acontecimentos e atitudes apontados no texto, no seu entender, a maioria das pessoas se habitua a ver sem refletir sobre elas?

c) Na sua opinião, por quer a maioria das pessoas acostuma-se a agir assim?^


2. No texto, a cronista não se limita a descrever imparcialmente o cotidiano do homem urbano moderno; ela narra expondo suas idéias e sua emoção a respeito dele.


a) Que frase evidencia a consciência da cronista sobre o assunto?

b) Como ela se mostra diante das situações relatadas na crônica?


3. Nesse texto, a cronista apresenta seu ponto de vista sobre o fator de o ser humano acostumar-se a morar em apartamentos com janelas que têm vista para muros e paredes.


a) Qual a conseqüência dessa situação?

b) Na sua opinião, que outras situações do cotidiano podem ter essa mesma conseqüência para as pessoas?


4. No quinto parágrafo, refere-se a comportamentos que fazem parte da rotina das pessoas.


a) Que fatores justificam esses comportamentos, segundo ela?

b) Que frase nete parágrafo resume (sintetiza) a vida dee quem age assim?


5. No sexto parágrafo, a cronista revela o que pensa sobre a publicidade.


a) Qual é a tese (idéia) dela?

b) Você concorda ou discorda do ponto de vista apresentado? Por quê?


6. O sétimo parágrafo é dedicado à poluição.


a) Que recurso, na construção do texto, a cronista emprega para sensibilizar o leitor?

b) Das situações apresentadas, qual mais o (a) sensibilizou? Por quê?



Bom trabalho a todos.

Professor Anderson.

30 de abril de 2008.

8º ano (7ª série) - Texto: A primeira só

Queridos amigos,


Conforme combinado seguem as questões para interpretação até dia 03/05/2008 às 19h


1. Já no primeiro parágrafo, uma pergunta apresenta a personagem principal e o tema do conto.


a) Qual a temática abordada nesse conto?

b) Que relação há entre esse parágrafo e o título do conto?


2. Releia o primeiro parágrafo do texto.


a) Na sua opinião, por que a autora considera uma contradição o fato de ser princesa e não ter amigas para brincar?

b) Comn que finalidade a autora inicia o conto com uma pergunta?


3. Diante do sofrimento da filha, o pai manda fazer um granded espelho e o coloca em seu quarto.


a) Por que, inicialmente, essa solução satisfez a princesa, deixando-a contente?

b) Por que, depois de algum tempo, essa solução não satisfez mais a princesa?


4. A princesa vê sua imagem invertida refletida no espelho. Que recursos, no texto, ajudam o leitor a construir essa imagem de reflexo / inversão produzida no texto? Exemplifique com uma frase.


5. O conto é uma narrativa caracterizada pela concisão, ou seja, pelo reduzido número0 de personagens e ações e pela concentração do espaço e do tempo.

Se esse conto fosse uma fotografia, como seria composta sua imagem, ou seja, quem e o que estariam na foto, em que cenário, fazendo o quê?


6. Na sua opinião, qual o significado do último parágrafo do texto?



Bom trabalho a todos.

Professor Anderson.

30 de abril de 2008

segunda-feira, 28 de abril de 2008

6ºano - Análise do Texto: Como o gato e o rato de tornaram inimigos

Conforme combinado, esta semana será feita a análise deste texto.


Segue as questões.


1) Como era o relacionamento do gato e do rato no início e no final da história?


2) Dê sua opinião a respeito:


a) da atitude do rato de comer parte da jangada;


b) da atitude do gato de querer vingar do rato;


c) da estratégia do rato para evitar de ser comido pelo gato;


3) Algumas palavras da língua procuram reproduzir certos sons. É o caso de "atchim" e "toc-toc". Você sabe dizer qual é o nome desse recurso?
Encontre no texto uma dessas palavras e explique que barulho ela tenta imitar.


4) Crie uma outra maneira que o rato poderia ter usado para se livrar do gato.


5) Você conhece alguma outra história em que a personagem tenha usado a esperteza para se sair bem? Qual?


6) Você conhece uma dupla de desenho animado parecida com o conto lido? Qual? Que semelhanças há entre ela e as personagens do conto que você leu?

sexta-feira, 25 de abril de 2008

6º ano (5ª série)

Queridos amigos (as),



Gostaria que vocês em um parágrafo de 5 a 10 linhas falassem sobre as experiências da aula realizada na quadra da escola, onde desenvolvemos duas dinâmicas:



Primeira: Observação e atenção em dupla,



Segunda: Memória e concentração em grupo.



Vocês podem escrever o que achou delas e como foi participar de cada uma.



Conforme combinado, até 27 de abril às 20h



Obrigado



Anderson

terça-feira, 22 de abril de 2008

7º ano (6ª série)

Prezado amigos,


Gostaria que vocês em um parágrafo de 5 a 10 linhas falassem sobre as experiências da aula de hoje realizada na quadra da escola, onde desenvolvemos duas dinâmicas:


Primeira: Observação e atenção em dupla,


Segunda: Memória e concentração em grupo.


Vocês podem escrever o que achou delas e como foi participar de cada uma.


Conforme combinado, até 25 de abril às 19h


Obrigado

Anderson

8º ano (7ª série)

Prezado amigos,


Gostaria que vocês em um parágrafo de 5 a 10 linhas falassem sobre as experiências da aula de hoje realizada na quadra da escola, onde desenvolvemos duas dinâmicas:


Primeira: Observação e atenção em dupla,


Segunda: Memória e concentração em grupo.


Vocês podem escrever o que achou delas e como foi participar de cada uma.


Conforme combinado, até 24 de abril às 14h


Obrigado


Anderson

9º ano (8ªsérie) - DINÂMICAS

Prezado amigos,

Gostaria que vocês em um parágrafo de 5 a 10 linhas falassem sobre as experiências da aula de hoje realizada na quadra da escola, onde desenvolvemos três dinâmicas:

Primeira: Observação e atenção em dupla,

Segunda: Memória e concentração em grupo,

Terceira: Confiança - Pêndulo - em trio.

Vocês podem escrever o que achou delas e como foi participar de cada uma. Não se esqueça que na do pêndulo deve falar sobre segurar e estar no meio.

Conforme combinado, até 24 de abril às 14h

Obrigado

Anderson

sábado, 19 de abril de 2008

6º ano (5ªsérie) - 19 de abril - Dia do Índio

Prezados amigos (as),

Cliquem neste link abaixo, para vocês verem e ouvirem uma história - bem animada, musical e muito engraçada sobre o dia do índio celebrado em 19 de abril.

http://criancas.uol.com.br/historias/celele/celele07.jhtm


Agora, postem um comentário a respeito desta data destinada à comemoração do Dia do Índio, seguindo um roteiro:

. Você conhece ou já ouviu falar de alguma tribo indígena? Qual?
. O que você sabe sobre os Índios?
. Por que é comemorado no dia 19 de abril?
. Qual a relação do índio com o "descobrimento" do Brasil?
. Por que eles receberam o nome de índios?


Abraços a todos.


Professor Anderson.

domingo, 13 de abril de 2008

ANÁLISE DA IMAGEM SURREALISTA PRESENTE NA DESCRIÇÃO DO BLOG

Ao analisar a figura surrealista, vejo aqui uma parte escura que poderia representar a nossa ignorância no início de nossas vidas. Ao longo do tempo, nossa ignorância vai se distanciando, temos uma visão mais clara, tudo vai ficando mais nítido.

O moinho que mais se destaca, poderia representar o nosso cérebro, por que não?
Ele começa com uma sombra negra, mas à medida que vai subindo, torna-se mais claro, perdendo sua cor escura.

As borboletas aqui presentes, também têm seu papel a representar, nada mais são que a imagem perfeita de nossa curiosidade, do nosso lado investigativo de querer se aprofundar mais e mais das coisas ao nosso redor.

Aqui o Dom Quixote, representa a nossa imagem, a do homem desbravador, que desvenda suas curiosidades e as guarda em um local seguro.

O cavalo, figura esta que esta quase imperceptível aos nossos olhos representa “a fome” que temos que saciar perante as descobertas que temos ao longo de nossas existências.

Que figura melhor representa a sua imagem? A da sombra, a do moinho, a da borboleta, a do Dom Quixote ou a do cavalo? Espero que sejam todas, porque tudo que é representado na figura não teria um motivo se existisse sozinho. Assim é a nossa língua mãe, uma palavra não teria sentido se não tivesse sua análise “Ao pé da letra”.

Análise produzida por:
Professora Francine de Oliveira Mendonça
Pós-graduanda - lato sensu - em Didática do Ensino Superior
UNIRP - Centro Universitário de Rio Preto - SP

sexta-feira, 11 de abril de 2008

5ª série (6ºano)

Prezado alunos,

Seguem as atividades valendo 1,0 conforme combinado.

Vocês deverão postar as respostas até domingo - 13/04/2008 - às 17h.

Bom trabalho a todos.


Atividades:


1. Os nomes próprios e as profissões apresentadas abaixo divertem as pessoas porque estão ligados pela sonoridade. Leia-os prestando atenção à pronúncia. Depois, descubra a palavra ou frase de cada item e escreva-as.


a) P. Lúcia, fabricante de bichinhos.


b) Décio Machado, guarda florestal.


c) H. Lopes, professor de hipismo.



2. Leia o poema abaixo:


Sonhos da menina


A flor com que a menina sonha
está no sonho?
ou na fronha?


Sonho
risonho:


O vento sozinho
no seu carrinho.


De que tamanho
seria o rebanho?


A vizinha
apanha
a sombrinha
de teia de aranha . . .


Na lua há um ninho
de passarinho.


A lua com que a menina sonha
é o linho do sonho
ou a lua da fronha?


MEIRELES, Cecília Poesia completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1987.


2. Analise o poema:


a) Quantas estrofes possui?


b) De quantos versos é formada cada estrofe?


3. Muitas vezes nossos sonhos são muito confusos e até absurdos. Você já deve ter observado que no início do sono, quando estamos ainda meio acordados, as imagens da realidade se misturam com imagens de sonho. Copie, do poema de Cecília Meireles, uma pergunta que indica essa confusão entre sonho e realidade. Explique a pergunta.


4. Observe:


"CANETAS S.T. DUPONT. AGORA VOCÊ VAI ESCREVER CERTO POR LINHAS TORTAS, RETAS, QUEBRADAS OU SINUOSAS."


Em linhas tortas, retas, quebradas ou sinuosas, foram empregados vários adjetivos.


a) Quais são esses adjetivos?


b) Que substantivo tais adjetivos caracterizam?


c) Como ficaria a concordância nesse trecho se, em vez de linhas, tivéssemos a palavra desenhos?



5. Alguns substantivos apresentam sentidos diferentes, dependendo da situação em que são empregados. Dê o sentido do substantivo nota em cada uma das situações expressas nas frases a seguir:


a) Ganhei uma nota vendendo flores no Dia das Mães.


b) Tirou uma nota baixa porque faltou muito às aulas.


c) Desafinei nesta passagem da música porque não li a nota direito.


d) Não tenho nenhuma moeda na carteira, somente notas.


e) Fiz uma nota no pé da página, chamando a atenção para este detalhe.


6. Leia as trovas abaixo:


-I-


Um surdo disse que ouviu
Um pobre mudo dizer
Que um cego tinha visto
Um aleijado correr



-II-


Subi na serra do fogo
Com sapato de algodão
O sapato pegou fogo
E eu voltei de pé no chão.


(Ricardo Azevedo. Armazém do folclore. São Paulo: Ática, 2000. p. 35)


a) Reconheça e classifique os artigos empregados na primeira trova. Por meio desta classificação, você acredita que esteja particularizando as pessoas ou falando de modo geral?


b) No 3º verso da segunda trova, por que foi empregado o artigo definido o antes do substantivo sapato?

6ª série (7ºano)

Prezado alunos,

Seguem as atividades valendo 1,0 ponto conforme o combinado.

Leia atentamente o texto abaixo:

Prova falsa

1 Quem teve a idéia foi o padrinho da caçula – ele me conta. Trouxe o cachorro de presente e logo a família inteira se apaixonou pelo bicho. Ele até que não é contra isso de se ter um animalzinho em casa, desde que seja obediente e com um mínimo de educação.
2 – Mas o cachorro era um chato – desabafou.
3 Desses cachorrinhos de caça, cheios de nhenhenhém, que comem comidinha especial, precisam de muitos cuidados, enfim, um chato de galocha. E, como se isto não bastasse, implicava com o dono da casa.
4 – Vivia de rabo abanando para todo mundo, mas quando eu entrava em casa vinha logo com aquele latido fininho e antipático, de cachorro de francesa.
5 Ainda por cima era puxa-saco. Lembrava certos políticos da oposição, que espinafram o ministro, mas quando estão com o ministro, ficam mais por baixo que tapete de porão. Quando cruzavam num corredor ou qualquer outra dependência da casa, o desgraçado rosnava ameaçador, mas quando a patroa estava perto, abanava o rabinho, fingindo-se seu amigo.
6 – Quando eu reclamava, dizendo que o cachorro era um cínico, minha mulher brigava comigo, dizendo que nunca houve cachorro fingido e eu é que implicava com o "pobrezinho".
Lin_7º (6ª)_1º bi_08 2 • •
7 Num rápido balanço poderia assinalar: o cachorro comeu oito meias sujas, roeu a manga de um paletó de casemira inglesa, rasgara diversos livros, não podia ver um pé de sapato que arrastava para locais incríveis. A vida lá em sua casa estava se tornando insuportável. Estava vendo a hora que se desquitava por causa daquele bicho cretino. Tentou mandá-lo embora umas vinte vezes e era uma choradeira das crianças e uma espinafração da mulher.
8 Você é um desalmado — disse ela, uma vez.
9 Venceu a guerra fria com o cachorro graças à má educação do adversário. O cãozinho começou a fazer pipi onde não devia. Várias vezes exemplado, prosseguiu no feio vício. Fez diversas vezes no tapete da sala. Fez duas na boneca da filha maior. Quatro ou cinco vezes fez nos brinquedos da caçula. E tudo culminou com o pipi que fez em cima do vestido novo de sua mulher.
10 – Aí mandaram o cachorro embora? – perguntei.
11 – Mandaram. Mas eu fiz questão de dá-lo de presente a um amigo que adora cachorros. Ele está levando um vidão em sua nova residência.
12 – Ué... mas você não o detestava? Como é que ainda arranjou essa sopa pra ele?
13 – Problema de consciência – explicou: O pipi não era dele.
14 E suspirou cheio de remorso.
PONTE PRETA, Stanislaw. Gol de padre e outras crônicas. São Paulo, Ática, 2000, Para gostar de ler, v. 23.
Questões:
1. Observe o trecho da crônica:
"Ele até que não é contra isso de se ter um animalzinho em casa, desde que seja obediente e com um mínimo de educação."
a) Destaque, no trecho, o verbo que está no presente do subjuntivo.
b) O modo indicativo apresenta o fato como certo, não havendo dúvida sobre sua ocorrência. E o modo subjuntivo, como apresenta o fato?
c) Reescreva o trecho de modo que a personagem tenha a certeza de que o animalzinho é obediente e tem um mínimo de educação.

2. No trecho “... E, como se isto não bastasse, implicava com o dono da casa...” Localize os verbos presentes nele e identifique o tempo e o modo verbal empregados.


3. No trecho “... Num rápido balanço poderia assinalar...” A locução verbal está empregada em que tempo e modo verbal? Por qual verbo eu poderia substituí-la sem perder o sentido?


4. No texto, predomina-se que tempo verbal?

A - Pretérito
B - Presente
C - Futuro
5. Este exercício você encontrará na Apostila Sitema Anglo - Caderno 1 - Exercícios complementares - Número 17 - página 82.
Leia, faça na apostila o que se pede, seguindo as regras do uso de letra inicial maiúscula ou minúscula e poste somente a resposta.
6. Leia, com atenção, os textos abaixo:
- I -
Para Fazer um Poema

Pedi a um poeta
que me ensinasse
a fazer um poema.
-Prenda na página
um pássaro invisível
e nas palavras
solte seu vôo.
"Digito alegria
no teclado do meu riso"

ARAÚJO, Elza Beatriz de. Disponível no site “Jornal de Poesia http://www.secrel.com.br/jpoesia/ebeatriz01p.html.
Acesso em 25/01/08
- II -
Desejo

Quero asas de borboleta azul
para que eu encontre
o caminho do vento
o caminho da noite
a janela do tempo
o caminho de mim.

MURRAY, Roseana. Disponível no site Jornal de Poesia http://www.secrel.com.br/jpoesia/rmurra01.html.
Acesso em 25/01/08

- III –

Imagem, em literatura, é a apresentação especial de uma realidade ou de uma idéia por meio de uma associação surpreendente de palavras, que nos leva a criar representações mentais relacionadas aos nossos sentidos. Por exemplo, o poema “Cultura”, de Arnaldo Antunes, lido no sexto ano, apresenta a seguinte imagem: “o bigode é a antena do gato”. Quando lemos essa definição, a visão de uma antena (de animal ou de aparelhos eletrônicos) vem à nossa mente e associamos suas características (apêndices que servem para captar sinais) ao bigode do gato.

Ensino Fundamental. São Paulo: Anglo, 2006 (7º. ano, Cad. 1, p. 11)

6.1. Nos dois poemas há imagens semelhantes: vôo do pássaro e asas da borboleta. Essas imagens poderiam ser interpretadas como Liberdade.

a) No texto I há duas palavras antônimas (palavras de sentidos contrários) que, juntas, sugerem a idéia de liberdade ou de libertação. Quais são elas?

b) Como se pode interpretar a imagem contida nos versos “e nas palavras/solte seu vôo”? Relacione sua resposta com a definição de imagem, do texto III.

c) Releia o texto II - A repetição da palavra “caminho”, no começo de três versos, tem a função de acentuar o ritmo do poema. Mas não apenas. Ela serve também para intensificar o significado: assim repetido, o caminho parece cada vez mais longo.
Qual será o lugar mais distante e mais difícil de ser atingido pelo sujeito do poema, se ele conseguir as “asas de borboleta”?

domingo, 30 de março de 2008

MEC quer mudar português já em 2009

da Folha de S.Paulo, em Brasília

Uma comissão do MEC elaborou uma proposta para que a reforma ortográfica da língua portuguesa comece a ser implantada no Brasil a partir do dia 1º de janeiro de 2009.
A reforma prevê, entre outros pontos, o fim do trema e de acentos em palavras como vôo, herói, idéia e assembléia do vocabulário dos países de língua portuguesa.
A proposta da Colip (Comissão para Definição da Política de Ensino-Aprendizagem, Pesquisa e Promoção da Língua Portuguesa) ainda tem que ser submetida ao ministro Fernando Haddad (Educação), aos ministérios da Cultura e das Relações Exteriores e à Presidência.
Ela prevê um prazo de três anos para a transição entre a ortografia atual e a prevista pela reforma. Nesse intervalo, as duas normas vigorariam.
Segundo Godofredo de Oliveira Neto, presidente da comissão, a partir do dia 31 de dezembro de 2011, todos os livros didáticos, provas para concurso e vestibulares teriam que estar submetidos às novas regras.
Em comunicado enviado no começo do mês a editoras de livros didáticos, o MEC já exigiu que as obras enviadas às escolas públicas estejam adequadas às mudanças em 2010.
O projeto da comissão prevê ainda a elaboração de um vocabulário da língua portuguesa no Brasil de acordo com as novas regras. Ele seria produzido pela Academia Brasileira de Letras, em conjunto com especialistas dos outros países da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa).
O acordo ortográfico foi firmado em 1991 e aprovado pelo Congresso no Brasil em 1995. Em tese, ele já está em vigor, uma vez que tem, como previsto, a assinatura de três países da CPLP -além do Brasil, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.
A implementação da reforma, porém, era adiada pelo governo brasileiro devido à não-ratificação por Portugal.
A situação mudou quando, no início do mês, o conselho de ministros do país anunciou o desejo de aderir à reforma --a decisão, porém, ainda tem que ser aprovada pelo Legislativo.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u387021.shtml

AFINAL, O QUE É GRAMÁTICA?

Gramática (do Grego transliterado grammatiké, feminino substantivado de grammatikós), é a "arte de ler e de escrever", (pelo Latim grammatica, com o mesmo significado, Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda). Segundo um Dicionário da língua portuguesa: é o conjunto de regras individuais usadas para um determinado uso de uma língua, não necessariamente o que se entende por seu uso "correto". É ramo da Lingüística que tem por objetivo estudar a forma, a composição e a inter-relação das palavras dentro da oração ou da frase, bem assim o seu apropriado ou correto uso.

Numa expressão simples, porém extremamente elegante e geral, "Gramática", como alguém já disse, "é a arte de colocar as palavras certas nos lugares certos" (ECKERSLEY, C. E. (M.A.) & MACAULAY, Margaret (M. A.). Brighter Grammar. London: Longsman, Green & Co. Ltd., 1955).
Gramática, portanto, numa abordagem generalista, não se vincula a esta ou àquela língua em especial, senão a todas. Contém o germe estrutural, por assim dizer, de todas, realizando a conexão essencial subjacente à relação de cada uma com as demais.

Os diversos enfoques da gramática (normativa, histórica, comparativa, funcional e descritiva) estudam a morfologia e a sintaxe que tratam, somente, dos aspectos estruturais, constituindo, assim, uma parte da lingüística que se distingue da fonologia e da semântica (que seriam estudos independentes), conquanto estas duas possam compreender-se, também, dentro do escopo amplo da gramática.

Classificação:
Sintaxe
Semântica
Etimologia
Fonética
Morfologia
Literatura

Tipos
Gramática descritiva
Gramática gerativa
Gramática formal
Gramática funcional
Gramática normativa
Gramática transformacional
Gramática universal
Gramática implícita

Também, costuma-se classificar a Gramática em partes "autônomas, porém harmônicas entre si", afim de facilitar o seu estudo.

Uma classificação mais antiga (não significa incorreta...) estipula as seguintes partes:

Fonética;
Morfologia;
Sintaxe; e
Tópicos especiais (elementos de etimologia, versificação, história etc.).


Uma classificação mais atual, comporta:

Comunicação e expressão;
Fonética;
Morfologia;
Sintaxe;
Etimologia;
Semântica;
Literatura;
Lógica.
Esta última, contudo, não pretende ser uma classificação definitiva, exaustiva ou única.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gramática

Olá alunos da Escola Dinâmica Anglo de Iturama MG, criei este espaço para trabaharmos com atividades extra-classe para podermos ampliar nossos conhecimentos a cerca da Gramática, dentro de nossa Língua Portuguesa Brasileira.
Aqui, poderemos ler textos, discuti-los, refletir o uso da gramática nele, e, sobretudo, entender a relevância dela em nosso dia-a-dia.
Trocaremos informações e faremos exercícios para que possamos assimilar os conteúdos que trabalhamos em sala de aula, já que temos de usar a internet não só como ferramenta para entretenimento, mas também como forma de estudo, reflexão e aplicação de conteúdos vistos em sala de aula.
O blog terá esta função de auxiliá-los no entendimento da Gramática, pois ela é, como diz uma amiga minha professora "o pé da letra" "a base de tudo" " a essência" "a estrutura da Língua Portuguesa Brasileira" Francine.
Por isso, declaro aberto neste momento este blog, para que façamos dele nossa fonte de estudo e entretenimento on-line.
Abraços a todos e bons estudos.
Professor Anderson J. de Paula